HIPOCRISIA DO COMPORTAMENTO SOCIAL
Vivemos um Mundo mediático onde de forma generalizada tecesse criticas às Redes Sociais e à Comunicação Social, no entanto somos consumidores daqueles produtos. Do mesmo modo, como há uns anos ninguém via telenovelas mas todos comentavam as mesmas.
Será que o ser humano mudou muito na sua essência, ou hoje todos somos mais facilmente influenciados pelas pressões e emoções fáceis e sem olhar para algumas consequências?
No entanto ainda há estruturas e instituições que na sua organização conservadora e por vezes pouco transparentes permitem a alguns dos seus responsáveis agirem com antigamente e estado de impunidade natural. Naquele grupo engloba-se todo o tipo de instituições desde a política ao desporto ou das mais discretas às mais secretas.
A honestidade e os atos anticorrupção não se proclamam praticam-se e de forma transparente e aberta. Acontece que as pessoas por vezes não estão preparadas para ouvir as realidades e deixam-se conduzir num conto de fadas.
A racionalidade dos atos de decisão e de julgamento de outros devem ser contidos no que respeita à exteriorização de emoções. Temos sido surpreendidos, porque andamos por aí, com atos de solidariedade na forma com alguns organizam eventos para depois viverem durante um período com as receias angariados, entregando uma percentagem solidariamente a quem precisa.
Isto acontece, em pequena escala ou em macro economia. Aqui, não confundamos as necessidades de pagar atos profissionais, referimos ao abuso em aproveitamento dos bens materiais e financeiros do que pertence a uma causa comum. Há aqueles que enquanto lideram escolhem os fornecedores amigos, para produzir todo o tipo de material desde livros, obras, merchandising, viagens e etc. Porque razão não se fazem consultas abertas ao mercado e de forma transparente, seja qual for a instituição e para além dos Regulamento Interno de obediência.
Também ficamos admirados com escândalos como Tancos e o principal responsável político, Ministro da Defesa ignora o que se passa e como sinal de defesa é colocado na comunicação uma eventual vigarice de um militar que atinge toda instituição militar.
Qual o papel do CEME nisto tudo, se antes era o Inspetor do Exército.
Não pensamos que os socialistas sejam todos iguais a agir deste modo. Mas, estamos habituados no passado da falta de sentido de Estado e de respeito pelas instituições de boa parte da esquerda. Temos memória das manifestações de militares na reserva e reforma contra as medidas do anterior Governo. Sabemos os encontros “amigáveis” de Generais durante a vigência do anterior Governo. E agora em que estão em causa atos de soberania e defesa do País, nem o Ministro da Defesa se demite, nem o CEME segue o exemplo com guia de marcha.
domingo, 14 de outubro de 2018
SEM MAIS JORNAL 18OUT13
Apesar da demissão do Ministro mantém-se atual.
HIPOCRISIA DO COMPORTAMENTO SOCIAL
Vivemos um Mundo mediático onde de forma generalizada tecesse criticas às Redes Sociais e à Comunicação Social, no entanto somos consumidores daqueles produtos. Do mesmo modo, como há uns anos ninguém via telenovelas mas todos comentavam as mesmas.
Será que o ser humano mudou muito na sua essência, ou hoje todos somos mais facilmente influenciados pelas pressões e emoções fáceis e sem olhar para algumas consequências?
No entanto ainda há estruturas e instituições que na sua organização conservadora e por vezes pouco transparentes permitem a alguns dos seus responsáveis agirem com antigamente e estado de impunidade natural. Naquele grupo engloba-se todo o tipo de instituições desde a política ao desporto ou das mais discretas às mais secretas.
A honestidade e os atos anticorrupção não se proclamam praticam-se e de forma transparente e aberta. Acontece que as pessoas por vezes não estão preparadas para ouvir as realidades e deixam-se conduzir num conto de fadas.
A racionalidade dos atos de decisão e de julgamento de outros devem ser contidos no que respeita à exteriorização de emoções. Temos sido surpreendidos, porque andamos por aí, com atos de solidariedade na forma com alguns organizam eventos para depois viverem durante um período com as receias angariados, entregando uma percentagem solidariamente a quem precisa.
Isto acontece, em pequena escala ou em macro economia. Aqui, não confundamos as necessidades de pagar atos profissionais, referimos ao abuso em aproveitamento dos bens materiais e financeiros do que pertence a uma causa comum. Há aqueles que enquanto lideram escolhem os fornecedores amigos, para produzir todo o tipo de material desde livros, obras, merchandising, viagens e etc. Porque razão não se fazem consultas abertas ao mercado e de forma transparente, seja qual for a instituição e para além dos Regulamento Interno de obediência.
Também ficamos admirados com escândalos como Tancos e o principal responsável político, Ministro da Defesa ignora o que se passa e como sinal de defesa é colocado na comunicação uma eventual vigarice de um militar que atinge toda instituição militar.
Qual o papel do CEME nisto tudo, se antes era o Inspetor do Exército.
Não pensamos que os socialistas sejam todos iguais a agir deste modo. Mas, estamos habituados no passado da falta de sentido de Estado e de respeito pelas instituições de boa parte da esquerda. Temos memória das manifestações de militares na reserva e reforma contra as medidas do anterior Governo. Sabemos os encontros “amigáveis” de Generais durante a vigência do anterior Governo. E agora em que estão em causa atos de soberania e defesa do País, nem o Ministro da Defesa se demite, nem o CEME segue o exemplo com guia de marcha.
HIPOCRISIA DO COMPORTAMENTO SOCIAL
Vivemos um Mundo mediático onde de forma generalizada tecesse criticas às Redes Sociais e à Comunicação Social, no entanto somos consumidores daqueles produtos. Do mesmo modo, como há uns anos ninguém via telenovelas mas todos comentavam as mesmas.
Será que o ser humano mudou muito na sua essência, ou hoje todos somos mais facilmente influenciados pelas pressões e emoções fáceis e sem olhar para algumas consequências?
No entanto ainda há estruturas e instituições que na sua organização conservadora e por vezes pouco transparentes permitem a alguns dos seus responsáveis agirem com antigamente e estado de impunidade natural. Naquele grupo engloba-se todo o tipo de instituições desde a política ao desporto ou das mais discretas às mais secretas.
A honestidade e os atos anticorrupção não se proclamam praticam-se e de forma transparente e aberta. Acontece que as pessoas por vezes não estão preparadas para ouvir as realidades e deixam-se conduzir num conto de fadas.
A racionalidade dos atos de decisão e de julgamento de outros devem ser contidos no que respeita à exteriorização de emoções. Temos sido surpreendidos, porque andamos por aí, com atos de solidariedade na forma com alguns organizam eventos para depois viverem durante um período com as receias angariados, entregando uma percentagem solidariamente a quem precisa.
Isto acontece, em pequena escala ou em macro economia. Aqui, não confundamos as necessidades de pagar atos profissionais, referimos ao abuso em aproveitamento dos bens materiais e financeiros do que pertence a uma causa comum. Há aqueles que enquanto lideram escolhem os fornecedores amigos, para produzir todo o tipo de material desde livros, obras, merchandising, viagens e etc. Porque razão não se fazem consultas abertas ao mercado e de forma transparente, seja qual for a instituição e para além dos Regulamento Interno de obediência.
Também ficamos admirados com escândalos como Tancos e o principal responsável político, Ministro da Defesa ignora o que se passa e como sinal de defesa é colocado na comunicação uma eventual vigarice de um militar que atinge toda instituição militar.
Qual o papel do CEME nisto tudo, se antes era o Inspetor do Exército.
Não pensamos que os socialistas sejam todos iguais a agir deste modo. Mas, estamos habituados no passado da falta de sentido de Estado e de respeito pelas instituições de boa parte da esquerda. Temos memória das manifestações de militares na reserva e reforma contra as medidas do anterior Governo. Sabemos os encontros “amigáveis” de Generais durante a vigência do anterior Governo. E agora em que estão em causa atos de soberania e defesa do País, nem o Ministro da Defesa se demite, nem o CEME segue o exemplo com guia de marcha.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
CASA DE ANGOLA EM 2018
A Casa de Angola tem sido um espaço de referência cultural e social comparativamente, com outras associações, nos tempos mais recentes. Tem sido possível acolher um “mercado” de interessados que envolvem a comunidade angolana residente na Área Metropolitana de Lisboa, mas também portugueses e outros cidadãos. Com uma média de atividades / eventos de um por semana, obviamente descontado o período de férias, exige planeamento, esforço e empenho por parte dos dirigentes, mas acima de tudo por parte daqueles que acreditam e amam a Casa de Angola.
Um estudo da Comissão Europeia indica que em consumo de bens culturais os cidadãos em Portugal está com uma média inferior à europeia, com exceção no consumo de TV e rádio.
Sendo assim, ficamos imensamente satisfeitos com o esforço empreendido na Casa de Angola. Os nossos amigos e frequentadores da Casa de Angola participando nos eventos promovidos estão bem acima dos indicadores para Portugal, os quais por exemplo indicam que apenas 27% dos cidadãos em Portugal visitam uma galeria por ano e somente 40% dos mesmos cidadãos consomem livros durante um ano.
Comemorando em data próxima mais um aniversário agradecemos a todos que têm acreditado no trabalho encetado para a dignidade da nossa Casa de Angola e queremos prosseguir este caminho com amizade e fraternidade de todos.
Venham connosco comemorar o 47º Aniversário!
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Citando Sebastião da Gama
Citando Sebastião da Gama: «Ontem saí, com luar. A dez passos de casa rezei, de joelhos, as minhas orações do costume; pedi depois, enquanto andava, muitas coisas a Deus: que me deixasse ser bom, que me evitasse o Orgulho, que me desse ordem de ser Poeta, etc.
Quando voltei a casa, à uma da noite, trazia um soneto: escrevi-o, ajoelhei-me a agradecê-lo, esse presente de anos» (Cartas I)
terça-feira, 22 de maio de 2018
quinta-feira, 10 de maio de 2018
RECONHECIMENTO A MANUELA MOURA GUEDES
Desde 2002, quando comecei a ter conhecimento, a investigar e denunciar o caso Freeeport, passando pela informação pública de 2004 até aos nossos dias sou daqueles que dou imenso valor e compreendo as palavras da excelente jornalista Manuela Moura Guedes. Só agradeço aos poucos, que me protegeram e acreditaram em mim, perdoo aos ignorantes que me insultaram, lamento que os portugueses tenham sofrido estes anos todos. E continuarei com a coluna vertical que Deus me deu defendendo causas, princípios e valores em que acredito, combatendo fatos e atos como a corrupção que destrói o ser humano e a sociedade
domingo, 22 de abril de 2018
EXPOSIÇÃO MÁRCIA DIAS - PRIMAVERA 2018
Esta bonita exposição está ao dispor dos visitantes no hotel do Sado até 21 de Junho, convido a todos que passem por lá porque terão duas vantagens: apreciam a exposição e vislumbram a Península do Sado.
http://www.embaixadadeangola.pt/inauguracao-da-exposicao-individual-de-marcia-dias-primavera/
domingo, 18 de março de 2018
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Citando Sebastião da Gama
"Lembro discretamente o vago instante,
no fundo da minh' alma acontecido,
em que todos que tinham desistido,
de não sei que batalhas malogradas,
pegaram novamente nas espadas,
dispostos a vencer ou a morrer..."
(in Cabo da Boa Esperança)
DIA DO MAÇON
Dia 22 de Fevereiro foi consignado e oficializado Dia do Maçon em homenagem a George Washington, mas convém não esquecer que no dia 20 também nasceu Baden Powell, foi maçon e fundador dos escuteiros. Escuteiros que como instituição, não são uma obediência mas têm disciplina e cultivam o espírito com valores e responsabilidades na juventude, preparando-os para uma idade adulta.
Tive um sonho que fazia sentir num espaço deserto mas rodeado por muitos homens, que também eles acreditavam na busca da Luz e não a encontravam talvez devido à sua cegueira com os olhos abertos e com o corpo corrompido devido à busca ansiosa de bens materiais ou intolerantes na busca do poder efémero.
A perturbação, a anarquia e a intolerância reinava que se confundiam nas conversas impercetíveis, não conseguia perceber quem era o líder, quem era funcionário, quem era juiz, ou quem era inquiridor / inquisidor. Naquele sonho sentia-me perdido de ideias entre tantos homens porque sentia ter razão mas sem ação.
De repente, senti trovoada e perspetiva de chuva acompanhada de pedregulhos e todos no meio do deserto sem consenso para escolher um imaginário edifício que nos albergasse.
Continuava a dormir e a sonhar, de repente, pressinto que se torna em pesadelo, como se estivesse perdido no meio de um musseque da minha terra em noite escura, sem luar e sem energia.
Atordoado, acho que me retirei ou fui empurrado do dilúvio como se fosse um velho leão de circo e sem forças para atuar.
Acordei assustado, e lembrei-me que era dia do Maçon e afinal tudo tinha sido um pesadelo preocupante e a vida é outra e há tão bons exemplos de homens maçons com princípios orientadores para ser feliz e sonhar lindo, como por exemplo Baden Powell, George Washington, Nelson Mandela, Mário Martim Guia entre tantos outros.
Vou continuar a sonhar e ser feliz, vou prosseguir o caminho em divergir na convergência com os outros, vou continuar a saber ouvir nas falas dos outros e saber ler quem está ao meu lado nas minhas palavras.
Afinal a Maçonaria é bela, é sábia e tem força e complementada na justiça que passa despercebida, esta última tal como num jogo de futebol o árbitro deve passar despercebido. Mas, se o árbitro se torna ponta de lança para marcar golos a confusão está instalada e tudo recomeça com a coluna partida, em Aduc-Stat
No dia 22 Fevereiro, Dia do Maçon deixem-me gritar alto para que todos me oiçam: Vivat, Vivat, Vivat
Z. Boal
22FEV18
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