terça-feira, 26 de novembro de 2019

HISTÓRIA 31

Com orgulho e honra enverguei uma farda, camuflado, operacional muito comum em todo o Mundo. No entanto, todos que me conhecem há décadas sabem que amo duas Pátrias, em defesa do humanismo. Acompanhem as histórias e irão ser surpreendidos.

HISTÓRIA 30

Em funções desempenhadas no passado, foi possibilitado aferir a dificuldade de funcionamento das Juntas de Freguesia. E muitas das vezes dependente do "bom humor" de quem desempenha funções na Administração Central. Como o exemplo documentado demonstra.

domingo, 17 de novembro de 2019

SEM MAIS JORNAL 19NOV16

A RELEVÂNCIA DO PPD/PSD Quando um partido entra numa fase de menor sucesso é tradicional que as receitas e as motivações de vários militantes sejam enormes para o retirar da estagnação, por isso compreendemos perfeitamente a possibilidade de surgirem vários candidatos e que seja exigível a adequada clarificação, mas no final da disputa eleitoral há que saber extrair ensinamentos bem fortes para os tempos futuros. Começando pelo respeito e disciplina partidária e institucional. No PPD/PSD há muito que está enraizado a cultura dos comentadores a todos os níveis e com ênfase para aqueles que perdendo disputas internas rapidamente vão dar entrevistas e tecer considerações sobre matérias que deveriam ficar “no segredo dos deuses”. Falta disciplina partidária, isto advém de uma geração que paulatinamente foi assumindo responsabilidades politicas e com pouca experiência de vida. Portanto, o líder que vier a ser eleito terá que forçosamente saber criar motivação e disciplina entre hostes e colunas do partido. Por outro lado, o próximo líder deve acima de tudo perceber que presidir não é o mesmo que liderar, queremos com isto afirmar que o esforço deste último é muito maior do que o papel do primeiro. Um líder tem que saber ouvir, ponderar e decidir; não pode agir por impulsos e por aquilo que ouve em primeira instância do seu mais direto colaborador, por muita confiança que tenha. Até porque há condições exógenas a que importa dar resposta. O PPP/PSD tem que ser claramente uma alternativa ao PS na governação do país e por muito que saibamos que o país precisa de reformas estruturais não adianta dar a mão aos socialistas no Governo porque eles estão hipotecados à esquerda para se manterem no poder, daí advém que o discurso na oposição tem que ser claro nas alternativas que propõe e dizer em voz baixa no que concordamos, porque as pessoas vão em muitas circunstâncias percecionar o que há de comum nas ideias com o atual PM, e este sai a ganhar claramente pelo impulso da força do poder. O futuro líder tem que assumir o papel agregador das comunidades com origem em países de expressão em língua portuguesa. No seio do partido há milhares de militantes e simpatizantes com estas ligações e não tendo a motivação para intervir têm receio de se exporem. Devemos ser uma força aglutinadora e não redutora, em especial no distrito de Setúbal. O próximo líder eleito tem que olhar para este distrito não como um apêndice de Lisboa, mas como capitalizar de sinergias e eleitorado porque acreditamos que também aqui é possível vencer a esquerda por patamares, e convictamente daremos um contributo diferente para o país. Para que tal aconteça, é necessário impulsionar o afastamento de certos agentes de política que olham em primeiro para o seu umbigo, distribuindo compra de votos pela influência de empregos ao invés de apostarem na liberdade e competência pela cidadania e responsabilidade. O próximo líder do partido deve apostar muito mais nas novas formas de comunicação e atender às necessidades das pessoas que hoje estão pouco preocupadas na demagogia e na retórica das palavras sobre se o PPD/PSD está ao centro ou não. O partido sempre conviveu nos seus melhores períodos com as várias correntes de opinião: do liberalismo ao conservadorismo, passando muito provavelmente hoje pela democracia-cristã (estes tem que encontrar um novo espaço de intervenção). Acima de tudo, Portugal precisa de um PPD/PSD e um líder com mente aberta e aglutinadora para fazer uma oposição de alternativa à governação e que contribua para menorizar pequenos feudos de vaidade que proliferam e não contribuem para o crescimento de eleitorado. Não basta criar mecanismo de controlo interno é preciso executar ações de transparência e abrir em inúmeros momentos o PPD/PSD à participação dos simpatizantes e outros aficionados com a devida regulação.

HISTÓRIA 25

Só quem passou uma situação desta pode avaliar a adrelina em participar no primeiro desfile de marcha militar.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

HISTÓRIA 20

Hoje dia 11 de Novembro, Dia da Dipanda em Angola, a minha vida cruza-se também neste dia, em 1981, assinalando a data em que atravessei os portões da Academia Militar na Amadora, iniciando um novo ciclo na época, ainda jovem e carregado de sonhos e aventuras.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

HISTÓRIA 8

É sempre bom recordar locais e reencontrar amigos. Mas há etapas que ficam para sempre: o espírito de missão e o espírito de corpo grupal que nos foi incutido na Academia da Força Aérea.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

PENSAMENTOS LIVRES - VIVÊNCIAS 19OUT22

https://vivenciaspressnews.com/a-prioridade-da-comunidade/ A PRIORIDADE DA COMUNIDADE Os “sound-byts” das imagens e das interpretações hoje podem tornar-se numa caixa de ressonância, que conduzem a radicalismos que não se desejam, sejam por aqueles que alinham em tropas favoráveis ou por aqueles que vão se entrincheirando de outro modo. Felicitamos a entrada no Parlamento de Portugal de novas Deputadas com origens sanguíneas a África. No entanto, seria bom recordar que o Parlamento já no passado teve Deputados em semelhante condição, pouco ou nada foram vistos sob esse ângulo, devido a diferentes fatores até por se integrarem em forças politicas que são menos aceites na comunicação social. Independentemente, do pensamento das novas Deputadas, desejamos felicidades, mas apelamos que saibam interagir com outros Deputados que também nasceram em países integrantes da CPLP. Acreditamos que por desconhecimento, a maioria das pessoas não sabe que na anterior Legislatura, Deputados nascidos naqueles países eram cerca de 40, o que equivaleria a 17,3 % do Parlamento. Daí afirmar que aqueles representariam também cerca de 1 700 000 de cidadãos em Portugal não podemos concluir que assim fosse. Acreditamos que as novas Deputadas se vão preocupar com as questões de política portuguesa e não fazerem da Assembleia da Republica palco de dialética distorcida. Estamos cientes, que este é um caminho de integração e de assimilarmos que só há uma raça humana. Por outro lado, os valores da meritocracia fazem-se reconhecer pela integração e não pelo isolacionismo. O caminho dos afetos e da igualdade em todos os países integrantes da CPLP é muito longo e penoso, mas estamos prontos para esse contributo comunitário, assim todos ajudem a pensar e agir do mesmo em todos os patamares geográficos.

domingo, 20 de outubro de 2019

SEM MAIS JORNAL 19OUT19

DAY AFTER - PSD O PSD é um partido político e como tal é um instrumento de acesso ao poder para Governar e daí introduzir orientação política ao país e à Nação. Nos dias de hoje, a política fechada e assente nas conivências de “emprego fácil”, das amizade e da bajulação tem os dias curtos para as instituições partidárias e consequentemente outras oportunidades se abrem a novos protagonistas. O período pós-eleitoral é sempre um momento de exacerbar “egos” e ajustes de contas que por vezes provocam feridas irreparáveis nas relações internas dos partidos. O PSD não é imune ao padrão normal do ser humano. Há que fazer uma “autocritica” individual e coletiva e conseguir melhorar o que está bem e corrigir o que está mal. Uma certeza, temos, que a qualquer nível desde o nacional até ao de freguesia, o PSD tem que se abrir e conquistar novos horizontes e encontrar novos líderes em diferentes de decisão. Em especial, na presidência do partido, o atual, está demonstrado que não serve e não passa de ator secundário da política e chefe do caciquismo interno. No distrito de Setúbal, é premente que tal desiderato se cumpra e os militantes sejam livres no pensamento, porque na divergência crescemos mais do que pelas amizades. Não se confunda amizade, com lealdade, uma equipa pode ser leal com pontos de vistas divergentes e convergir de forma consolidada para o crescimento institucional. Muitas vezes, confunde-se lealdade com submissão e garantidamente esse tipo de comportamento não contribui para a conquista de eleitorado. Uma força grupal cresce e consolida-se mais e melhor tendo no seu topo uma liderança (não um chefe) capaz de conviver com as alternativas. Temos a convicção que o PSD deste distrito tem a maturidade para separar o trigo do joio e nesta mudança de ciclo demonstrar a cada nível de decisão, desde o topo até ao diálogo com o cidadão anónimo, passando pelo patamar concelhio; e assim encontrar politica e informação pública da sua estratégia, nas preocupações graves que afetam a região, que não é um deserto, mas um espaço geográfico onde também vivem portugueses e muitos cidadãos com diferentes culturas que importa saber olhar. É o tempo de cada cidadão e se for militante, dentro das balizas da disciplina partidária, assumir as suas ideias livremente e sem amarras e se for caso disso assumir as consequências naturais dos seus atos. Não há mais tempo para pactuar com aqueles que destroem em vez contribuírem para construir. Se nada for feito a letargia alarga-se e novos protagonistas ocupam o espaço ora ocupado.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

https://vivenciaspressnews.com/um-olhar-distante-de-um-novo-paradigma-em-angola/ UM OLHAR DISTANTE DE UM NOVO PARADIGMA EM ANGOLA Façamos prioritariamente uma declaração de interesses, temos militância partidária em Angola e acreditamos que durante a próxima década o MPLA continuará a ser o partido com quadros que reúne melhores competências para governar Angola. Dito isto, talvez alguns pensem que o pouco ou nada deve ser feito, muito pelo contrário, as transformações em curso e impulsionadas pela globalização, exigem uma eficaz e eficiente alteração do paradigma do “modus operandi” em muitos cidadãos angolanos especialmente aos dirigentes e militantes do partido. O Presidente João Lourenço nas suas diversas ações e palavras tem dado sinais indicativos do que é necessário, que os cidadãos alterem hábitos por exemplo tutoriais, porque o Estado não pode resolver a vida privada de cada um. O Mundo hoje não se regula por blocos controlados por satélites, e são muitos os Estados em que a economia não assenta quase tudo no investimento público. Angola tem que se posicionar rapidamente para alterações ambientais, que consensualmente vão obrigar países em vias do desenvolvimento a receber mais contributos por parte dos países mais prósperos para o equilíbrio do Planeta. Os angolanos que vivem no exterior, em países, com outras qualidades de vida em inúmeros aspetos sociais, devem ser os primeiros em não fazer julgamentos sumários dos governantes (e ex-governantes) mas empenharem-se a dar testemunhos de tolerância e abertura à mudança. A mudança de paradigma faz-se aos diferentes níveis sociais, igualmente pela orgânica interna partidária e muito em especial no movimento associativo. Este deve ser composto por instituições realistas e sólidas que não sejam sorvedoras de recursos financeiros do Estado. Nós, angolanos, saibamos, aprender com as crises e instabilidades de outros países, se for o caso de não entenderem os problemas que há décadas têm afetado o crescimento consolidado.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

SEM MAIS JORNAL 19SET21

LIDERANÇA POLITICA E CONFIANÇA ELEITORAL A democracia tem um padrão e Leis que são maioritariamente cumpridas pelos cidadãos, no entanto, há em cada momento uma minoria que se apropria do poder e procura interpretar as Leis conforme as circunstâncias, e tendo as influências através das famílias e da distribuição de subsídios usa e abusa da comunicação social, para apresentar uma realidade de um país ficcionado. Obviamente, estamos a falar dos socialistas que há mais de uma década tem destruído Portugal. Esta geração socrática e costista, tem permitido o aumento da corrupção em Portugal, aumento da divida pública, porque assume compromissos e não paga, em consequência das politicas de cativação. Nos últimos quatro anos a carga fiscal aumentou consideravelmente e têm sido adiadas as reformas do Estado. Os portugueses andam anestesiados porque têm mais rendimentos no fim do mês, no entanto não se apercebem que o malabarismo é tanto que não dão conta que os euros desaparecem mais rapidamente ao longo do mês devido aos impostos indiretos. Um país que ciclicamente e na sequência da governação socialista tem que pedir resgastes financeiros e não tendo capacidade produtiva para exportar de forma consolidada e crescente, como dizíamos, os portugueses ainda não têm a perceção e a consciência do perigo que é permitir a manutenção do atual governo das esquerdas unidas e lideradas pelo PS, porque governa apenas à bolina do vento de cada momento. O centro-direita tem responsabilidade deste cenário, porque não conseguiu chegar a 2019, e ter um líder no qual as pessoas apostem com confiança. Todos sabemos que o malabarista do PS é um líder, porque as pessoas acreditam nele, mesmo que seja um mentiroso compulsivo ou omita propositadamente realidades. A situação é generalizada derivado muito pela cultura do medo e das consequências de uma crise como última; há quem não esteja preocupado com o que vai acontecer após a eleição presidencial. Não temos dúvidas de que o atual secretário-geral do PS é um líder, tal como, o seu professor socrático, ambos lideres da aldrabice e do malabarismo. Tem conquistado a adesão dos incautos, pelas falinhas mansas ao afirmar que vem sempre melhor tempo do que o presente, não sabendo quando isso acontece, quando ocorre uma tempestade a culpa é sempre de terceiros e do anterior governo. Psicologicamente, o atual PM deve ser estudado porque nunca tem culpa de nada. Para salvar Portugal é preferível um líder novo, no entanto confiável ao invés prosseguir a governação com o líder que não tem qualidade de estadista. Podemos dar alguns indicadores do país real e não do Portugal virtual socialista. Há várias décadas que a comparticipação de saúde nas Forças Armadas não eram pagas num prazo tão dilatado aos beneficiários como tem acontecido desde que este Governo tomou posse. Outro exemplo, há regiões do interior no país em consequência da inexistência de serviço de 112, quando ocorre uma emergência, o inquérito ao telefone pode durar mais de 20 minutos, para no final recomendarem contatar os bombeiros locais, apesar de alguns conselhos técnicos que fazem desesperar o doente e quem o rodeia. Temos Fé que a nossa próxima crónica neste espaço nos permita falar de futuro mais risonho para Portugal, após o ato eleitoral e não ficarmos agarrados a uma nova gerigonça com animais e natureza à mistura para quatro anos. É necessário acabar com a “family governance“ e acreditar na meritocracia da governação.