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PENSAMENTOS ABERTOS E LIVRES - 195 (VERGONHA DO ESTADO NA GRANDE LOJA REGULAR DE PORTUGAL)
Ao longo dos anos, a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP) tem sido apresentada como um espaço de elevação moral, rigor ritualístico e compromisso com valores universais como a ética, a liberdade e a fraternidade. Contudo, para muitos observadores internos e externos, a realidade prática distancia-se significativamente desse ideal proclamado. Um dos aspetos mais criticados prende-se com o excesso de formalismo e fechamento, que transforma a instituição numa estrutura rígida, pouco permeável à renovação de ideias e distante da sociedade civil que afirma querer influenciar positivamente. O secretismo, que deveria servir a introspeção simbólica e não o isolamento, acaba frequentemente por funcionar como um escudo contra o escrutínio, abafando o debate interno e afastando vozes críticas ou reformistas. Outro ponto recorrente de contestação é a concentração de poder em círculos restritos, onde a progressão e o reconhecimento nem sempre parecem resultar do mérito, do trabalho ou da elevação...
SALÁRIOS NO METRO DE LISBOA
Será verdade que os salários no metro de Lisboa são os seguintes? Secretária de Administração €3.753,59 Mestre Serralheiro €2.969,30 Maquinista de manobras €2.785,17 Maquinista €2.587,25 Fiscal €2.020,66 Motorista €1.939,09 Agente trafego €1.642,41 Desenhador €1.547,09 Auxiliar €1.476,86 Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas. Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução. Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm uma pensão que é igual à do último salário recebido no activo; Quando estão de baixa têm direito a médico ao domicílio e recebem 100% do salário; Os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido, mais 68 euros se não faltar mais de 5 horas e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros; Os empregados e reformados viajam ...

Que pobreza de carácter caro Zeferino Boal
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