domingo, 6 de janeiro de 2019

100 DIAS DO MINISTRO CRAVINHO

Trata-se de um excelente artigo do General Carlos Chaves que merece ser lido e coloca o dedo em algumas feridas para bem das Forças Armadas. O quanto gostava que houvesse doutrina de defesa, nomeadamente nos atuais lideres do meu partido. E por onde andam agora as associações de militares? Estão acomodadas!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

ANO 2018 – BALANÇO PESSOAL: VALEU !

A vida faz-se por ciclos e por etapas, quando somos jovens crescemos e queremos tudo acelerado e que o Mundo tem que mudar; gradualmente, aprendemos, que nós fazemos parte da mudança e essa começa dentro do Cristo que carregamos interiormente, por isso é comum dizer-se cada um carrega a sua cruz. Nascemos e crescemos sem escolher a família da origem, ao longo da vida a nossa mudança familiar vai surgindo, até porque todos somos seres humanos e a nossa personalidade vai-se moldando aos ambientes e necessidades que nos vão surgindo. Mas, em cada momento vamos fazendo escolhas nas amizades porque os outros também têm esse direito. O amor e a amizade é uma relação de dois sentidos. Podemos amar e ter amizade por várias pessoas, essas podem não ter o mesmo sentimento por nós. O ano 2018, foi em crescendo como tem sido há uns anos para cá. Temos consciência que nem todos nos apreciam, nem todos nos amam, nem todos nutrem amizade por nós. Fizemos uma escolha natural em consequência dos acontecimentos. Dedicamos e amamos a família e os mais próximos como queremos e o mesmo em relação às amizades. Socialmente, tivemos intervenção o quanto baste na aérea política, desportiva, associativa e outros âmbitos discretos ou secretos como entenderem. Não temos o culto da personalidade em adorar tudo e todos, o tempo em muitas circunstâncias atribuiu a razão dos nossos princípios e valores. Não baixamos nem nunca baixaremos os esforços no combate à corrupção que corrompe os corpos e destrói a sociedade humana. Eleitoralmente em 2018 tivemos a coragem quanto baste em apresentar as nossas ideias e assim continuaremos para o futuro. Dos fracos na reza a história! Sem nunca descurar a agregação de outros às causas comuns. Damos o que podemos aos outros sem esperar receber o dobro em troca, mas estamos cientes que isso em boa medida acontece. Apesar de alguns ou algumas mais próximas não o entenderem que tudo acontece a prazo e não momentaneamente. Valeu o ano 2018, foi globalmente positivo, porque muitos fatores e atos para sentirmos interiormente felizes e bem com nossa consciência, assim aconteceram. Lutaremos no futuro por quem amamos e temos consideração, preferencialmente que sejam mais próximos, mas também lutaremos ao lado de outros nos quais possamos o seu respetivo esforço por causas comuns. Como alguém muito próximo afirma, somos um polvo com tentáculos em várias frentes é assim que nos sentimos felizes e é assim que como podemos dar o contributo para um Mundo ou uma sociedade diferente, em especial nas Pátrias que amamos. Obrigado o ano 2018! Viva o ano 2019! Estamos juntos! A todos desejamos um ano novo muito feliz e próspero no que a cada um for relevante para a sua vida.

sábado, 29 de dezembro de 2018

BALANÇO CASA DE ANGOLA 2O18

Fazer o balanço associativo nem sempre é fácil porque corremos o risco de ferir suscetibilidades em pessoas mais sensíveis, mas entendemos correr esse risco até para memória futura, e porque não trabalhamos pelo culto da personalidade mas sim pela imagem da Casa de Angola e simultaneamente de todos os artistas, escritores, agentes culturais e outros que acreditam que o fazemos por bem e tendo os bons exemplos associativos. Este ano fecha um ciclo que foi iniciado há quatro anos, com incremento em 2016, mas acreditamos que nada mais seja como no passado. As provas de carinho de envolvimento de recursos humanos que se têm juntado aos escassos existentes, são provas dessa esperança. 2018, permitiu que enquanto líderes da Casa de Angola, receber cerca de três dezenas de eventos de natureza primordialmente cultural, mas também outros com vertente de intervenção social, para além daqueles de forma interna, a Casa de Angola esteve representada diretamente ou indiretamente em mais de duas dezenas de eventos, alguns deles em locais fora da Área Metropolitana de Lisboa inclusive no exterior de Portugal. Reatamos algumas relações institucionais e constituímos novas parcerias associativas em cooperação que se pretende perpetuar no futuro. Acima de tudo é grato constatar o retorno à atividade da Casa de Angola de associados antigos e outros que aderem pela primeira vez, deste modo e com alguma criatividade de gestão possibilitamos manter a nossa “Casa” viva. Era desejável que muitos outros acreditassem na boa-fé dos princípios orientadores independentemente das divergências pontuais, as quais só permitem em diálogo convergir para o crescimento coletivo. Ficamos gratos pelo reconhecimento da atividade de alguns nossos mais diretos dirigentes sem descurar verificar que outros(as) nossos(as) associados(as) também têm sido enaltecidos em diferentes locais do país e no estrangeiro, no âmbito cultural. Devemos salientar que ao fim de vários anos, em 2018 voltamos a comemorar o aniversário da constituição da Casa de Angola e estamos que no próximo ano a festa será ainda maior. Um agradecimento a quem nos tem ajudado a projetar a imagem da Casa de Angola, quer seja através das redes sociais, ou pela comunicação social. Acreditados no ano 2019 ainda mais exigente e responsável abrindo-se um novo ciclo institucional em diferentes áreas de atuação, consolidando as existentes. Estamos juntos! Viva a Casa de Angola.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

SEM MAIS JORNAL 18DEZ15

O QUE É O NATAL? OU QUE SE COMEMORA? A Cristandade comemora o nascimento de Jesus de Nazaré no dia 25 de Dezembro. No entanto não se sabe a data e local do nascimento de Jesus de Nazaré. As escrituras não nos prestam qualquer ajuda. E o Evangelho canónico mais antigo, Marcos, ignora tudo da infância de Cristo. Mateus situa o nascimento de Jesus em Belém de Judá, por causa da profecia de Miqueu. João situa-o vagamente na Gaileia, citando, também a profecia segundo a qual o Messias deveria vir à luz em Belém. Só a partir do Século II da nossa era que a Igreja entendeu dever situar no ano a data de nascimento de Cristo. Clemente de Alexandria propôs o 18 de Novembro. Outros avançaram a data de 2 de Abril, ou 20 de Abril por exemplo entre outras. Os egípcios sustentavam o 28 de Março. Em 243, o documento “De Pascha Computus” tomou a decisão pelo 28 de Março! Na primeira metade do Século II, os Basílicos do Egipto (seita semicristã de gnósticos que operava no Egipto) seguidos pelos cristãos da Síria, pronunciaram-se pelo 6 de Janeiro, devido a influência do culto de origem grega de Dionisio. Assim, tal se compreende que aparentemente sob a influência tripla daquele culto, de Osíris e de Aion, que o nascimento de Jesus então idêntico à Epifânia, foi primeiro fixado em 6 de Janeiro. Por essa razão foram situados na mesma data dois outros acontecimentos miraculosos: batismo de Jesus nas águas do Jordão e o episódio das “Bodas de Canã”. Em 386, foi decidido oficialmente que as duas grandes festas cristãs são a Páscoa e a Epifânia. Mas, nessa época no Ocidente, uma outra tradição veio à luz. O nascimento de Cristo foi fixado em 25 de Dezembro. Tal opção se deve às antigas tradições europeias do solstício de Inverno, bem como algumas festividades mais especificamente romanas, tais como as antigas Saturnais ou o jovem culto do Deus Mitra. O solstício de Inverno, marca o período mais sombrio do ano, aquele em que os dias são mais curtos e as noites longas, constitui uma das festas mais importantes dos povos de origem indo-europeia. O 25 de Dezembro foi sempre celebrados entre os povos germânicos e anglo-saxões com mais entusiasmo que o Oriente, onde declínio do calor causava mais prazer que o seu aumento. A Igreja dos primeiros séculos, ao escolher o 25 de Dezembro como a suposta data do nascimento de Jesus, operou um sincretismo subtil. Cristo, da mesma penada, foi assimilado ao “Sol Invicto”. Recorde-se oportunamente que a Bíblia chama ao Messias “O Sol da Justiça” (Malaquias 4,2). Por sua vez “Sol Invictus” era o nome da festa que celebrava em Roma o 25 de Dezembro, porta solsticial das encarnações divinas, por ocasião da noite mais longa. No lugar desse sol escondido, colocamos a estrela de Natal. A primeira menção latina do 25 de Dezembro como festa da Natividade remonta ao ano 354. Mas, nessa data, nenhuma cerimónia particular ainda lhe estava associada. Em 440, a Igreja decide oficialmente celebrar o nascimento de Cristo em 25 de Dezembro. Em 506, no Concílio de Agde, o Natal tornou-se uma festa obrigatória. As comunidades cristãs da Arménia e da Síria, em particular, ficaram horrorizadas com a escolha do 25 de Dezembro que qualificavam de “jornada de festa pagã”. Acusando a Igreja do Ocidente de “idolatria” decidiram ficar fiéis ao 6 de Janeiro. A fusão dos costumes do Natal e das antigas tradições do solstício de Inverno tornou-se com o decorrer dos séculos cada vez mais estreita. A origem “pagã” da festa de Natal parece hoje ser admitida comummente. Foi caracter “pagão da festa que lhe valeu não ser posta em pelos extremistas da fé e hoje é sem dúvida a maior festa do Mundo. É deste modo que a todos desejamos um Feliz e Santo Natal e um Ano Novo ainda mais próspero no progresso da Humanidade, da Igualdade e da Fraternidade.

domingo, 28 de outubro de 2018

RESPEITO PELA DEMOCRACIA

A cultura ocidental, na Europa, neste mundo global da comunicação que vivemos ainda não se habituaram a respeitar a liberdade de opção de outros povos. A campanha nojenta que alguns comentadores fizeram durante semanas procurando menosprezar a votação que o candidato da direita pode ter hoje na eleição no Brasil, é desprezível. A democracia não é produto que se compra num supermercado e que se vende para todos os países de modo igual. Em cada momento da História os povos são livres em fazer as suas opções de acordo com os anseios para resolução dos seus problemas. Esta inteletualidade de esquerda que procura manipular a comunicação e criar um pensamento único tem que acabar, são os mesmos que se calam com as atrocidades na Venezuela e por exemplo na Coreia do Norte, onde aí sim não há democracia nem liberdade. Se o Brasil precisa de um Presidente de direita e for essa a escolha do povo brasileiro como cidadão de Língua Portuguesa só tenho que respeitar a escolha livre e procurar estreitar laços de amizade entre os povos e respetivas culturas, no que estiver ao meu alcance.

SEM MAIS JORNAL 18OUT27

GERIGONÇA NA CABEÇA DE ANTÓNIO COSTA Há anos que Portugal tem no Governo um cidadão que não é governante porque nunca teve na sua mente a arte de governar, ou seja pensar no melhor para o País e para os portugueses, nomeadamente para as próximas gerações. Trata-se de alguém que tem o despudor de raramente dizer que não a qualquer a reivindicação social ou corporativa ou política vinda de quem ele precisa ou precisará. Faltou-lhe ética política demitir-se quando não obteve o resultado eleitoral expetável para a suas tropas e promoveu um acordo de sobrevivência com aqueles que nunca estiveram perto do poder desde o período da revolucionário e com os que comem caviar às escondidas do povo, fingindo defender interesse contrários ao capital, mas nas suas vidas privadas seguem o brilhante pensamento: “faz o que digo mas não faças o que eu faço”. Este senhor Primeiro-Ministro que chefia o atual Governo é tão mentiroso como o outro Pinóquio. Quando os casos são graves, nada sabe e a culpa é dos outros. Demite um Ministro da Defesa que andou a defender com toda a garra e unhas, procurando sacrificá-lo ao desleixo de soberania do seu Governo; será que há dúvidas de que este senhor nada sabia do que se passava? Será que é tão irresponsável que nunca falou com o Ministro da Defesa sobre o assunto durante um ano? Duvidamos que assim tenha acontecido! Quando é confrontado com as calamidades dos incêndios a culpa é da legislação do anterior Governo. Também é dos outros a adjudicação dos contratos do SIRESP por um Governo de fazia parte ou imperava atos de maior corrupção. Agora é a aldrabice das contas no Orçamento de Estado 2019, no qual a folha de excel aponta para uns números e o relatório descritivo indica outros; também impera o silêncio, porque a culpa é do seu CR7 das Finanças. Este senhor que é um sobrevivente de décadas na política tem em mente inventar uma gerigonça com orientação de agulha diferente no próximo ano para se manter na crista da onda. Conseguiu passar o mandato governativo sem tomar a decisão do aeroporto para o Montijo, agradando a certas claques, sabendo de antemão que seria a decisão mais desastrosa para o País e agora que está quase encostado à parede para criar uma alternativa à Portela deixa sair o Estudo de Impacte Ambiental. (Somos contra o aeroporto no Montijo!). Isto chama-se vigarice governativa, porque decisões de Estadista, mesmo que sejam controversas não as toma, e espera ansiosamente que no próximo ano possa substituir a claque de apoio no Parlamento. Haja coragem de não aceitar que este senhor continue a governar Portugal. Sai mais barato mandá-lo para casa com um agradável reforma do que sustentá-lo no poder, a prazo causará problemas sérios a Portugal como aconteceu em anteriores governos socialistas.

domingo, 14 de outubro de 2018

SEM MAIS JORNAL 18OUT13

Apesar da demissão do Ministro mantém-se atual. HIPOCRISIA DO COMPORTAMENTO SOCIAL Vivemos um Mundo mediático onde de forma generalizada tecesse criticas às Redes Sociais e à Comunicação Social, no entanto somos consumidores daqueles produtos. Do mesmo modo, como há uns anos ninguém via telenovelas mas todos comentavam as mesmas. Será que o ser humano mudou muito na sua essência, ou hoje todos somos mais facilmente influenciados pelas pressões e emoções fáceis e sem olhar para algumas consequências? No entanto ainda há estruturas e instituições que na sua organização conservadora e por vezes pouco transparentes permitem a alguns dos seus responsáveis agirem com antigamente e estado de impunidade natural. Naquele grupo engloba-se todo o tipo de instituições desde a política ao desporto ou das mais discretas às mais secretas. A honestidade e os atos anticorrupção não se proclamam praticam-se e de forma transparente e aberta. Acontece que as pessoas por vezes não estão preparadas para ouvir as realidades e deixam-se conduzir num conto de fadas. A racionalidade dos atos de decisão e de julgamento de outros devem ser contidos no que respeita à exteriorização de emoções. Temos sido surpreendidos, porque andamos por aí, com atos de solidariedade na forma com alguns organizam eventos para depois viverem durante um período com as receias angariados, entregando uma percentagem solidariamente a quem precisa. Isto acontece, em pequena escala ou em macro economia. Aqui, não confundamos as necessidades de pagar atos profissionais, referimos ao abuso em aproveitamento dos bens materiais e financeiros do que pertence a uma causa comum. Há aqueles que enquanto lideram escolhem os fornecedores amigos, para produzir todo o tipo de material desde livros, obras, merchandising, viagens e etc. Porque razão não se fazem consultas abertas ao mercado e de forma transparente, seja qual for a instituição e para além dos Regulamento Interno de obediência. Também ficamos admirados com escândalos como Tancos e o principal responsável político, Ministro da Defesa ignora o que se passa e como sinal de defesa é colocado na comunicação uma eventual vigarice de um militar que atinge toda instituição militar. Qual o papel do CEME nisto tudo, se antes era o Inspetor do Exército. Não pensamos que os socialistas sejam todos iguais a agir deste modo. Mas, estamos habituados no passado da falta de sentido de Estado e de respeito pelas instituições de boa parte da esquerda. Temos memória das manifestações de militares na reserva e reforma contra as medidas do anterior Governo. Sabemos os encontros “amigáveis” de Generais durante a vigência do anterior Governo. E agora em que estão em causa atos de soberania e defesa do País, nem o Ministro da Defesa se demite, nem o CEME segue o exemplo com guia de marcha.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

quinta-feira, 21 de junho de 2018

CASA DE ANGOLA EM 2018

A Casa de Angola tem sido um espaço de referência cultural e social comparativamente, com outras associações, nos tempos mais recentes. Tem sido possível acolher um “mercado” de interessados que envolvem a comunidade angolana residente na Área Metropolitana de Lisboa, mas também portugueses e outros cidadãos. Com uma média de atividades / eventos de um por semana, obviamente descontado o período de férias, exige planeamento, esforço e empenho por parte dos dirigentes, mas acima de tudo por parte daqueles que acreditam e amam a Casa de Angola. Um estudo da Comissão Europeia indica que em consumo de bens culturais os cidadãos em Portugal está com uma média inferior à europeia, com exceção no consumo de TV e rádio. Sendo assim, ficamos imensamente satisfeitos com o esforço empreendido na Casa de Angola. Os nossos amigos e frequentadores da Casa de Angola participando nos eventos promovidos estão bem acima dos indicadores para Portugal, os quais por exemplo indicam que apenas 27% dos cidadãos em Portugal visitam uma galeria por ano e somente 40% dos mesmos cidadãos consomem livros durante um ano. Comemorando em data próxima mais um aniversário agradecemos a todos que têm acreditado no trabalho encetado para a dignidade da nossa Casa de Angola e queremos prosseguir este caminho com amizade e fraternidade de todos. Venham connosco comemorar o 47º Aniversário!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Citando Sebastião da Gama

Citando Sebastião da Gama: «Ontem saí, com luar. A dez passos de casa rezei, de joelhos, as minhas orações do costume; pedi depois, enquanto andava, muitas coisas a Deus: que me deixasse ser bom, que me evitasse o Orgulho, que me desse ordem de ser Poeta, etc. Quando voltei a casa, à uma da noite, trazia um soneto: escrevi-o, ajoelhei-me a agradecê-lo, esse presente de anos» (Cartas I)