sexta-feira, 17 de maio de 2019
VIVÊNCIAS 19MAI16
https://vivenciaspressnews.com/angola-no-comeco-de-um-novo-paradigma/
ANGOLA NO COMEÇO DE UM NOVO PARADIGMA
Ninguém tem dúvidas que se vive em Angola e para toda a comunidade angolano no Mundo uma alteração no grau de exigência e responsabilidade em vários setores do Estado. Se estivéssemos a falar da gestão de uma instituição nomeadamente desportiva, diríamos que este é o ano zero porque o pré-aquecimento foi em 2018.
Estamos convictos que o exemplo tem vindo do Chefe do Estado e agora líder do MPLA, que governa democraticamente e em maioria o Pais. Na linha do nosso pensamento anterior a educação e saúde são alicerces para consolidar uma sociedade de desenvolvimento económico que crie o bem-estar das populações.
Todos gostaríamos que o sucesso das políticas tivessem resultado mais cedo do que tarde, porque os cidadãos e várias gerações estão cansadas de sofrer e sempre acreditarem na Nação de futuro para África.
Quase ninguém o assume, mas somos daqueles que pensamos que há muito está provado o insucesso da economia planificada, uma das bases do princípio marxista, no mundo de hoje. Porque a informação circula rápido e as pessoas também têm maior liberdade em se movimentarem à procura de melhor qualidade de vida.
Haver coragem de assumir que a estratégia política de governação é oposto do antigamente, como dizíamos, existir essa coragem e poucos a têm.
Estamos convictos desta realidade e acresce o fato de Angola e os angolanos, possuírem um pensamento mais próximo do mundo ocidental onde o sucesso da governação marxista há muito deixou de ser um desejo de forma substancial. Talvez os últimos resistentes na Europa tenham sido o Partido Comunista Francês e Italiano. Já nem a prática dos comunistas portugueses assenta em valores marxistas, e isto pode-se comprovar na gestão autárquica.
É nesta amálgama de valores que paulatinamente a liderança de Angola, vai fazendo um caminho de ajustar “as pedras” nos muros que forem necessários para endireitar a obra vindoura.
O Presidente João Lourenço sabe bem que a melhor revolução nos dias de hoje, é aquela que se vai fazendo silenciosamente e com eficácia. Ou seja, tendo autoridade e poder reconhecido é necessário dar provas ao povo de que o exerce com boa-fé e no serviço da causa pública, envolvendo todos, porque a Nação é o símbolo maior que pode deve orgulhar todos os amantes da Pátria.
Há muito para fazer e não esperemos que outros façam por nós, saibamos todos fazer mais e melhor por Angola, só desse modo podermos corrigir o que está mal.
quinta-feira, 25 de abril de 2019
VIVÊNCIAS 19ABR25
https://vivenciaspressnews.com/papel-associativo-na-cidadania/
PAPEL ASSOCIATIVO NA CIDADANIA
Vivemos uma mudança muito acentuada e impulsionada por uma liderança forte e ativa no nosso País, Angola. Enquanto cidadãos durante anos, os hábitos adquiridos de que o Estado garantia tudo, mas depois eram sempre os outros os culpados dos erros de governação, sem que os cidadãos pouco ou nada fizessem para olhar o futuro com solidez, e deixar o pensamento de sobrevivência do dia-a-dia, está transformar essa mentalidade.
O nepotismo de muitos dizendo que as ordens veem de cima para abusarem da liberdade das escolhas tendem a ser colocado em causa. Esta mudança deve e tem que acontecer de igual modo no espirito do associativismo e na cooperação no seio da comunidade angolana no exterior de Angola, em especial aquela que há anos reside em Portugal.
Não se pode perpetuar a prática de dependência tutelares para resolver problemas que competem aos cidadãos de per si encontrar soluções.
Devemos prosseguir o caminho da dignificação do trabalho e do empenho da cidadania angolana, cultural, social e economicamente falando, com a humidade, para por vezes há necessidade em solicitar a ajuda de outos.
As associações devem ter o fim que os seus próprios objetivos promovem e não ser “mascara” para intervenções desviantes e tutelares de terceiros, isso tem conduzido aos compadrios e ao desperdício de recursos humanos e financeiros, estes últimos são cada vez mais escassos.
Devemos ter uma cultura clara de separar e diferenciar o material do espiritual, porque essa sempre foi a vontade de Jesus Cristo e nos foi transmitido pelas Escrituras, se houver úvidas desta prática olhemos para o episódio da expulsão dos vendilhões do Templo.
O exemplo impulsionado pelo Presidente João Lourenço da clareza e da transparência e no combate à corrupção permitirá que muitos dos recursos financeiros sejam melhor aplicados na ajuda de quem mais precisa.
Temos muitos compatriotas a passar dificuldades de natureza diversa em Portugal, e descuramos alguns meios legais e conjugação de esforços para darmos dignidade de vida a esses cidadãos, porque andamos entretidos em vaidades de natureza pessoal para descobrir quem tem mais acesso e mais direto a áreas do poder e de informação, por exemplo.
Saibamos olhar para dentro da comunidade e conjuguemos esforços coletivos na resolução dos problemas e afastemos o que parasita e entrava o bem-estar geral. Este é um dos principais ensinamentos da alteração do comportamento e dever de cidadania que nos é transmitido de Luanda. Diga-se que a campanha iniciada é um exemplo ao Mundo e se todos nos empenharmos nessa tarefa este Século será a grande viragem da Angola que amamos.
Não nos esqueçamos que a democracia horizontal sempre foi uma anarquia total, saibamos respeitar da democracia vertical e cada um saiba desempenhar com competência e responsabilidade o seu papel na sociedade em que está inserido.
Sempre estivemos prontos e disponíveis para cooperar aos diferentes níveis social e associativo, outros que saibam ouvir e não prosseguir a cultura da bajulação e do separatismo em detrimento da integração, porque estas últimas atitudes têm conduzido a resultados desastrosos no seio da comunidade angolana em geral e até na imagem que se transmite.
domingo, 21 de abril de 2019
SEM MAIS JORNAL 19ABR19
A GRATITUIDADE E AS FAMILIAS SOCIALISTAS
No dia 1 de Abril entrou em vigor uma nova política de passes sociais. É uma medida boa sem dúvida, no entanto, não é inovadora. Há Estados com governos não socialistas que tendem a introduzir esta medida e outros que já a aplicam ao serviço dos cidadãos. A diferença nesses países é que as medidas surgiram com planeamento na melhor prestação de serviço às populações, ou seja, havendo mais transportes os cidadãos largam o conforto da viatura individual para usarem os transportes públicos sem se sentirem defraudados. Se os portugueses passarem a utilizar de imediato os transportes públicos caem no logro da demagogia do atual Governo, pela ausência de autocarros, comboios, barcos e outros meios a cumprirem horários e com comodidade adequada.
Se não houver mais transportes as pessoas começarão a avaliar a opção de uso de transportes públicos e voltarão a usar a viatura em detrimento do passe social, sabemos que o comodismo assim conduzirá os comportamentos dos cidadãos.
Mas, esta medida é demagogicamente e eleitoralista, porque o Estado “socialista” cobra aos ricos por imposição da “esquerda caviar” impostos desumanos, mas depois oferece aos mesmos ricos e seus familiares os valores de passes sociais iguais aos cidadãos sem rendimentos. Mas, na saúde e noutros setores há taxas diferenciadoras da riqueza e dos rendimentos.
Deveria aplicar-se passes sociais diferenciados em função dos rendimentos, advindo daí uma ainda maior vantagem fiscal. Aqueles que ainda hoje, não entregam declarações de rendimentos, ao pretenderem recorrer ao passe social seria aplicado um valor de passe social elevado. Poderá questionar-se se esta medida a ser aplicada é constitucional, mas então e a conceção de taxas sociais na eletricidade e noutras áreas não resultam de cruzamentos de dados em diferentes bases de dados de informação dos cidadãos?
A política socialista que só trata em questões de justiça o que é diferente de forma diferenciada, quando é oportunista vantajoso e eleitoralista para proteger o bem-estar da familia socialista governativa e enganar o povo; como dizíamos, o chefe socialista protege as suas famílias eleitorais, porque sabe que não pode correr riscos em perder eleições. Se assim acontecer, há muitas famílias desempregadas e sem competências na atividade privada.
Esta medida transitória a aplicar neste momento nas Áreas Metropolitanas merece toda atenção para daí extrair conclusões, que harmonizem as condições de vida de forma igual em todo o território nacional.
Acreditamos que após as eleições o Governo irá alterar as regras e promover outras medidas de incentivo ao uso de transporte coletivo. Não será possível manter um deficit perpétuo nesta atividade económica.
Há outra incoerência socialista, apesar de apregoarem que estão sempre mais próximos dos desfavorecidos. Nesta predisposição, faz sentido que o passe social tenha o mesmo valor para todos os cidadãos acima de 65 anos? Os reformados não possuem rendimentos idênticos! Não será mais justo socialmente, que num País ainda em dificuldades económicas deveriam ser aplicados escalões diferenciados para os cidadãos com idade acima dos 65 anos?
Um alerta final, não podemos suportar todos os anos valores deficit nas empresas do Estado, sabendo de antemão que mais tarde, vem uma crise que pode ser dramática para a população geral.
domingo, 24 de março de 2019
SEM MAIS JORNAL 19MAR23
PAPEL DA MULHER
O mês de Março é demagogicamente utilizado como “Mês da Mulher”, não discordamos que tal aconteça, com um senão, entendemos que há muito folclore neste período e nos restantes meses do ano muito pouco se faz pela dignificação da mulher.
Vivemos numa sociedade em que a transformação é acelerada, onde a base da familia de procriação natural começa a ser colocada em causa, através de campanhas silenciosas de certos interesses, os quais proliferam ao abrigo da igualdade de direitos.
Somos defensores dos direitos humanistas e a igualdade entre homem e mulher, mas o que é diferente deve ser tratado de forma desigual.
Toleramos, com dificuldade de compreensão, a homossexualidade. Daí a aceitar como padrão normativo, vai uma distância grande. Uma criança dever ter um pai e uma mãe, mesmo que ausentes ou separados fisicamente. Uma criança não pode e não deve ser educada no seio de padrões que finjam que não existe a diferença entre homem e mulher.
Condeno vivamente a utilização de associações de igualdade de direitos entre seres humanos para fazerem passar mensagens encapotadas que mais tarde desvirtuam a sociedade e causarão danos irreparáveis nas futuras gerações.
O papel da mulher na nossa sociedade ocidental é tão fundamental como o homem. A mulher deve ter a sua própria autonomia profissional e financeira. Num agregado familiar deverá existir a complementaridade e compreensão, mas na familia monoparental o equilíbrio das liberdades individuais derivados da autonomia profissional e financeira são fundamentais.
Não sejamos hipócritas, assumamos que ainda há uma percentagem elevada de mulheres a dependerem do papel do homem, mas começa a existir um grupo de homens de imaturidade em função do comodismo a dependerem da atividade da mulher.
Assumamos que a violência doméstica de qualquer natureza é um crime púbico e como cidadão somos impelidos a indagar o que se passa ao nosso redor. Se a violência doméstica é um crime não devemos ter “nojo” ou estarmos limitados em denunciar o que sabemos tal como o deveremos fazer nos casos de corrupção que a todos toca.
A diminuição de direitos da mulher ou o condicionamento da sua liberdade individual quer como artista, como economista, como professora, como jurista ou qualquer outra atividade é um flagelo social e prejudica uma sociedade dinâmica e desenvolvida em permanente mutação.
segunda-feira, 11 de março de 2019
SEM MAIS JORNAL 19MAR09
A PERCEPÇÃO DE REALIDADES DIFERENTES
Tivemos oportunidade por um período muito curto vivenciar experiências solidárias num país rico como o Luxemburgo. Anualmente, ocorre naquele território um evento intercultural de migrações, com duas componentes diferenciadas: gastronomia e artesanato e uma mostra de arte da mais variada origem.
A envergadura do evento conta com a participação de mais de cinco centenas de expositores representativos das 190 nacionalidades de cidadãos que vivem no Luxemburgo, correspondendo a 41% da população residente naquele país.
Importa referir que a organização do evento é da responsabilidade do CLAE – plataforma de associações cívicas na sociedade. O objetivo principal do evento visa proporcionar às associações e à plataforma a angariação de fundos financeiros para utilizarem nas atividades futuras.
Fomos surpreendidos com o envolvimento de dezenas de voluntários com diferente qualificação académica e estatuto na sociedade luxemburguesa e prestando o seu tempo e trabalho gratuitamente.
No entanto, tivemos conhecimento que apesar da riqueza financeira do país e do desenvolvimento económico há elevado número de cidadãos dos quais alguns concidadãos que estão em situação miséria ou em luta pela sobrevivência diária.
São inúmeros os exemplos de cidadãos, que por exemplo, vão de Portugal com a promessa de emprego estável e melhores condições de vida e são surpreendidos pelas chamadas “máfias” do trabalho clandestino, aqueles por vezes depois de identificados nos controlos das autoridades luxemburguesas, sujeitam-se a permanecer tempo prolongado no sistema prisional. O mais revoltante é existirem casos, em que os cidadãos por terem sido ludibriados aguardam meses pelo envio de comunicação por parte das autoridades portuguesas, nalguns casos para simplesmente confirmarem que a pessoa em causa é cidadão português.
Ou seja, num mundo de desenvolvimento económico, num espaço de livre circulação de pessoas e bens, numa época em que o dinheiro circula num ápice sem barreiras, num espaço em que se cruzam dados dos cidadãos por questões de segurança europeia e nacional; é revoltante que a comunicação burocrática para atender à resolução de problemas humanos demore tanto tempo, tal só se compreende devido à negligência dos serviços e das pessoas que não atendem à satisfação dos outros.
Bem hajam, os promotores de iniciativas de natureza solidária na qual se integra a liderança portuguesa da plataforma CLAE, porque prova que o ser humano é igual em qualquer parte do Mundo e mesmo em países com elevado PIB existem pessoas que sofrem e necessitam da devida atenção de todos.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
SEM MAIS JORNAL 19FEV23
ASSOCIATIVISMO NOS DIAS DE HOJE
Olhando para os Tratados internacionais e sequencialmente nas Leis dos Estados, começando pela Constituição da República há parâmetros legislativos para regular as atividades associativas.
O Mundo evoluiu e a vida associativa acelerou as decisões pelo dinamismo. Por vezes, o mediatismo atinge níveis que não se compadece com práticas “ritualistas” que ocorrem nas reuniões formais onde se finge que existe uma salutar democracia, posteriormente há pessoas que se anulam nas atividades e sobrevivem os menos competentes, através da intriga social.
Uma associação moderna em qualquer atividade tem recursos humanos com um grande valor histórico, no entanto só sobrevive se conseguir captar novos “clientes e / ou utentes”.
Com isto, pretendemos afirmar que o grau de compromissos e de responsabilidades na gestão associativa, também hoje em dia, podem ser assumidos de forma diferente ao formalismo do antigamente.
Somos dos que respeitamos a História associativa e respeitamos a dedicação e empenho de muitos bons dirigentes.
Infelizmente, muitas associações são destruídas por incompetentes, irresponsáveis e mal-educados que proliferam na sociedade, alguns com os truques de “xico esperto”.
Não concebemos que muitas associações sobrevivam com atos de gestão desonestos, mas também o empenho de carolas do antigamente, não é o caminho. Uma associação deve ter na liderança uma personalidade com carater de idoneidade, não promiscuo a interesses pessoais independentemente de ser compensado pelos custos que possa a ter na atividade quotidiana. Tudo de forma transparente e clara.
Há por aí muitas “ditas” personalidades que apesar de sua idade “mais kotas ou não” consideram-se detentores de uma associação e por isso evitam a todo o custo o seu crescimento, porque desse modo têm o seu “orgasmo” social.
Uma associação é e tem que ser um exemplo de empreendorismo na escala e no âmbito adequado ao seu alcance, para além de que os atos de gestão dolosa praticados por dirigentes devem penalizados com o seu próprio património pessoal, convictamente as irresponsabilidades diminuiriam no mundo associativo.
Também é um fato que hoje muito provavelmente existem associações débeis e em elevado número para a disponibilidade de recursos humanos, mas no entanto acreditamos que as tecnologias, e o uso de “net-working” estão ao dispor da atividade associativa.
Somos defensores da agregação das pessoas nas diversas formas associativas, incluindo as tecnológicas.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
SEM MAIS JORNAL 19FEV09
ANO NOVO IGUAL HÁBITOS ANTIGOS
Num ano puro de campanhas eleitorais, o Governo começou com a propaganda das obras que não passam de intenções na maioria dos casos, e em muitos casos sub-orçamentados e noutras que ficarão para o ciclo politico mais distante. Aparentemente, a passadeira vermelha estava lançada para vitórias eleitorais retumbantes por parte da “gerigonça”; somos daqueles que temos dúvidas que assim aconteça e que seja melhor para o País. Entretanto o maior partido de Portugal, unificou-se e prepara os seus instrumentos de combate político.
No meio de alguma perturbação governativa, a juntar aos casos de má decisão política surge o fenómeno “Jamaica”, que trouxe ao de cima paradigmas que na prática social são graves e podem ser compreendidos ao abrigo de revoltas sociais através das quais tudo tem mais projeção muito em especial para razões perversas.
Os cidadãos falantes em Língua Portuguesa têm um desígnio que é caminhar em perfeita sintomia, apesar das discordâncias pontuais. Disto, sabemos antemão que há atos de racismo, há exclusão social, e promessas não cumpridas para com certos cidadãos.
As gerações mais antigas recordam-se de Lisboa e Porto, e replicado noutras áreas de proximidade os chamados “Bairros de lata”. Hoje, estes bairros quase desapareceram e como tal a exclusão social está mais escondida e por vezes esquecida a sua existência, só relembrada quando ocorre um episódio menos digno.
Valorizemos os episódios ocorridos recentemente em torno do famoso caso “Jamaica”. A facilidade como hoje se propaga uma notícia, como hoje se publica “selfies” e como no fundo os cidadãos são pequenos repórteres de noticia. Esta realidade obriga-nos a todos a redobrados cuidados no comportamento e conduta na via pública, seja em atitude agressiva ou puramente passiva em qualquer tipo de ato.
Com isto, pretendemos assumir que pugnamos pela igualdade de acesso as condições mínimas de sobrevivência a todos os cidadãos residentes em Portugal, e se possuem esses direitos também têm os deveres em cumprir.
Compreendemos a frustração e o cansaço desmotivante de agentes de polícia que não tendo condições para exercer a sua ação, por responsabilidade governativa, acabam por perder “a razão” ao atuarem de um modo grotesco, donde se têm uma visão parcial.
Entendemos e elogiamos a atitude do Senhor Presidente da República surpreender tudo e todos na visita efetuada aquele bairro e convivendo com os seres humanos ali presentes, estamos convictos que não foi apenas tirar “selfies”, fez muita pedagogia em especial junto dos mais jovens rebeldes.
Acreditamos que ele próprio um qualquer dia irá surpreender e enaltecer as forças policiais num ato de afeto, para com aqueles. Há situações de Estado que obrigariam a maior ponderação, mas quando se coloca num patamar de conflito a desigualdade entre seres humano por questões sociais e raciais, os atos de afeto, enaltecem o cargo de Presidente da República e comprovam o desígnio do Espaço Lusófono, único no Mundo e secular porque as gerações de cidadãos dos diferentes países tem dado como exemplo pelo respeito do ser humano de uma forma geral.
Da nossa parte e à nossa microescala de intervenção social, tudo faremos, para contribuir para um diálogo interclassista, combate ao racismo e na defesa da autoridade do Estado, através dos seus agentes de segurança.
domingo, 6 de janeiro de 2019
100 DIAS DO MINISTRO CRAVINHO
Trata-se de um excelente artigo do General Carlos Chaves que merece ser lido e coloca o dedo em algumas feridas para bem das Forças Armadas.
O quanto gostava que houvesse doutrina de defesa, nomeadamente nos atuais lideres do meu partido.
E por onde andam agora as associações de militares? Estão acomodadas!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
ANO 2018 – BALANÇO PESSOAL: VALEU !
A vida faz-se por ciclos e por etapas, quando somos jovens crescemos e queremos tudo acelerado e que o Mundo tem que mudar; gradualmente, aprendemos, que nós fazemos parte da mudança e essa começa dentro do Cristo que carregamos interiormente, por isso é comum dizer-se cada um carrega a sua cruz.
Nascemos e crescemos sem escolher a família da origem, ao longo da vida a nossa mudança familiar vai surgindo, até porque todos somos seres humanos e a nossa personalidade vai-se moldando aos ambientes e necessidades que nos vão surgindo.
Mas, em cada momento vamos fazendo escolhas nas amizades porque os outros também têm esse direito. O amor e a amizade é uma relação de dois sentidos. Podemos amar e ter amizade por várias pessoas, essas podem não ter o mesmo sentimento por nós.
O ano 2018, foi em crescendo como tem sido há uns anos para cá. Temos consciência que nem todos nos apreciam, nem todos nos amam, nem todos nutrem amizade por nós. Fizemos uma escolha natural em consequência dos acontecimentos.
Dedicamos e amamos a família e os mais próximos como queremos e o mesmo em relação às amizades.
Socialmente, tivemos intervenção o quanto baste na aérea política, desportiva, associativa e outros âmbitos discretos ou secretos como entenderem. Não temos o culto da personalidade em adorar tudo e todos, o tempo em muitas circunstâncias atribuiu a razão dos nossos princípios e valores.
Não baixamos nem nunca baixaremos os esforços no combate à corrupção que corrompe os corpos e destrói a sociedade humana.
Eleitoralmente em 2018 tivemos a coragem quanto baste em apresentar as nossas ideias e assim continuaremos para o futuro. Dos fracos na reza a história! Sem nunca descurar a agregação de outros às causas comuns.
Damos o que podemos aos outros sem esperar receber o dobro em troca, mas estamos cientes que isso em boa medida acontece. Apesar de alguns ou algumas mais próximas não o entenderem que tudo acontece a prazo e não momentaneamente.
Valeu o ano 2018, foi globalmente positivo, porque muitos fatores e atos para sentirmos interiormente felizes e bem com nossa consciência, assim aconteceram. Lutaremos no futuro por quem amamos e temos consideração, preferencialmente que sejam mais próximos, mas também lutaremos ao lado de outros nos quais possamos o seu respetivo esforço por causas comuns.
Como alguém muito próximo afirma, somos um polvo com tentáculos em várias frentes é assim que nos sentimos felizes e é assim que como podemos dar o contributo para um Mundo ou uma sociedade diferente, em especial nas Pátrias que amamos.
Obrigado o ano 2018!
Viva o ano 2019!
Estamos juntos!
A todos desejamos um ano novo muito feliz e próspero no que a cada um for relevante para a sua vida.
sábado, 29 de dezembro de 2018
BALANÇO CASA DE ANGOLA 2O18
Fazer o balanço associativo nem sempre é fácil porque corremos o risco de ferir suscetibilidades em pessoas mais sensíveis, mas entendemos correr esse risco até para memória futura, e porque não trabalhamos pelo culto da personalidade mas sim pela imagem da Casa de Angola e simultaneamente de todos os artistas, escritores, agentes culturais e outros que acreditam que o fazemos por bem e tendo os bons exemplos associativos.
Este ano fecha um ciclo que foi iniciado há quatro anos, com incremento em 2016, mas acreditamos que nada mais seja como no passado. As provas de carinho de envolvimento de recursos humanos que se têm juntado aos escassos existentes, são provas dessa esperança.
2018, permitiu que enquanto líderes da Casa de Angola, receber cerca de três dezenas de eventos de natureza primordialmente cultural, mas também outros com vertente de intervenção social, para além daqueles de forma interna, a Casa de Angola esteve representada diretamente ou indiretamente em mais de duas dezenas de eventos, alguns deles em locais fora da Área Metropolitana de Lisboa inclusive no exterior de Portugal.
Reatamos algumas relações institucionais e constituímos novas parcerias associativas em cooperação que se pretende perpetuar no futuro.
Acima de tudo é grato constatar o retorno à atividade da Casa de Angola de associados antigos e outros que aderem pela primeira vez, deste modo e com alguma criatividade de gestão possibilitamos manter a nossa “Casa” viva. Era desejável que muitos outros acreditassem na boa-fé dos princípios orientadores independentemente das divergências pontuais, as quais só permitem em diálogo convergir para o crescimento coletivo.
Ficamos gratos pelo reconhecimento da atividade de alguns nossos mais diretos dirigentes sem descurar verificar que outros(as) nossos(as) associados(as) também têm sido enaltecidos em diferentes locais do país e no estrangeiro, no âmbito cultural.
Devemos salientar que ao fim de vários anos, em 2018 voltamos a comemorar o aniversário da constituição da Casa de Angola e estamos que no próximo ano a festa será ainda maior.
Um agradecimento a quem nos tem ajudado a projetar a imagem da Casa de Angola, quer seja através das redes sociais, ou pela comunicação social.
Acreditados no ano 2019 ainda mais exigente e responsável abrindo-se um novo ciclo institucional em diferentes áreas de atuação, consolidando as existentes.
Estamos juntos!
Viva a Casa de Angola.
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