segunda-feira, 5 de outubro de 2009

PRÉMIO NOBEL AFIRMA

O Prémio Nobel da Economia considera que a economia global já "bateu no fundo", mas alerta que a recuperação vai ser “lenta e dolorosa”.

"O fim do mundo parece ter sido adiado", afirmou hoje Paul Krugman, num seminário em Helsínquia (Finlândia), citado pela Bloomberg.

O prémio Nobel da Economia defendeu que a economia mundial "não parece ter caído num abismo, mas ainda enfrenta problemas".

Para o economista da Universidade de Princeton, as perspectivas sobre a retoma são "muito difusas", alertando que a recuperação poderá ser demorada.

A Alemanha, a França e o Japão saíram da recessão no trimestre passado, sinalizando que o pior da crise já passou para as maiores economias do mundo.

Krugman defende que a economia norte-americana emergiu da recessão entre finais de Julho e Agosto.

O prémio Nobel da Economia considera ainda que a economia chinesa não é suficientemente grande para ser uma locomotiva da recuperação.

Krugman explicou ainda que "o problema é que isto é uma crise financeira global. Como é que podemos ter uma recuperação liderada pelas exportações, a menos que encontremos outro planeta para onde exportar?", questionou

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