quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

4 de FEVEREIRO

Hoje dia 4 de Fevereiro comemora-se o dia da luta armada em Angola. Naquele dia em 1961, deu-se a fuga de dezenas de prisioneiros da prisão de Luanda, tem sido importante o papel do Cónego Manuel das Neves. Hoje, o país vive uma crise tremenda, que saberá ultrapassar e durante estas décadas o povo angolano soube manter a sua unidade territorial e preservar valores culturais, que são identificativos no interior e exterior da Pátria.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

O deputado que quis boicotar o 10 de Junho

A primeira manifestação do 10 de Junho depois do golpe de Abril foi alvo de uma tentativa de boicote violento por parte da extrema-esquerda. A PSP foi obrigada a abrir fogo para defender os cidadãos que pretendiam celebrar o Dia de Portugal e homenagear Camões. Um contra-manifestante morreu e outro ficou paraplégico: o agora deputado Falcato Simões, eleito pelo Bloco de Esquerda.
Um dos novos deputados mais falados pela comunicação social tem sido Jorge Falcato Simões, eleito pelo círculo de Lisboa nas listas do Bloco de Esquerda. O arquitecto de 61 anos, paraplégico desde 1978, apresentou a sua candidatura “independente” como uma forma de dar voz às pessoas com deficiência.

O facto de se deslocar em cadeira de rodas vai obrigar a construir rampas no hemiciclo e fazer várias obras em S. Bento para permitir a criação das necessárias acessibilidades à circulação do novo membro do Parlamento, conforme foi contado nos jornais e nos canais de TV. Até aqui tudo bem.

O que as televisões não contaram, foi como é que Falcato Simões ficou paraplégico.
Liberdade só para alguns
Em meados de 1978, apesar da derrota militar imposta às forças totalitárias – comunistas e extrema-esquerda – quase três anos antes, a 25 de Novembro de 1975,e das sucessivas derrotas políticas infligidas às mesmas forças em todas as eleições (legislativas, presidenciais e autárquicas), a rua, em Portugal, continuava a ser considerada monopólio das esquerdas.
Apesar das vicissitudes do período revolucionário, o 10 de Junho nunca deixara de ser reconhecido, pelo povo e pelas autoridades constituídas, como o Dia de Portugal e de Camões (a que se acrescentou, precisamente a partir de 1978, das Comunidades Portuguesas). Quando, pela primeira vez desde o golpe de 25/4/1974, alguém se lembrou de comemorar o 10 de Junho com uma manifestação de rua em Lisboa… caíram o Carmo e a Trindade.
Mas a convocatória da manifestação cumpriu todos os requisitos legais. E, naquele feriado patriótico, acabou mesmo por realizar-se no lugar marcado: o Largo de Camões, em homenagem ao Poeta.
Esquerdistas, totalitários e violentos
O problema é que, para os totalitários – em particular, os comunistas marxistas-leninistas, então organizados no PCP (R), Partido Comunista (Reconstruído), apoiado pela respectiva “frente de massas”, a UDP, que está na génese do actual Bloco de Esquerda –, à boa maneira estalinista, a liberdade, a democracia e o direito de manifestação só se aplicam a eles próprios e às suas causas…
Perante uma manifestação que se atrevia a descer à rua com o objectivo de celebrar Portugal e homenagear Camões, erguendo bandeiras nacionais e ousando declarar-se patriótica, os esquerdistas não tiveram a mais pequena dúvida. Havia que boicotar os “fascistas” e “nazis” (sic). E vai de convocarem uma contra-manifestação destinada a impedir, pela violência, o exercício da liberdade dos manifestantes pró-10 de Junho.
Quem mandou disparar
Para evitar confrontos, as autoridades – convém lembrar, hoje mais do que nunca, que estava em funções o II Governo Constitucional, sendo primeiro-ministro Mário Soares e ministro da Administração Interna Jaime Gama, ambos socialistas e ambos fundadores do PS – mandaram a PSP avançar.
E assim foi. Quando os agressores esquerdistas atacaram, a polícia foi obrigada a responder, para se proteger e para proteger os cidadãos que se manifestavam de forma ordeira, a coberto da lei.
Houve tiros. Um dos contra-manifestantes, um estudante de medicina de 18 anos, morreu. Outro participante na contra-manifestação violenta foi ferido com gravidade, acabando por ficar paraplégico. Era professor e, segundo um comunicado dos seus correligionários, “membro da UDP”. Chamava-se Jorge Falcato Simões.
37 anos depois
Passados 37 anos, Falcato Simões foi, com toda a legalidade, eleito deputado. A UDP deixou de existir como partido, mantendo-se como associação política dentro do Bloco de Esquerda. Nunca pediu desculpa pelo seu passado estalinista nem renunciou à via revolucionária para conquistar o poder.
É com esta força política que o actual líder do PS, António Costa, assinou um acordo para formar Governo. Que teve, naturalmente, o voto favorável do deputado Falcato Simões. O mesmo que foi boicotar uma manifestação de homenagem ao 10 de Junho, levou um tiro da polícia e ficou paraplégico

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

SEMINÁRIO MPLA EM 1974

Em 10 Dezembro de 1974 realizou-se um seminário de militantes do MPLA em Munique do qual resultou a seguinte declaração. Não teceremos comentários porque a interpretação deve ser livre de cada um, e sabendo interpretar a História até ao presente. Refira-se que na data referida comemorava-se o 18º Aniversário do Partido.
Amanhã comemora-se o 59º Aniversário do partido! Há de fato documentos muito mais relevantes do que este serem revelados publicamente, porque hoje a Nação está consolidada e urge formar as gerações vindouras para que saibam continuar a respeitar a uma História e não se deixem encantar pelo facilitismo que reina no mundo contemporâneo.
Todos que amam Angola deveremos continuar a defender os valores de um Só Povo e uma Só Nação, de Cabinda ao Cunene, combatendo todos os emissários de vontades estranhas a Angola.




quinta-feira, 26 de novembro de 2015

BONGA É NOSSO!

Deixo aqui o meu duplo tributo ao compatriota Bonga. Artista que atravessou muito o caminho das pedras da vida até chegar ao momento alto e grande líder da canção e cultura angolana. É um exemplo para muitos como foi público testemunho na homenagem prestada no Casino do Estoril. Em boa hora, a Associação Kilombo liderou esta homenagem, numa semana que alguns falam que pela primeira vez um(a) angolano(a) assume funções governativas em Portugal, tal é uma enorme falsidade porque já ocorreram outros casos. Do mesmo modo, há portugueses em funções governativas em países lusófonos. Devidos a situações desta natureza sempre fui e sou favorável à cidadania lusófona plena.

sábado, 21 de novembro de 2015

terça-feira, 3 de novembro de 2015

JUSTIÇA POLÍTICA E PELO POVO

Como é possível tantos casos que ligam diretamente ou indiretamente ao anterior Primeiro-Ministro, será tudo fantasia? Será que houve mesmo corrupção? Ou será ajuste de contas porque ele cumpriu tudo que prometeu a certos camaradas? E que leva o António Costa a correr para poder se ele até foi Ministro da Justiça e número dois do filosofo?
Acordem portugueses!


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

domingo, 18 de outubro de 2015