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CITANDO Maria João Teles Grilo, Arquitecta

Luanda cai, exausta! Treme-lhe o esqueleto. Bamboleiam-lhe os pilares. Luanda está exausta! Gostaria de estar a exagerar, mas infelizmente não estou. Num apanhado que só cabe aqui ser muito resumido, a ruptura da estrutura física da cidade começou com os confrontos entre movimentos de libertação após os acordos de Alvor, com o êxodo dos técnicos na debandada e atabalhoada “ponte aérea”, com o inicio da guerra civil após a independência, com as sabotagens às redes de distribuição eléctrica e de água e o êxodo das populações rurais para as cidades. Desde então, as sistemáticas crises, de que nunca mais saímos, têm continuadamente minado a estrutura urbana das cidades. Luanda é naturalmente o caso mais grave. A cidade que em 75 tinha 600.000 habitantes, tem hoje, estimadamente 9 milhões. A cidade do cimento, a “cidade branca”, tem sido sobreocupada, ao mesmo tempo que cresce desmedidamente a auto-construção, sem quase planeamento, sem regras, sem fiscalização séria. Sem um abasteciment...

PENSAMENTOS ABERTOS E LIVRES - 14

PRESTAÇÕES 10.117,45 € 1ª 19MAR06 50,00 € 2ª 19ABR08 50,00 € 3ª 19MAI09 50,00 € 4ª 19JUN19 50,00 € 5ª 19JUL19 50,00 € 6ª 19AGO30 50,00 € 7ª 19AGO30 50,00 € descontar 5.665,39 € eventualmente total 4.102,06 €   14. DIVIDAS AO ACM (ex-ACIME) Estas dívidas reportam a 2002, do tempo em que era Presidente da Direção o associado falecido José João Oliveira, e entre os membros da direção estava a associada Eduarda Ferronha, como Vice-presidente, entre outros. Foi através daquela associada e porque estava no cargo um militante do Partido Socialista que conseguiram um subsídio para fazer formação sobre imigração e sob a orientação da Casa de Angola. Nunca tal evento ocorreu e ainda viram a verba reforçada para outras atividades, tendo consumido a verba sem realizar o evento. Perante, este quadro nunca devolveram as verbas ao ACM. Transcrevemos correspondência tro...

PENSAMENTOS ABERTOS E LIVRES - 13

13. DIVIDAS À UNICER A divida a esta entidade atravessou o mandato da presidência de José João Oliveira e de Gervásio Viana e a anterior presidente, Susete Antão, nem se dignou abrir a correspondência relativa a este processo, porque sempre considerou que não era da sua responsabilidade. É verdade que não era da sua responsabilidade, mas sim da Casa de Angola. Algures por volta do ano 2000 uma senhora que explorava o restaurante contraiu dividas no fornecimento de bebidas junto da UNICER. Tendo sido afastada da exploração nunca se procurou resolver definitivamente o assunto. Como tal ocorreram cobranças através da conta bancária no valor aproximado de 5 600,00, esta verba ficou como fiel depositária a solicitadora Paula Alexandra Ferreira. Ora ocorre, que esta solicitadora ficou com contas penhoras e impedida de exercer atividade, estando a decorrer o processo judicial. Ao longo destes anos a UNICER tentou contatar a Casa de Angola e não tendo respostas através dos seus representantes...

PENSAMENTOS ABERTOS E LIVRES - 12

12. DIVIDAS À AUTORIDADE TRIBUTÁRIA Na reunião ocorrida em 25 de Fevereiro de 2019 tivemos oportunidade de transmitir que de penhoras foram liquidadas ao Estado Português um valor a rondar 10 000,00 euros o que corresponde a cerca de 250,00 euros por mês. Também informamos que ainda existiria uma divida a rondar os 12 000,00 euros, ora mais cedo do que pensávamos ocorre a penhora do edifício naquele valor Entretanto fomos surpreendidos com uma cobrança coerciva da parte Câmara Municipal de Lisboa no valor de 550,00 euros a liquidar até final do mês de Julho. Importa referir que dos 12 000,00 em causa cerca de metade é referente ao Alto-comissário para Migração, que trataremos em separado. Para além da informação, sempre e em vários locais, tivemos oportunidade de enviar um apelo as associados, onde se incluem os principais detratores de tudo, os quais nunca responderam ao apelo nem procuram justificações. Transcrevemos uma das cartas enviadas aos associados: Caríssimo (a) Como é d...

PENSAMENTOS E ABERTOS LIVRES - 11

10. REGULAMENTOS A IMPLEMENTAR Os estatutos que deverão ser aprovados são mais simplificados, na sua estrutura, mas criam as condições para tornar a associação moderna e eficaz na atividade que deve exercer. Remetem para a aprovação em prazo determinado uma série de normativos de gestão interna. Esta análise resulta das reuniões ocorridas em 2019, procurando criar a paz e a tranquilidade na Casa de Angola entretanto tudo se transfigurou, com a invasão e devassa sem comunicação prévia. 11. PATRIMÓNIO A Casa de Angola é proprietária do edifício onde funciona a sua sede, apesar de pela primeira vez nos últimos anos ter aparecido uma versão em que colocava em dúvida a sua propriedade. Algo perfeitamente absurdo, quando algumas dívidas de sempre da associação são exatamente o pagamento do IMI. Durante estes últimos anos finalizamos o processo de encerramento da delegação da Casa de Angola na Freguesia da Apelação. Tratou-se d...

PENSAMENTOS ABERTOS E LIVRES - 10

7. QUOTAS Não alteramos valores de quotização, pelo contrário aceitamos que alguns novos associados fossem estudantes ou reformados, tivessem as bonificações no pagamento que sempre estiveram previstas. Tivemos uma política de incentivo à admissão de novos associados em especial a todos que pretendiam usufruir das instalações para apresentação de um livro ou de uma exposição ou de algo de outra natureza. A domiciliação bancária dos pagamentos de alguns associados, permitiu que a conta bancária tivesse fundos financeiros para ir liquidando valores penhorados e assim salvaguardar situações de outra natureza, acelerando eventualmente os processos. Obviamente, tivemos que receber alguns valores de quotas e joias de inscrição de outro modo para fazer face a custos, tudo devidamente escriturado e contabilizado, para ser apresentado. Justo, reconhecer as pessoas que nos últimos anos mais se têm empenhado no esforço em prol da Casa de Angola e que possuem as quotas liquidadas em tempo oportu...