terça-feira, 31 de maio de 2011

É PRECISO MUDAR PORTUGAL: PSD

Os portugueses nesta campanha eleitoral interessaram-se de uma forma nunca antes vivida, pelos debates entre os candidatos e nomeadamente o que colocou frente a frente: Pedro Passos Coelho e o actual Primeiro-Ministro.
Portugal, estava num rumo de aproximação à média europeia até meados da década de noventa, desde então o ritmo baixou e degradou-se por completo nos últimos seis anos. Não seria surpresa para ninguém se muita coisa no país funcionasse de forma justa e perfeita.
Se a justiça fosse eficaz e eficiente como se deseja numa sociedade moderna; há políticos que já não tinham palco para actuar: ora é o caso Freeport, ora é o caso dos submarinos, ora é o caso das famosas Pandur, ora é o caso Portucale, ora é o caso Moderna, ora é o caso Beira e muitos outros.
Ao invés há políticos que representam e serão uma força para as futuras gerações de exemplo e de serviço à causa pública, porque muito novos souberam renunciar a certos privilégios e apesar de instalados na vida resolveram abdicar desse status e lutar por mudar o rumo de Portugal.
Nos dias que faltam para colocar o voto, exorto os que tiverem o sentido cívico elevado a lerem o programa eleitoral do PSD. Este representa uma mudança em muitos domínios desde a educação, à economia, passando pela segurança, pela justiça, continuando pela cultura, emprego, defesa nacional e saúde, entre muitas outras áreas da governação.
Se ao fim de trinta anos de democracia constatamos que muitos erros foram cometidos e muitas politicas têm que ser alteradas, esta é a oportunidade para MUDAR. É urgente e necessária uma maioria esmagadora por parte do PSD, porque não pode ficar condicionado apesar poder cooperar com um partido, que em tempos combateu a corrupção, depois de tantos casos referidos, esqueceu esse combate, defendeu os combatentes e deixo-os cair no ridículo, agora defende a agricultura como forma de enganar os portugueses.
Só um PSD forte e coeso, com um discurso novo e moderno, liderado por um futuro e grande Estadista fará Portugal sair do beco em que se encontra e reencontrar a sua rota no Mundo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

AUSTERIDADE

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

VOTAR NO CDS É EMPURRAR O SÓCRATES PARA PRIMEIRO MINISTRO OUTRA VEZ

TODOS OS VOTOS NO CDS SÃO VOTOS QUE LEVAM O SÓCRATES OUTRA VEZ A PRIMEIRO MINISTRO. O CDS NUNCA VAI GANHAR AS ELEIÇÕES, POR ISSO SÃO VOTOS PERDIDOS PARA UMA CORRIDA EM OSSO DO MAIOR ALDRABÃO QUE JÁ PASSOU PELO GOVERNO DE PORTUGAL. EU, PELO MENOS, NÃO ESTOU INTERESSADO EM CONTINUAR A SER ROUBADO COM A DESFAÇATEZ COM QUE ME TÊM LEVADO O MEU DINHEIRO EM IMPOSTOS QUE, QUALQUER DIA, SÓ POR RESPIRAR O SÓCRATES COBRA-ME ALGUM. SE O QUISEREM OUTRA VEZ, ENTÃO VOTEM NO CDS, MAS NÃO CONTEM COMIGO PARA ANDAR COM ESSE VÍGARO ÀS COSTAS.

domingo, 15 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

TAKE-OFF

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domingo, 1 de maio de 2011

UMA EXCELENTE ANÁLISE DE PORTUGAL

O professor Álvaro Santos Pereira (Universidade de Vancouver, Canadá)colocou no seu blogue "Desmitos" um post que é obrigatório ler para perceber o que devíamos estar a discutir na campanha eleitoral:


Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituida por um rol de "factos" que só servem para distrair os(as) portugueses(as)daquilo que realmente é essencial. E o que é essencial são os factos.
E os factos são indesmentíveis. E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:


1) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos
2) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB 3) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional)
4) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das PPPs (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.)enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
5) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
6) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses
7) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
8) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
9) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível
13) As dívidas das empresas são equivalente a 150% do PIB
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia)
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em
linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis. Factos irrefutáveis. Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual. Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral. As distracções dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
Álvaro Santos Pereira