quinta-feira, 13 de junho de 2019

PENSAMENTO LIVRE - VIVÊNCIAS 19JUN12

https://vivenciaspressnews.com/a-livre-circulacao-de-pessoas/ A LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS No dia 10 de Junho em Cabo Verde o Presidente daquele país no seu discurso como anfitrião das comemorações do Dia de Portugal apelou aos governantes portugueses para prestarem uma maior atenção à necessidade de abolição dos vistos entre Cabo Verde e Portugal e com a respetiva reciprocidade. Se a memória não nos atraiçoa é a primeira vez que uma figura cimeira de Estado de um dos países integrante da C. P.L. P. faz este apelo publicamente e de forma oficial. Acreditamos que tal manifestação de interesse não ocorre de forma leviana, estamos confiante, que se prepara uma medida abrangente daquela natureza. Há anos que somos claramente defensores da circulação livre de pessoas no espaço geográfico dos países em língua portuguesa. Dirão muitos, que há compromissos nomeadamente de Portugal devido aos tratados europeus, tudo é verdade, mas também é verdade que a vontade politica e diplomática sabe contornar inúmeras situações no mundo global que vivemos. Temos dificuldade em compreender que os capitais circulem quase sem fronteiras e os bens e serviços de igual modo, ao invés o ser humano tenha enormes obstáculos para ser reconhecido como ser humano igual em qualquer parte do Mundo e em especial no âmbito da C.P.L.P. Basta olhar para desigualdade de tratamento que é dado socialmente aos cidadãos conforme a sua origem e género. Assumimos com frontalidade o combate à discriminação, nem catalogamos as brasileiras como prostitutas, nem consideramos que os brasileiros só podem trabalhar na restauração, e muito menos que os angolanos são uns malandros que só têm dinheiro e por exemplo as africanas só podem ser empregadas domésticas, e ainda por exemplo os cabo-verdianos que só servem para trabalhar em obras. Porque durante muitos anos os portugueses também emigravam para outros países e eram catalogados para irem trabalhar em atividades como obras ou limpezas. Aquele rótulos em Portugal e outros semelhantes que existem nos outros países de língua portuguesa têm que combatidos e banidos socialmente. Acima de tudo o respeito pelo humanismo, pela dignidade social através do mérito e das competências. São estes alguns dos pressupostos com que nos congratulamos com o discurso inteligente do Presidente da República de Cabo Verde nas comemorações do dia 10 de Junho. A História tem que ser respeitada no que de mais positivo há nas relações entre os seres humanos, e sabermos aprender de igual modo com os conflitos divergentes da História. Muito em breve Angola assumirá a liderança da C.P.L.P. e os sinais promissores de mudança preveem que o Estatuto protocolado entre Governo poderá ser ajustado e alargar à intervenção da sociedade civil de forma genérica.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

PENSAMENTO LIVRE - VIVÊNCIAS 31MAI

https://vivenciaspressnews.com/juventude-angolana/ JUVENTUDE ANGOLANA Temos tido a sorte em lidar com muitos jovens estudantes e trabalhadores espalhados no exterior de Angola, mas também com alguns que vivem no interior. As formações atuais dos vários quadros angolanos, são diversas e com maior acentuação na que é lecionada nos inúmeros estabelecimentos de ensino existentes em Angola. Devido ao Mundo global em que vivemos, sentimos que os jovens têm possuem uma ansiedade cada vez mais acelerada na mudança que deve ocorrer em Angola, por outro lado, buscam informações / conhecimentos da História do país, que sabem ter sido contada com prismas diferentes. Infelizmente, há muitos que continuam a ter uma prática de vida não adequada aos constrangimentos que são implementados, mas felizmente, a grande maioria luta pela sua vida, e esses são o garante do futuro do país, porque vão adquirindo os instrumentos / conhecimentos para um dia governarem e desenvolverem economicamente a Nação. Mal vão aqueles que sentem que a sua vida bela e próspera tende a ser controlada e vigiada acabando com abusos. Por isso, não são boas práticas de cidadanias invocarem perseguições e faltarem aos compromissos da Pátria, quando no passado também não ouvimos serem vozes discordantes e livres para condenarem falta de humanismo. Hoje, a juventude estando ansiosa pelo desenvolvimento terá que controlar os ímpetos porque todos sabemos que o futuro é deles mas há muito para fazer, desde a educação à saúde porque serão sempre estas as bases de uma sociedade forte e coesa. Compreendendo cabalmente os anseios e o esprito jovial de muitos cidadãos certamente que acreditam que no passado houve gente boa e outros com menos escrúpulos no respeito pelo irmão mais próximo, todos seremos importantes no pequeno contributo social. O apelo que fazemos é que todos somos responsáveis para alterar hábitos e corrigir métodos de obscuridade na comunicação com o povo, se assim não acontecer, teremos, a prazo uma Nação que passa da ansiedade esperançosa com uma euforia controlada para um estado depressivo e de revolta social, o que não se deseja. Saibamos construir a pirâmide de governação e de poderes sem atropelos e se isso for relevante oiçamos e saibamos captar os melhores quadros nacionais que proliferam fora do país. São práticas que outros países o fizeram e cresceram economicamente e em nada prejudicaram os seus concidadãos. Acima de tudo a mudança cultural em hábitos sociais tem que ser alterada substancialmente. Acreditamos numa Angola melhor onde hoje se trabalha para corrigir o que está mal com afinco e boa-fé.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

PENSAMENTO LIVRE - VIVÊNCIAS 24MAI

https://vivenciaspressnews.com/a-integracao-da-comunidade/ A INTEGRAÇÃO DA COMUNIDADE Por todos reconhecido vivemos um período em que as mentalidades e os hábitos do passado estão a ser corrigidos, porque o Estado tutor e simultaneamente observador dos cidadãos está fora de moda. Em Portugal, vive uma forte comunidade de angolanos e muitos outros transitam rotineiramente pelo território, uns à busca de qualidade de vida, outros por situações transitórias que afetam a sua vida pessoal, e outros ainda, por razões sentimentais e familiares; existe uma lista imensa de motivos para que muitos angolanos tenham as ligações a Portugal. Não vamos abordar as questões reciprocas dos elos de ligação dos portugueses a Angola. Importa alertar e realçar causas e razões que por vezes são da ignorância dos cidadãos. Portugal com o seu parco desenvolvimento económico dos últimos anos, tem uma estrutura base de Estado Social há várias décadas consolidada, e por outro lado, “regulado” pelas normas e diretivas da União Europeia tem uma atenção especial para as questões sociais. Infelizmente, de quando em vez, somos, surpreendidos com dramas sociais de sobrevivência por parte de alguns compatriotas, que nalguns casos poderiam ter encontrado soluções a montante dos problemas. Noutros casos, deixam as fatalidades avolumarem-se e quando são do conhecimento público, tornam-se um drama social. Sabemos que há inúmeras variáveis causadoras das consequências, umas de natureza individual e intrínsecas aos cidadãos, a falta de humildade para solicitar ajuda quando necessita, por exemplo. Nós, angolanos temos muito orgulho no que somos e queremos, e afirmamos com alguma vaidade, mas temos falta de humildade quando estamos numa situação mais frágil. Outras razões são extrínsecas ao próprio indivíduo e são transversais à comunidade, a falta de unidade associativa para defender os interesses de conjunto. Apesar disto, há boas práticas nesta última referência. O exemplo vem de Almada da ACAA. Iniciaram um projeto no concelho que visa essencialmente atenuar e contribuir para a resolução de problemas da comunidade angolana naquele concelho. Cientes de que trabalho e a missão é árdua, têm vindo a subir a escada em caracol da vida. Será sempre mais fácil o reconhecimento e o empenho das autarquias e do Estado Português no seu todo, para atender a problemas da comunidade se for feito através de uma estrutura associativa do que procurando a chamada “cunha” e favores particulares. Existem formas legais quer do âmbito educacional ou da saúde ou noutras áreas para encontrar meios de prestar auxilio aos cidadãos angolanos residentes em Portugal. Não estamos com isto a afirmar que o trabalho da estrutura diplomática deve desprezado, pelo contrário, é um pilar estratégico nas ajudas se bem que na parte operacional a exequibilidade das ações seja mais eficaz através do modelo associativo. É chegado o momento de olharmos para as questões de humanismo e reduzirmos as antigas práticas de bajulação que ainda por proliferam, para recolha de benesses de natureza individual.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

SEM MAIS JORNAL 19MAI18

A DEMISSÃO DA GERIGONÇA FALIDA Vivemos um tempo em que se brinca às eleições e à falta de arte para governar, porque esta exige olhar para o futuro e procura o bem-estar das populações e da Nação em especial. O chefe da familia governativa tem a escola daqueles que neste país sempre empurraram com a barriga para a frente, a resolução dos problemas, porque acima de tudo importa salvar a cadeira do poder, para dali distribuir as poucas riquezas que existem neste Portugal falido. A inabilidade de alguns políticos, na Assembleia da República permitiu dar um folgo de esperança ao chefe do clã que ensaiou uma peça típica de Alfama; daquele género “olha que vou-me a ti”, dando um passo em frente e outro para trás sempre à espera que outros se embrulhem na confusão e depois retira-se de cena, vendo a confusão que criou. Honestidade na política, há poucos de quem que se pode afirmar o serem, este chefe da seita, não é de certeza, porque demitia-se e diria vou-me embora por terem alterado as regras de jogo e ia embora de vez, e há bons exemplos dentro da sua cor politica, mas ele não aprendeu nada com os “kotas”. Tem um cabeça de lista ao Parlamento Europeu que como cidadão comum até tem medo em conviver com a vizinhança, por isso foge do contato com o povo, aliás em abono de verdade é um candidato a Comissário e não ao Parlamento. Tudo isto é infeliz para os eleitores, porque mais uma vez vamos escolher um grupo de deputados que não ajudam a formar consciências europeias, e daí resultarão sempre líderes fracos para a Europa. Vive-se uma campanha eleitoral onde os temas importantes da Europa desapareceram, desde a abertura das fronteiras, quer a pessoas e investimento, não se fala e não se explica as vantagens e consequências transitórias desde Brexit adiado. Não se fala de segurança europeia, quando sabemos que só o Reino Unido tem capacidade em projetar força fora de portas. Não se fala dos limites que se devem impor à soberania nacional para cada Estado, nem se explica às populações quais os mecanismos de mais e melhor cooperação. Ou seja, promove-se a iliteracia política europeia do povo, porque isso é mais conveniente a todos os agentes políticos de forma generalizado, em especial ao chefe da banda, porque também ele não tem a postura de Estadista para Europa. É de igual modo confrangedor assistir aos meios de comunicação social, organizarem debates entre candidatos de primeiro escalão e outros debates para os de segundo escalão; mas sobre isto a Comissão Nacional de Eleições não se pronuncia. Que raio de igualdade democrática é esta? Andam a brincar com o fogo e depois queixem-se das queimaduras dos mais radicais, porque a História do Mundo comprova as repetições com novos contornos.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

VIVÊNCIAS 19MAI16

https://vivenciaspressnews.com/angola-no-comeco-de-um-novo-paradigma/ ANGOLA NO COMEÇO DE UM NOVO PARADIGMA Ninguém tem dúvidas que se vive em Angola e para toda a comunidade angolano no Mundo uma alteração no grau de exigência e responsabilidade em vários setores do Estado. Se estivéssemos a falar da gestão de uma instituição nomeadamente desportiva, diríamos que este é o ano zero porque o pré-aquecimento foi em 2018. Estamos convictos que o exemplo tem vindo do Chefe do Estado e agora líder do MPLA, que governa democraticamente e em maioria o Pais. Na linha do nosso pensamento anterior a educação e saúde são alicerces para consolidar uma sociedade de desenvolvimento económico que crie o bem-estar das populações. Todos gostaríamos que o sucesso das políticas tivessem resultado mais cedo do que tarde, porque os cidadãos e várias gerações estão cansadas de sofrer e sempre acreditarem na Nação de futuro para África. Quase ninguém o assume, mas somos daqueles que pensamos que há muito está provado o insucesso da economia planificada, uma das bases do princípio marxista, no mundo de hoje. Porque a informação circula rápido e as pessoas também têm maior liberdade em se movimentarem à procura de melhor qualidade de vida. Haver coragem de assumir que a estratégia política de governação é oposto do antigamente, como dizíamos, existir essa coragem e poucos a têm. Estamos convictos desta realidade e acresce o fato de Angola e os angolanos, possuírem um pensamento mais próximo do mundo ocidental onde o sucesso da governação marxista há muito deixou de ser um desejo de forma substancial. Talvez os últimos resistentes na Europa tenham sido o Partido Comunista Francês e Italiano. Já nem a prática dos comunistas portugueses assenta em valores marxistas, e isto pode-se comprovar na gestão autárquica. É nesta amálgama de valores que paulatinamente a liderança de Angola, vai fazendo um caminho de ajustar “as pedras” nos muros que forem necessários para endireitar a obra vindoura. O Presidente João Lourenço sabe bem que a melhor revolução nos dias de hoje, é aquela que se vai fazendo silenciosamente e com eficácia. Ou seja, tendo autoridade e poder reconhecido é necessário dar provas ao povo de que o exerce com boa-fé e no serviço da causa pública, envolvendo todos, porque a Nação é o símbolo maior que pode deve orgulhar todos os amantes da Pátria. Há muito para fazer e não esperemos que outros façam por nós, saibamos todos fazer mais e melhor por Angola, só desse modo podermos corrigir o que está mal.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

VIVÊNCIAS 19ABR25

https://vivenciaspressnews.com/papel-associativo-na-cidadania/ PAPEL ASSOCIATIVO NA CIDADANIA Vivemos uma mudança muito acentuada e impulsionada por uma liderança forte e ativa no nosso País, Angola. Enquanto cidadãos durante anos, os hábitos adquiridos de que o Estado garantia tudo, mas depois eram sempre os outros os culpados dos erros de governação, sem que os cidadãos pouco ou nada fizessem para olhar o futuro com solidez, e deixar o pensamento de sobrevivência do dia-a-dia, está transformar essa mentalidade. O nepotismo de muitos dizendo que as ordens veem de cima para abusarem da liberdade das escolhas tendem a ser colocado em causa. Esta mudança deve e tem que acontecer de igual modo no espirito do associativismo e na cooperação no seio da comunidade angolana no exterior de Angola, em especial aquela que há anos reside em Portugal. Não se pode perpetuar a prática de dependência tutelares para resolver problemas que competem aos cidadãos de per si encontrar soluções. Devemos prosseguir o caminho da dignificação do trabalho e do empenho da cidadania angolana, cultural, social e economicamente falando, com a humidade, para por vezes há necessidade em solicitar a ajuda de outos. As associações devem ter o fim que os seus próprios objetivos promovem e não ser “mascara” para intervenções desviantes e tutelares de terceiros, isso tem conduzido aos compadrios e ao desperdício de recursos humanos e financeiros, estes últimos são cada vez mais escassos. Devemos ter uma cultura clara de separar e diferenciar o material do espiritual, porque essa sempre foi a vontade de Jesus Cristo e nos foi transmitido pelas Escrituras, se houver úvidas desta prática olhemos para o episódio da expulsão dos vendilhões do Templo. O exemplo impulsionado pelo Presidente João Lourenço da clareza e da transparência e no combate à corrupção permitirá que muitos dos recursos financeiros sejam melhor aplicados na ajuda de quem mais precisa. Temos muitos compatriotas a passar dificuldades de natureza diversa em Portugal, e descuramos alguns meios legais e conjugação de esforços para darmos dignidade de vida a esses cidadãos, porque andamos entretidos em vaidades de natureza pessoal para descobrir quem tem mais acesso e mais direto a áreas do poder e de informação, por exemplo. Saibamos olhar para dentro da comunidade e conjuguemos esforços coletivos na resolução dos problemas e afastemos o que parasita e entrava o bem-estar geral. Este é um dos principais ensinamentos da alteração do comportamento e dever de cidadania que nos é transmitido de Luanda. Diga-se que a campanha iniciada é um exemplo ao Mundo e se todos nos empenharmos nessa tarefa este Século será a grande viragem da Angola que amamos. Não nos esqueçamos que a democracia horizontal sempre foi uma anarquia total, saibamos respeitar da democracia vertical e cada um saiba desempenhar com competência e responsabilidade o seu papel na sociedade em que está inserido. Sempre estivemos prontos e disponíveis para cooperar aos diferentes níveis social e associativo, outros que saibam ouvir e não prosseguir a cultura da bajulação e do separatismo em detrimento da integração, porque estas últimas atitudes têm conduzido a resultados desastrosos no seio da comunidade angolana em geral e até na imagem que se transmite.

domingo, 21 de abril de 2019

SEM MAIS JORNAL 19ABR19

A GRATITUIDADE E AS FAMILIAS SOCIALISTAS No dia 1 de Abril entrou em vigor uma nova política de passes sociais. É uma medida boa sem dúvida, no entanto, não é inovadora. Há Estados com governos não socialistas que tendem a introduzir esta medida e outros que já a aplicam ao serviço dos cidadãos. A diferença nesses países é que as medidas surgiram com planeamento na melhor prestação de serviço às populações, ou seja, havendo mais transportes os cidadãos largam o conforto da viatura individual para usarem os transportes públicos sem se sentirem defraudados. Se os portugueses passarem a utilizar de imediato os transportes públicos caem no logro da demagogia do atual Governo, pela ausência de autocarros, comboios, barcos e outros meios a cumprirem horários e com comodidade adequada. Se não houver mais transportes as pessoas começarão a avaliar a opção de uso de transportes públicos e voltarão a usar a viatura em detrimento do passe social, sabemos que o comodismo assim conduzirá os comportamentos dos cidadãos. Mas, esta medida é demagogicamente e eleitoralista, porque o Estado “socialista” cobra aos ricos por imposição da “esquerda caviar” impostos desumanos, mas depois oferece aos mesmos ricos e seus familiares os valores de passes sociais iguais aos cidadãos sem rendimentos. Mas, na saúde e noutros setores há taxas diferenciadoras da riqueza e dos rendimentos. Deveria aplicar-se passes sociais diferenciados em função dos rendimentos, advindo daí uma ainda maior vantagem fiscal. Aqueles que ainda hoje, não entregam declarações de rendimentos, ao pretenderem recorrer ao passe social seria aplicado um valor de passe social elevado. Poderá questionar-se se esta medida a ser aplicada é constitucional, mas então e a conceção de taxas sociais na eletricidade e noutras áreas não resultam de cruzamentos de dados em diferentes bases de dados de informação dos cidadãos? A política socialista que só trata em questões de justiça o que é diferente de forma diferenciada, quando é oportunista vantajoso e eleitoralista para proteger o bem-estar da familia socialista governativa e enganar o povo; como dizíamos, o chefe socialista protege as suas famílias eleitorais, porque sabe que não pode correr riscos em perder eleições. Se assim acontecer, há muitas famílias desempregadas e sem competências na atividade privada. Esta medida transitória a aplicar neste momento nas Áreas Metropolitanas merece toda atenção para daí extrair conclusões, que harmonizem as condições de vida de forma igual em todo o território nacional. Acreditamos que após as eleições o Governo irá alterar as regras e promover outras medidas de incentivo ao uso de transporte coletivo. Não será possível manter um deficit perpétuo nesta atividade económica. Há outra incoerência socialista, apesar de apregoarem que estão sempre mais próximos dos desfavorecidos. Nesta predisposição, faz sentido que o passe social tenha o mesmo valor para todos os cidadãos acima de 65 anos? Os reformados não possuem rendimentos idênticos! Não será mais justo socialmente, que num País ainda em dificuldades económicas deveriam ser aplicados escalões diferenciados para os cidadãos com idade acima dos 65 anos? Um alerta final, não podemos suportar todos os anos valores deficit nas empresas do Estado, sabendo de antemão que mais tarde, vem uma crise que pode ser dramática para a população geral.

domingo, 24 de março de 2019

SEM MAIS JORNAL 19MAR23

PAPEL DA MULHER O mês de Março é demagogicamente utilizado como “Mês da Mulher”, não discordamos que tal aconteça, com um senão, entendemos que há muito folclore neste período e nos restantes meses do ano muito pouco se faz pela dignificação da mulher. Vivemos numa sociedade em que a transformação é acelerada, onde a base da familia de procriação natural começa a ser colocada em causa, através de campanhas silenciosas de certos interesses, os quais proliferam ao abrigo da igualdade de direitos. Somos defensores dos direitos humanistas e a igualdade entre homem e mulher, mas o que é diferente deve ser tratado de forma desigual. Toleramos, com dificuldade de compreensão, a homossexualidade. Daí a aceitar como padrão normativo, vai uma distância grande. Uma criança dever ter um pai e uma mãe, mesmo que ausentes ou separados fisicamente. Uma criança não pode e não deve ser educada no seio de padrões que finjam que não existe a diferença entre homem e mulher. Condeno vivamente a utilização de associações de igualdade de direitos entre seres humanos para fazerem passar mensagens encapotadas que mais tarde desvirtuam a sociedade e causarão danos irreparáveis nas futuras gerações. O papel da mulher na nossa sociedade ocidental é tão fundamental como o homem. A mulher deve ter a sua própria autonomia profissional e financeira. Num agregado familiar deverá existir a complementaridade e compreensão, mas na familia monoparental o equilíbrio das liberdades individuais derivados da autonomia profissional e financeira são fundamentais. Não sejamos hipócritas, assumamos que ainda há uma percentagem elevada de mulheres a dependerem do papel do homem, mas começa a existir um grupo de homens de imaturidade em função do comodismo a dependerem da atividade da mulher. Assumamos que a violência doméstica de qualquer natureza é um crime púbico e como cidadão somos impelidos a indagar o que se passa ao nosso redor. Se a violência doméstica é um crime não devemos ter “nojo” ou estarmos limitados em denunciar o que sabemos tal como o deveremos fazer nos casos de corrupção que a todos toca. A diminuição de direitos da mulher ou o condicionamento da sua liberdade individual quer como artista, como economista, como professora, como jurista ou qualquer outra atividade é um flagelo social e prejudica uma sociedade dinâmica e desenvolvida em permanente mutação.

segunda-feira, 11 de março de 2019

SEM MAIS JORNAL 19MAR09

A PERCEPÇÃO DE REALIDADES DIFERENTES Tivemos oportunidade por um período muito curto vivenciar experiências solidárias num país rico como o Luxemburgo. Anualmente, ocorre naquele território um evento intercultural de migrações, com duas componentes diferenciadas: gastronomia e artesanato e uma mostra de arte da mais variada origem. A envergadura do evento conta com a participação de mais de cinco centenas de expositores representativos das 190 nacionalidades de cidadãos que vivem no Luxemburgo, correspondendo a 41% da população residente naquele país. Importa referir que a organização do evento é da responsabilidade do CLAE – plataforma de associações cívicas na sociedade. O objetivo principal do evento visa proporcionar às associações e à plataforma a angariação de fundos financeiros para utilizarem nas atividades futuras. Fomos surpreendidos com o envolvimento de dezenas de voluntários com diferente qualificação académica e estatuto na sociedade luxemburguesa e prestando o seu tempo e trabalho gratuitamente. No entanto, tivemos conhecimento que apesar da riqueza financeira do país e do desenvolvimento económico há elevado número de cidadãos dos quais alguns concidadãos que estão em situação miséria ou em luta pela sobrevivência diária. São inúmeros os exemplos de cidadãos, que por exemplo, vão de Portugal com a promessa de emprego estável e melhores condições de vida e são surpreendidos pelas chamadas “máfias” do trabalho clandestino, aqueles por vezes depois de identificados nos controlos das autoridades luxemburguesas, sujeitam-se a permanecer tempo prolongado no sistema prisional. O mais revoltante é existirem casos, em que os cidadãos por terem sido ludibriados aguardam meses pelo envio de comunicação por parte das autoridades portuguesas, nalguns casos para simplesmente confirmarem que a pessoa em causa é cidadão português. Ou seja, num mundo de desenvolvimento económico, num espaço de livre circulação de pessoas e bens, numa época em que o dinheiro circula num ápice sem barreiras, num espaço em que se cruzam dados dos cidadãos por questões de segurança europeia e nacional; é revoltante que a comunicação burocrática para atender à resolução de problemas humanos demore tanto tempo, tal só se compreende devido à negligência dos serviços e das pessoas que não atendem à satisfação dos outros. Bem hajam, os promotores de iniciativas de natureza solidária na qual se integra a liderança portuguesa da plataforma CLAE, porque prova que o ser humano é igual em qualquer parte do Mundo e mesmo em países com elevado PIB existem pessoas que sofrem e necessitam da devida atenção de todos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

SEM MAIS JORNAL 19FEV23

ASSOCIATIVISMO NOS DIAS DE HOJE Olhando para os Tratados internacionais e sequencialmente nas Leis dos Estados, começando pela Constituição da República há parâmetros legislativos para regular as atividades associativas. O Mundo evoluiu e a vida associativa acelerou as decisões pelo dinamismo. Por vezes, o mediatismo atinge níveis que não se compadece com práticas “ritualistas” que ocorrem nas reuniões formais onde se finge que existe uma salutar democracia, posteriormente há pessoas que se anulam nas atividades e sobrevivem os menos competentes, através da intriga social. Uma associação moderna em qualquer atividade tem recursos humanos com um grande valor histórico, no entanto só sobrevive se conseguir captar novos “clientes e / ou utentes”. Com isto, pretendemos afirmar que o grau de compromissos e de responsabilidades na gestão associativa, também hoje em dia, podem ser assumidos de forma diferente ao formalismo do antigamente. Somos dos que respeitamos a História associativa e respeitamos a dedicação e empenho de muitos bons dirigentes. Infelizmente, muitas associações são destruídas por incompetentes, irresponsáveis e mal-educados que proliferam na sociedade, alguns com os truques de “xico esperto”. Não concebemos que muitas associações sobrevivam com atos de gestão desonestos, mas também o empenho de carolas do antigamente, não é o caminho. Uma associação deve ter na liderança uma personalidade com carater de idoneidade, não promiscuo a interesses pessoais independentemente de ser compensado pelos custos que possa a ter na atividade quotidiana. Tudo de forma transparente e clara. Há por aí muitas “ditas” personalidades que apesar de sua idade “mais kotas ou não” consideram-se detentores de uma associação e por isso evitam a todo o custo o seu crescimento, porque desse modo têm o seu “orgasmo” social. Uma associação é e tem que ser um exemplo de empreendorismo na escala e no âmbito adequado ao seu alcance, para além de que os atos de gestão dolosa praticados por dirigentes devem penalizados com o seu próprio património pessoal, convictamente as irresponsabilidades diminuiriam no mundo associativo. Também é um fato que hoje muito provavelmente existem associações débeis e em elevado número para a disponibilidade de recursos humanos, mas no entanto acreditamos que as tecnologias, e o uso de “net-working” estão ao dispor da atividade associativa. Somos defensores da agregação das pessoas nas diversas formas associativas, incluindo as tecnológicas.