LIDERANÇA POLITICA E CONFIANÇA ELEITORAL
A democracia tem um padrão e Leis que são maioritariamente cumpridas pelos cidadãos, no entanto, há em cada momento uma minoria que se apropria do poder e procura interpretar as Leis conforme as circunstâncias, e tendo as influências através das famílias e da distribuição de subsídios usa e abusa da comunicação social, para apresentar uma realidade de um país ficcionado.
Obviamente, estamos a falar dos socialistas que há mais de uma década tem destruído Portugal.
Esta geração socrática e costista, tem permitido o aumento da corrupção em Portugal, aumento da divida pública, porque assume compromissos e não paga, em consequência das politicas de cativação. Nos últimos quatro anos a carga fiscal aumentou consideravelmente e têm sido adiadas as reformas do Estado.
Os portugueses andam anestesiados porque têm mais rendimentos no fim do mês, no entanto não se apercebem que o malabarismo é tanto que não dão conta que os euros desaparecem mais rapidamente ao longo do mês devido aos impostos indiretos.
Um país que ciclicamente e na sequência da governação socialista tem que pedir resgastes financeiros e não tendo capacidade produtiva para exportar de forma consolidada e crescente, como dizíamos, os portugueses ainda não têm a perceção e a consciência do perigo que é permitir a manutenção do atual governo das esquerdas unidas e lideradas pelo PS, porque governa apenas à bolina do vento de cada momento.
O centro-direita tem responsabilidade deste cenário, porque não conseguiu chegar a 2019, e ter um líder no qual as pessoas apostem com confiança.
Todos sabemos que o malabarista do PS é um líder, porque as pessoas acreditam nele, mesmo que seja um mentiroso compulsivo ou omita propositadamente realidades.
A situação é generalizada derivado muito pela cultura do medo e das consequências de uma crise como última; há quem não esteja preocupado com o que vai acontecer após a eleição presidencial.
Não temos dúvidas de que o atual secretário-geral do PS é um líder, tal como, o seu professor socrático, ambos lideres da aldrabice e do malabarismo.
Tem conquistado a adesão dos incautos, pelas falinhas mansas ao afirmar que vem sempre melhor tempo do que o presente, não sabendo quando isso acontece, quando ocorre uma tempestade a culpa é sempre de terceiros e do anterior governo. Psicologicamente, o atual PM deve ser estudado porque nunca tem culpa de nada.
Para salvar Portugal é preferível um líder novo, no entanto confiável ao invés prosseguir a governação com o líder que não tem qualidade de estadista.
Podemos dar alguns indicadores do país real e não do Portugal virtual socialista. Há várias décadas que a comparticipação de saúde nas Forças Armadas não eram pagas num prazo tão dilatado aos beneficiários como tem acontecido desde que este Governo tomou posse. Outro exemplo, há regiões do interior no país em consequência da inexistência de serviço de 112, quando ocorre uma emergência, o inquérito ao telefone pode durar mais de 20 minutos, para no final recomendarem contatar os bombeiros locais, apesar de alguns conselhos técnicos que fazem desesperar o doente e quem o rodeia.
Temos Fé que a nossa próxima crónica neste espaço nos permita falar de futuro mais risonho para Portugal, após o ato eleitoral e não ficarmos agarrados a uma nova gerigonça com animais e natureza à mistura para quatro anos.
É necessário acabar com a “family governance“ e acreditar na meritocracia da governação.
terça-feira, 24 de setembro de 2019
SEM MAIS JORNAL 19SET21
LIDERANÇA POLITICA E CONFIANÇA ELEITORAL
A democracia tem um padrão e Leis que são maioritariamente cumpridas pelos cidadãos, no entanto, há em cada momento uma minoria que se apropria do poder e procura interpretar as Leis conforme as circunstâncias, e tendo as influências através das famílias e da distribuição de subsídios usa e abusa da comunicação social, para apresentar uma realidade de um país ficcionado.
Obviamente, estamos a falar dos socialistas que há mais de uma década tem destruído Portugal.
Esta geração socrática e costista, tem permitido o aumento da corrupção em Portugal, aumento da divida pública, porque assume compromissos e não paga, em consequência das politicas de cativação. Nos últimos quatro anos a carga fiscal aumentou consideravelmente e têm sido adiadas as reformas do Estado.
Os portugueses andam anestesiados porque têm mais rendimentos no fim do mês, no entanto não se apercebem que o malabarismo é tanto que não dão conta que os euros desaparecem mais rapidamente ao longo do mês devido aos impostos indiretos.
Um país que ciclicamente e na sequência da governação socialista tem que pedir resgastes financeiros e não tendo capacidade produtiva para exportar de forma consolidada e crescente, como dizíamos, os portugueses ainda não têm a perceção e a consciência do perigo que é permitir a manutenção do atual governo das esquerdas unidas e lideradas pelo PS, porque governa apenas à bolina do vento de cada momento.
O centro-direita tem responsabilidade deste cenário, porque não conseguiu chegar a 2019, e ter um líder no qual as pessoas apostem com confiança.
Todos sabemos que o malabarista do PS é um líder, porque as pessoas acreditam nele, mesmo que seja um mentiroso compulsivo ou omita propositadamente realidades.
A situação é generalizada derivado muito pela cultura do medo e das consequências de uma crise como última; há quem não esteja preocupado com o que vai acontecer após a eleição presidencial.
Não temos dúvidas de que o atual secretário-geral do PS é um líder, tal como, o seu professor socrático, ambos lideres da aldrabice e do malabarismo.
Tem conquistado a adesão dos incautos, pelas falinhas mansas ao afirmar que vem sempre melhor tempo do que o presente, não sabendo quando isso acontece, quando ocorre uma tempestade a culpa é sempre de terceiros e do anterior governo. Psicologicamente, o atual PM deve ser estudado porque nunca tem culpa de nada.
Para salvar Portugal é preferível um líder novo, no entanto confiável ao invés prosseguir a governação com o líder que não tem qualidade de estadista.
Podemos dar alguns indicadores do país real e não do Portugal virtual socialista. Há várias décadas que a comparticipação de saúde nas Forças Armadas não eram pagas num prazo tão dilatado aos beneficiários como tem acontecido desde que este Governo tomou posse. Outro exemplo, há regiões do interior no país em consequência da inexistência de serviço de 112, quando ocorre uma emergência, o inquérito ao telefone pode durar mais de 20 minutos, para no final recomendarem contatar os bombeiros locais, apesar de alguns conselhos técnicos que fazem desesperar o doente e quem o rodeia.
Temos Fé que a nossa próxima crónica neste espaço nos permita falar de futuro mais risonho para Portugal, após o ato eleitoral e não ficarmos agarrados a uma nova gerigonça com animais e natureza à mistura para quatro anos.
É necessário acabar com a “family governance“ e acreditar na meritocracia da governação.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
PENSAMENTOS LIVRES - VIVÊNCIAS 19SET15
https://vivenciaspressnews.com/solidariedade-angolana-2/
INTEGRAÇÃO DA COMUNIDADE ANGOLANA
Temos a felicidade em circular por aí, em Portugal e lidando com vários intervenientes sociais. Sabemos os inúmeros problemas que alguns membros da comunidade angolana, na sua grande maioria estabelecida na Área Metropolitana de Lisboa e Porto, atravessam com inúmeros problemas.
Perante situações que estão ocorrer em determinadas regiões e com alguns migrantes provenientes de várias partes do Mundo, ocorreu-nos fazer contatos meramente informativos e procurando extrair conclusões primárias.
Temos consciência de que se trata de uma ideia que exige aprofundamento!
Sabemos que existem concelhos em Portugal com carência de população e no entanto ainda possuem serviços adequados em quantidade e qualidade.
Por outro lado, há autarquias com vontade em ter programas para receber novos residentes em condições de vida adequada.
Perante este equilíbrio, de preocupações e na busca de soluções há intervenientes sociais e políticos disponíveis para dialogar e estruturar programas de acolhimento a cidadãos nossos compatriotas que atravessam carências sociais.
Acredito que alguns angolanos com estabilidade e integrados em Portugal, estejam envolvidos ou não movimentos associativos, podem agregar esforços para criar programas que visam fornecer melhores condições de vida a outros compatriotas ainda não enraizados e que lutam por condições de subsistência, até em aspetos legais.
Não é nossa intenção nesta crónica sintética desenvolver esta questão e também não é intenção segregar seja quem for, visa dar um contributo e deixar uma reflexão para com muitos e quem sabe envolver os nossos representantes do Estado, conseguirmos articular programas que talvez não resolvam situações para o presente, mas convictamente evitar mais problemas futuros.
Esta crónica é curta, porque esta ideia não é fácil em transpor para uma reflexão escrita de modo a que não seja destruída pelos “mujimbos”.
Temos experiência e conhecimento de que por exemplo na área cultural há Autarquias com enorme falta de soluções para escoar recursos financeiros por não existirem recursos humanos em quem apostarem.
Deixamos uma ideia de programa de integração da comunidade angolana num concelho em Portugal a partir do qual possam ser potenciados valores da cultura, da gastronomia e pequenos investimentos da nossa Angola.
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
PENSAMENTOS LIVRES -VIVÊNCIAS 19SET06
https://vivenciaspressnews.com/solidariedade-angolana/
SOLIDARIEDADE ANGOLANA
Nas últimas semanas a Diáspora angolana foi envolvida na campanha “SOS Cunene”, a qual ainda decorre na fase terminal. Por princípio todas as ações são relevantes e de um grande altruísmo.
Estas “megas” campanhas em muitas situações nascem pela espontaneidade de pessoas a título individual ou através da força coletiva das associações.
Esta missão carregado de humanismo para com o povo do sul de Angola é também um modo de olhar para com os angolanos na Diáspora que sofrem, estejam eles com o estatuto de doente ou de estudante.
Estamos cientes do longo caminho a percorrer em Angola para sair da crise, no entanto é do conhecimento geral à distância de muitos angolanos com capacidade de intervenção na ajuda a outros compatriotas e em dificuldade.
Sabemos da complexidade de apoios aos cidadãos em regime especial a “residir” na Diáspora e que estão abrangidos por pressupostos desatualizados em alguns casos, e com tratamento desumano. Urge, olhar para as carências humanas com que se deparam alguns compatriotas, acrescidos das debilidades próprias das preocupações de saúde.
As autoridades do Estado acolhedor podem e devem intervir no cumprimentos dos normativos, mas acima de tudo a Diáspora angolana no seu todo deve estar atenta e alerta para as questões sociais desta natureza, não basta apelar à intervenção dos representantes do Estado Angolano em Portugal.
Há que apontar soluções e contribuir para a melhor integração.
Em 2018, com a visita do Presidente João Lourenço a Portugal, foram assinados acordos de cooperação, a comunidade angolana tem o dever e obrigação em também ser solidária e intervir junto das autoridades e eliminar condições desumanas com que são tratados compatriotas próximos de nós diariamente.
Da nossa parte, alertados para este âmbito do problema não haverá sossego enquanto a grande maioria dos caso não estejam encaminhados para uma outra qualidade de vida.
O respeito pela cidadania de outros também se faz no auxílio em pequenos gestos de proximidade sem o envolvimento de “megas” campanhas de solidariedade social.
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
PENSAMENTO LIVRE - VIVÊNCIAS 19AGO29
https://vivenciaspressnews.com/ambiente-e-soberania-nacional/
AMBIENTE E SOBERANIA NACIONAL
Os artigos que aqui escrevemos são em muitos momentos meras mensagens para exortar à reflexão e debates de ideias.
Está em voga hoje criticar o Presidente do Brasil eleito democraticamente.
No entanto a questão da Amazónia suscita várias questões no mundo atual e global. Será verdadeiramente legitimo que países europeus e liderados pela França queiram ordenar o território da Amazónia, o qual está devidamente identificado e reconhecido ser pertença ao Estado Soberano do Brasil?
Será legítimo que a Europa e outros países desenvolvidos, durante mais de um século com a industrialização e o desenvolvimento económico tenham provocado as alterações climáticas do planeta que é de todos, e durante muitos anos enviaram lixo tóxico para países menos desenvolvidos, a troco de verbas que serviam para corromper governantes e agora invertam políticas ambientais sem ouvir os parceiros?
Hoje, a circulação da informação e do conhecimento é rápida, e as Nações no seu todo procuram melhor qualidade de vida para os seus cidadãos, ora isto pressupõe uma situação que muitos não estão preparados a qualidade de vida na Europa tende a estagnar melhorando aquela noutras partes do Mundo.
Quantos quilómetros quadrados na Europa foram destruídos para o desenvolvimento económico e industrialização da mesma, portanto neste caso os Países da América do Sul teriam a mesma legitimidade em aplicar políticas e erradas tal como outras Nações o fizeram.
Está em causa a soberania dos Estados, do mesmo modo que é do direito internacional o reconhecimento da esfera de competência em questões do mar e do ar.
Hipocritamente, existe uma campanha desestabilização quando um Estado tem na sua governação e eleito democraticamente personalidade do centro e da direita. Quando o governante é esquizofrénico e esquerdista, ou corrupto de esquerda tudo é tolerado e temos exemplos no Mundo.
Acima de tudo, importa encontrar um equilíbrio atual entre as questões ambientais e desenvolvimento económico em determinadas regiões do planeta, muito provavelmente com a perda de proteção de interesses, com ênfase neste caso na agricultura. À França interessa que a Amazónia não se torne em terreno fértil para a agricultura porque se tal acontecer, os franceses que beneficiam da Politica Agrícola Comum tendem a definhar.
Urge que os Países de expressão em Língua Portuguesa concertem uma posição oficial comum porque noventa por cento dos Estados estão sujeitos a passarem por vexames desta natureza, por parte de um país como a França, que nunca foi uma grande potência comparativamente com outros que possuem outra capacidade de projeção de força, mas foram sempre arrogantes na hipocrisia diplomática dos interesses do bem geral.
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
PENSAMENTOS LIVRES - VIVÊNCIAS 19AGO22
https://vivenciaspressnews.com/cultura-de-hoje-2/
CULTURA DE HOJE - 2
Por imponderáveis das últimas semanas não nos possível manter o compromisso para com os leitores e acima de tudo junto dos responsáveis deste espaço de leitura agradável, por este fato lamentamos a nossa ausência.
E porque não gostamos de temas sem continuidade, voltamos a abordar as temáticas da cultura no seu geral, com uma visão de gestão.
Sentimos e percecionamos que os tempos de hoje, não se compadecem com uma visão da arte, nomeadamente, como uma forma de investimento, na compra para mais tarde valorizar a transação. O mundo alterou com o desaparecimento de capitais concentrados e por outro lado a massificação provoca uma média de valores das obras mais baixa comparativamente a anos anteriores.
Por outro lado, com poderes políticos mais democráticos também não é de todo possível escolher um grupo de agentes culturais e fazer deles a bandeira de um país ou de um regime. Com toda a transparência há uma prática de concursos ou outro modelo de candidaturas para atribuição de apoios sejam eles de que natureza for.
Talvez se interroguem qual razão desta abordagem. Entendemos que a área da cultura nas diferentes formas de expressão e dignificação projeta a paz e a harmonia e pode e deve ser comparada ao desporto, nos seus denominadores comuns. Os artistas de nível excelente podem e devem contribuir para a imagem, de um país ou de uma região ou de uma instituição, tal como os artistas do desporto.
No entanto, do mesmo modo ao que acontece no desporto em que há clubes que ajudam à formação e à projeção de desportistas da base até ao topo de acordo com as diferentes vicissitudes das carreiras, o mesmo deve ocorrer no mundo das atividades culturais. Com uma particularidade, tanto quanto é do nosso conhecimento, no espaço de expressão em língua portuguesa, não há uma adequada política de desenvolvimento cultural, de acordo com o grau de exigência, competência e rigor dos dias de hoje, devido à escassez de capital para investir.
De forma semelhante ao desporto existem associações e instituições que se dedicam à projeção de artistas e não à projeção de dirigentes e ainda existe a tendência da sobrevivência pela atribuição de subsídios generalizados, os quais mais do que no passado deviam ser concedidos por competência e por projeto.
Ao invés do que ocorre no desporto competitivo, na arte há quem se aproveite dos artistas, dos escritores para se projetar singularmente, secundarizando em momentos relevantes a importância do artista e/ou do escritor.
Urge, incentivar políticas culturais assentes na meritocracia sem coartar e condenar ao ostracismo artistas em início de carreira, mas há que estabelecer critérios objetivos e escalonados de apoio com incentivos.
Neste mundo global e nomeadamente no espaço de expressão em língua portuguesa há inúmeros artistas e escritores que merecem receber incentivos, porque é pela existência de quantidade que se torna possível estabelecer grau de elevada qualidade aos reconhecidos como excelentes. Não estamos com isto, afirmar que deverá existir critério de “censura” na arte ou na literatura ou noutras áreas culturais, pelo contrário entendemos que quando o Sol nasce é para todos, depende do que cada um se consegue usufruir mais ou menos da energia do Sol.
Quem gere e determina valores de política cultural deve ter uma postura íntegra e sólida para que todos à sua volta se sintam respeitados, enquanto agentes culturais.
domingo, 4 de agosto de 2019
PENSAMENTO LIVRE - VIVÊNCIAS 19AGO03
https://vivenciaspressnews.com/mito-do-choque-geracional-2/
CULTURA DE HOJE - 1
Desculpem o abuso, mas estas crónicas e neste espaço são puros locais de pensamento livre e partilhado sujeitas à crítica e ao contraditório. Porque somos daqueles que, ficamos mais incomodados com o silêncio porque nesse caso muitas situações podem ser interpretadas de outro modo.
Lendo a brochura “Manifesto” da Academia Angolana de Letras em que no seu início podemos encontrar um parágrafo com as seguintes palavras belas e cheias de força na sabedoria que transmitem: “a literatura em Angola é um fato de ocorrência antiga. Ela deve ser sempre especificada em função da sua dualidade. Por um lado, fazendo referência à criação popular oral, na qual encontramos as múltiplas criações literárias de tradição oral; por outro, referindo à literatura escrita que surgiu em Angola através da colonização portuguesa e dos intelectuais angolenses”.
Se meditarmos nestas palavras e transportarmos para muitas áreas especialmente de natureza cultural, vamos saber que se aplica em quase tudo. Hoje, no tempo moderno em que o Mundo gira a velocidade rápida, em que muitos agentes da cultura trabalham de forma isolada, mas que nem sempre controlam o sucesso do momento, como algo passageiro, que o seu nível de popularidade não é sinónimo de satisfação dos potenciais clientes, apesar do populismo. Mas, aquele parágrafo faz-nos reposicionar no presente com olhos no passado para seguir para o futuro. Se há um hoje, cultural, é porque no passado outros abriram caminho.
Alguns artistas, escritores, estilistas entre muitas outras situações confundem o tempo presente de popularidade com consagração da sua carreira. Esta é sempre mais importante que os momentos fugazes da vida, afirmamos esta nossa preocupação, porque temos tido oportunidade em interagir com inúmeros agentes culturais e com estatutos diferenciados na sua atividade.
Os que estão à procura de um lugar ao “Sol” tendem cada vez mais a ver o mundo da forma como ele não é e pouco interagem na sociedade cultural, esperam sempre que outros venham ter com eles e não o contrário. Depois há um grupo que tem vontade e dedicação pela atividade cultural, mas não tendo qualidade tem algumas portas fechadas, mas a realidade há que saber encontrar espaços para a manifestação dos seus ímpetos culturais e ainda os verdadeiramente consagrados que fazem o seu caminho sem preocupação com terceiros mas na maioria estão disponíveis para dar a mão todas as pessoas que se pretendam lançar nas atividades culturais.
O nosso olhar e o pensamento muitas vezes vai para o aspeto psicológico das personalidades diferentes que cada um representa, porque e se analisarmos a montante vamos sempre encontrar uma razão ou uma causa para determinadas atitudes que perdoamos mais facilmente a um agente cultural de qualquer natureza que o fazemos a uma pessoa com atividade muito comum.
Acresce a tudo isto, que a comunicação hoje de forma fácil e as dinâmicas sociais, podem ser prejudiciais para a cultura, porque a massificação “industrialização” da cultura tem vantagens de modo a permitir melhor escalonamento dos agentes culturais, mas tem o inverso que é diminuir o espaço para que os melhores usufruam de momentos únicos a não ser que seja devidamente suportados por terceiros.
Voltaremos a este tema para reflexão.
sábado, 27 de julho de 2019
FRAQUEZA DAS LIDERANÇAS
É doutrinário que uma liderança fraca e que não transmite poder, em especial num partido político, não consegue aglutinar e consequentemente a sua arma de defesa é censura dos críticos, o afastamento dos mais capazes e mais competentes e rodear-se dos subservientes.
Há anos que acontece na humanidade aquela doutrina e PSD não é exceção nos diversos níveis de hierarquia em fazer politica, desde o patamar nacional até ao de freguesia, incluindo e muito as distritais e seções de concelhia.
Hoje a situação é de enorme gravidade e aterradora devidos às decisões que se têm de ser tomadas a curto prazo, com implicações no futuro do país.
Afastar pessoas capazes das listas porque são críticos, não faz sentido. Em coerência os próprios deveriam não aceitar integrar listas de representatividade, mas compreendemos as razões porque o devem fazer, atendendo aos cenários desastrosos que avizinham. Gostaríamos, estar enganados! Se nos enganarmos assumiremos os nossos erros.
Mas, um líder dizer numa entrevista que não tolera um grau de crítica, é intolerável. Se no passado recente o paradigma tivesse sido utilizado hoje não seria líder do PSD, estaria out!
Rui Rio, auf wiedersehen
Terminamos com um poema de um amigo Severino Moreira
PERDIDO
A flecha com raiva sobe,
E é a força que depois se me esvai e sucumbe,
Nesta letargia da vontade agrilhoada,
Onde só a teimosia me desafia e incumbe.
Se falha a explicação da metafísica
O que será então que em mim ecoa e zumbe?
O que há em mim que de mim mesmo não abdica,
Mas que não há destino que pare e chumbe?
PENSAMENTO LIVRE - VIVENCIAS 19JUL26
https://vivenciaspressnews.com/mito-do-choque-geracional/
MITO DO CHOQUE GERACIONAL
Não somos historiadores, mas estudamos e lemos, além disso observamos e analisamos, provavelmente são características raras nos comuns dos mortais, devido à escassez de tempo quer pela falta de planeamento, quer por comodismo e também se podem incluir as questões de muitos que todos os dias têm que lutar pela sobrevivência, consequentemente afirmamos que não há choque geracional.
Duvidamos da igualdade de classes porque o homem e qualquer sociedade ou instituição governa-se e gere-se de forma piramidal, apesar de existirem modelos autocráticos e outros mais democratas.
Uma liderança afirma-se com o tempo e na confiança que se transmite aos outros, pelas decisões assumidas, mas também pela comunicação produzida.
Duvidamos muito quando apareceram uns arautos da desgraça incompetente e nalguns casos da irresponsabilidade afirmarem que hoje há um choque geracional e no caso concreto em Angola.
É um mito!
A diferença de mentalidades existe hoje como existiu no passado entre as várias gerações, com a grande diferença na atualidade a comunicação fluir muito rapidamente e as decisões governativas por vezes são ultrapassadas pelas circunstâncias do momento.
Hoje, existe uma juventude em idade adulta com uma formação em média mais elevada que no passado recente e com um grau de conhecimento e daí advindo maior exigência nas medidas tomadas.
No entanto, e infelizmente, o nível de vida da população está num patamar demasiado baixo, para que as instituições consigam acorrer a tudo e a todos.
Infelizmente, Angola perdeu oportunidades de crescimento face a todos os acontecimentos históricos durante duas gerações para atingir sejamos realistas será preciso o dobro do esforço do que era no passado, para tal é preciso todos acreditarmos que melhores dias virão para os nossos netos. Será de todo impossível acreditar que em dois anos de governação se corrija tudo, o problema é que as expetativas eram (são) maiores que as certezas até por existirem fatores dependentes das relações internacionais cada vez mais acentuados.
Tenhamos fé e acreditemos na mudança gradual e consolidada. Sem intuito de criar um conflito de qualquer espécie talvez seja o momento de o Governo criar instrumentos de incentivo para alguns bons quadros regressarem ao País com condições de subsistência para darem o melhor que sabem no amor a Angola.
Um Estado é soberano, quando a justiça, a saúde e a educação funcionam em pleno, resultando daí mais tarde a capacidade de outra natureza, como a defesa e segurança, entre outros pilares. Angola, pode e deve tornar-se uma potência regional, por reunir capacidade de intervenção militar exterior, mas tem que olhar a sua retaguarda económica no interior do país.
Eu acredito em Angola!
segunda-feira, 22 de julho de 2019
SEM MAIS JORNAL 19JUL20
SEPARAÇÃO DA POLITICA DA JUSTIÇA
É comum ouvir os políticos, em funções, afirmarem com frequência que o que é da política à política diz respeito e à justiça o que é da justiça. Estes chavões são usados quando os assuntos tocam diretamente ou indiretamente aos mesmos.
Esta abordagem resulta depois de mais uma vez ouvir uma entrevista demagógica do atual Primeiro-ministro, que usa a demagogia em pleno e mente descaradamente quando convém.
Teve a veleidade em afirmar que nunca vislumbrou sinais de corrupção no seu ex-camarada e ex-Secretário geral do Partido Socialista e foi mais longe se soubesse sinais de atos de corrupção no seu partido ou em qualquer outro denunciaria às autoridades.
É preciso descaramento!
Recordemos e pesquisem as declarações em 2005 até 2009 do próprio, cada vez que se analisava o caso Freeport. Ora sem saber o que estava em causa e porque só haveria indícios para investigar, foi daqueles que afirmou tratar-se de uma cabala. Infelizmente, uma cabala para a propaganda do regime, mas que nunca foi investigada convenientemente.
Não nos recordamos que nessa altura e nos anos subsequentes tenha defendido a razão da denúncia às autoridades e tenha dado um passo para contribuir na investigação em público, pelo contrário sempre procurou desacreditar a investigação e incluindo menosprezando os investigadores da Policia Judiciária.
Chegou ao Governo de assalto nos últimos quatro anos e quase nunca se pronunciou sobre questões de legislação no combate à corrupção. Em final de legislatura afirma que é uma prioridade no próximo ano, o combate à corrupção. No entanto cria legislação para penalizar os denunciantes e desproteger testemunhas, tal como no passado recente.
António Costa, mente descaradamente para enganar tolos e os menos atentos.
Quando os índices internacionais e as instituições avaliam o “grau” de corrupção que funciona em Portugal, a mesma personagem faz considerações menos abonatórias em relação aos relatores dos estudos e responsáveis das instituições, puxando por valores de autonomia nacional.
Não é o único político deste calibre!
Os cidadãos livres devem exigir a publicitação dos maiores devedores da banca em especial da Caixa Geral de Depósitos, porque terão sido cometidos crimes de gestão danosa que afeta o interesse público, são milhões de euros que foram desviados do investimento público para colmatar situações financeiras. O sigilo bancário e comercial não pode ser mais relevante que a denúncia criminosa destes atos.
Se assim, continuarmos com a falta de transparência, a hipocrisia reinante na classe politica e transversal aos partidos permite que estas promiscuidades e as demagogias protejam os mesmos. Consequentemente, não nos podemos indignar com o financiamento ilícito das campanhas eleitorais nem devemos levar a mal, que um Presidente de Câmara desvie bens de solidariedade ou o simples funcionário de repartição pactue com apagões de processos.
Os cidadãos não podem e não devem tolerar mais certos chavões da classe politica e neste caso do atual Primeiro-ministro porque estamos a perpetuar o desenvolvimento económico e cultural de Portugal, sabendo de antemão que as crises surgem mais depressa do que se pensa.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
PENSAMENTO LIVRE - VIVÊNCIAS 19JUL18
https://vivenciaspressnews.com/quotas-e-um-atestado-de-minoridade/
QUOTAS É UM ATESTADO DE MINORIDADE
Nunca nos refugiamos no politicamente correto e sempre pautamos a nossa conduta pela igualdade de direitos e respeito pelo humanismo em qualquer parte da Terra, respeitando as culturas e raízes de cada povo.
Acontece que devido e bem à comunicação que hoje as redes sociais produzem os decisores políticos e não só, são contaminados pelos fatos e atos que ocorrem a cada momento e ao invés de na maioria das situações pensarem e ponderarem antes de decidir, começam a reagir anunciando decisões sem ponderarem convenientemente.
Somos redondamente contra a aplicação de quotas na composição de listas dos partidos políticos em Portugal, como também não tem que acontecer em sentido inverso nos outros países integrantes da CPLP.
Tolerando a aplicação de quotas no caso do género pela facilidade em que há possibilidade na identificação da distinção entre homem e mulher, replicando para a cor de pele a diferenciação nem sempre é fácil. Impondo-se uma medida deste tipo é uma solução fácil que a prazo não resolve os problemas de igualdade e isso podemos constatar nas assimetrias salariais entre homem e mulher.
Enquanto líder associativo nunca fizemos distinção do género e na cor da pele na composição das equipas, porque as vantagens de composição de equipas de trabalhos mistas é imensa.
A imposição de quotas é uma medida popular, prejudicando em muito o trabalho de base na educação, na inclusão social e na meritocracia.
Uma sociedade como império romano foi tomando medidas sem consolidação dos valores através da educação, é uma sociedade decadente.
Acreditamos e lutamos pela igualdade de direitos assente no humanismo, sendo assim incentivamos a todos os cidadãos que vivem em Portugal, labutam neste retângulo da Europa, devem impor-se pelo mérito, pelas suas competências e assumir as responsabilidades sem qualquer preconceito, só deste modo estaremos todos a contribuir para uma sociedade com menos assimétrica.
As medidas que sejam tomadas por questões de moda são levianas e rapidamente deixar de produzir os efeitos. Mas, estes princípios de igualdade devem ocorrer em Portugal como há a obrigação em ocorrer em África quando as minorias são outras.
No desporto e na maioria das modalidades coletivas ou individuais as diferenciações ocorrem apenas nas questões de género.
Elogiamos os partidos e associações que sem imposição de quotas possuem rostos visíveis mostrando a qualidade do mérito e competência dos cidadãos e repugnamos solenemente as movimentações de natureza baixa para com todos aqueles que utilizam subterfúgios argumentativos sem assumir a sua natureza xenófoba.
Fomos educados nos valores expressos neste texto, e disso procuramos dar testemunho de vida, sabendo de antemão que a vida é de uma enorme resiliência e persistência. E apreciamos que os nossos progenitores que se riram quando chorávamos ao nascer, queremos que quando morrermos com um sorriso da vida linda que tivemos, que sejam os nossos descendentes a chorarem pela nossa partida.
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