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UM OLHAR DISTANTE DE UM NOVO PARADIGMA EM ANGOLA
Façamos prioritariamente uma declaração de interesses, temos militância partidária em Angola e acreditamos que durante a próxima década o MPLA continuará a ser o partido com quadros que reúne melhores competências para governar Angola.
Dito isto, talvez alguns pensem que o pouco ou nada deve ser feito, muito pelo contrário, as transformações em curso e impulsionadas pela globalização, exigem uma eficaz e eficiente alteração do paradigma do “modus operandi” em muitos cidadãos angolanos especialmente aos dirigentes e militantes do partido.
O Presidente João Lourenço nas suas diversas ações e palavras tem dado sinais indicativos do que é necessário, que os cidadãos alterem hábitos por exemplo tutoriais, porque o Estado não pode resolver a vida privada de cada um.
O Mundo hoje não se regula por blocos controlados por satélites, e são muitos os Estados em que a economia não assenta quase tudo no investimento público.
Angola tem que se posicionar rapidamente para alterações ambientais, que consensualmente vão obrigar países em vias do desenvolvimento a receber mais contributos por parte dos países mais prósperos para o equilíbrio do Planeta.
Os angolanos que vivem no exterior, em países, com outras qualidades de vida em inúmeros aspetos sociais, devem ser os primeiros em não fazer julgamentos sumários dos governantes (e ex-governantes) mas empenharem-se a dar testemunhos de tolerância e abertura à mudança.
A mudança de paradigma faz-se aos diferentes níveis sociais, igualmente pela orgânica interna partidária e muito em especial no movimento associativo.
Este deve ser composto por instituições realistas e sólidas que não sejam sorvedoras de recursos financeiros do Estado.
Nós, angolanos, saibamos, aprender com as crises e instabilidades de outros países, se for o caso de não entenderem os problemas que há décadas têm afetado o crescimento consolidado.
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