quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
HOMENAGEM AO FADO EM LISBOA
Em Setembro dando uma volta a pé por Lisboa descobri este mural (já divulgado) de homenagem ao Fado, aqui também a minha gratidão a todos que participaram nesta belessima pintura.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
SALÁRIOS NO METRO DE LISBOA
Será verdade que os salários no metro de Lisboa são os seguintes?
Secretária de Administração €3.753,59
Mestre Serralheiro €2.969,30
Maquinista de manobras €2.785,17
Maquinista €2.587,25
Fiscal €2.020,66
Motorista €1.939,09
Agente trafego €1.642,41
Desenhador €1.547,09
Auxiliar €1.476,86
Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas.
Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução.
Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm uma pensão que é igual à do último salário recebido no activo;
Quando estão de baixa têm direito a médico ao domicílio e recebem 100% do salário;
Os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido, mais 68 euros se não faltar mais de 5 horas e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros;
Os empregados e reformados viajam gratuitamente, assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham;
Como resultado desta politica salarial, só no ano passado o prejuízo desta empresa pública foi de 390 milhões de euros.
É PRECISO ACABAR COM O PODER DESTA ARISTOCRACIA 'OPERÁRIA' INSTALADA EM SINDICATOS QUE FAZEM GREVES POR OBEDIÊNCIA PARTIDÁRIA E À CUSTA DO POVO POBRE E DESEMPREGADO
Mestre Serralheiro €2.969,30
Maquinista de manobras €2.785,17
Maquinista €2.587,25
Fiscal €2.020,66
Motorista €1.939,09
Agente trafego €1.642,41
Desenhador €1.547,09
Auxiliar €1.476,86
Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas.
Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução.
Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm uma pensão que é igual à do último salário recebido no activo;
Quando estão de baixa têm direito a médico ao domicílio e recebem 100% do salário;
Os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido, mais 68 euros se não faltar mais de 5 horas e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros;
Os empregados e reformados viajam gratuitamente, assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham;
Como resultado desta politica salarial, só no ano passado o prejuízo desta empresa pública foi de 390 milhões de euros.
É PRECISO ACABAR COM O PODER DESTA ARISTOCRACIA 'OPERÁRIA' INSTALADA EM SINDICATOS QUE FAZEM GREVES POR OBEDIÊNCIA PARTIDÁRIA E À CUSTA DO POVO POBRE E DESEMPREGADO
terça-feira, 2 de outubro de 2012
PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA
Na semana passada o PGR (graças a Deus está de saída) esforçou-se a clarificar e justificar atitudes que teve ao longo do mandato. No entanto, mentiu sobre processos que estão a serem investigados ou foram investigados. É grave afirmar que ocorreram reuniões politicas para concertar decisões sobre o caso Freeport.
E grave um PGR afirmar que há escutas ilegais por parte de toda gente incluindo por parte das policias de investigação. Surge-me o pensamento que o mesmo se pode aplicar à própria Procudaria, até liderada por este cidadão.
Graças a Deus apesar das oportunidades nunca tive o des-prazer de apertar-lhe a mão. Porque senti na pele as perseguições por parte de quem não sentido de Pátria, mas subserviência dos interesses instalados.
E grave um PGR afirmar que há escutas ilegais por parte de toda gente incluindo por parte das policias de investigação. Surge-me o pensamento que o mesmo se pode aplicar à própria Procudaria, até liderada por este cidadão.
Graças a Deus apesar das oportunidades nunca tive o des-prazer de apertar-lhe a mão. Porque senti na pele as perseguições por parte de quem não sentido de Pátria, mas subserviência dos interesses instalados.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
ESQUADRA 501
Recentemente ocorreu o aniversário da Esquadra 501 da Força Aérea Portuguesa. Deu para perceber o ambiente militar é desagradável. Não vislumbrei a presença do Comando da Base no evento. Faltaram inúmeros bisontes, alguns até indesejados apareceram.
Mas, o mais inacreditável foi a cobrança de 8,00 euros pelo almoço. Não esá em causa o valor, mas sim o fato de no convite não haver uma referência a essa intenção.
Mal vai o país com atitudes desta natureza para quem tinha valores nobres e de respeito pela História.
Mas, o mais inacreditável foi a cobrança de 8,00 euros pelo almoço. Não esá em causa o valor, mas sim o fato de no convite não haver uma referência a essa intenção.
Mal vai o país com atitudes desta natureza para quem tinha valores nobres e de respeito pela História.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
MINI-AEROPORTO EM ALCOCHETE
A construção de um mini-aeroporto em Alcochete para complementar a Portela, em Lisboa, é uma alternativa que volta a ganhar força junto de diversos meios empresariais e públicos, em comparação com a solução da base aérea do Montijo. O Governo já tem em mãos um estudo - apoiado pelas Ordens dos Engenheiros e dos Economistas e pela Associação dos Pilotos Profissionais de Linha Aérea (APPLA), e realizado por cinco consultoras de engenharia -, que conclui que a melhor solução para acompanhar o aumento previsto de tráfego na Portela é construir uma pista de cerca de 3.300 metros no Campo de Tiro de Alcochete. Um investimento avaliado em 230 milhões e que estaria concluído num prazo de cinco anos.
O estudo "Aeroporto Complementar Lisboa Alcochete", a que o Diário Económico teve acesso, foi entregue à secretaria de Estado dos Transportes, em Maio, e já está na posse da Confederação do Turismo Português, TAP, ANA, Brisa, Lusoponte, BESI e câmaras municipais da Margem Sul, entre outras entidades.
"A solução do ‘Portela+1' está limitada no tempo, porque a partir de uma certa altura não há perspectivas de crescimento. E isso terá influência nas empresas que estiverem interessadas na privatização da ANA e da TAP, porque essas empresas também precisam de perspectivas de expansão dos seus negócios", defende Artur Ravara, um dos autores do estudo e um dos mais conceituados especialistas aeroportuários de Portugal.[CORTE_EDIMPRESSA]
As privatizações da ANA e da TAP estão em curso (ver texto ao lado), mas saber se as duas empresas poderão operar com infra-estruturas com capacidade de expansão futura é um factor decisivo nestes processos. Por razões físicas, a Portela não pode expandir-se a partir de dos 17 a 18 milhões de passageiros anuais sem perder os padrões de qualidade internacionais, enquanto a base aérea do Montijo implica uma série de constrangimentos.
"A solução que defendemos não é a construção de um novo aeroporto de Lisboa, com um valor de investimento de cerca de três mil milhões de euros, para o qual, neste momento, não há dinheiro disponível. É uma solução complementar que poderá no futuro vir a ser definitiva", acrescenta Artur Ravara (ver texto ao lado).
"Depois de analisarmos este estudo, percebemos que existe uma alternativa viável ao ‘Portela+1' defendido para Sintra, Alverca ou Montijo. Consideramos que todas essas três opções são más e que a única que pode ser exequível é a ‘Portela+Montijo'. Mas uma análise do funcionamento dos dois aeroportos em conjunto indica que existem sérias restrições em termos de funcionamento de movimentações por hora por questões de segurança e de incapacidade de controlo do espaço aéreo", defende o presidente da APPLA, Pedro Santa-Bárbara.
"A solução ‘Portela+Montijo' é muito mais onerosa para o País a médio e longo prazo do que a construção faseada no Campo de Tiro de Alcochete. O nosso objectivo é sensibilizar as pessoas que vão decidir para não tomarem decisões precipitadas, tendo em conta o aumento do volume de tráfego esperado para a Portela", sublinha Pedro Santa-Bárbara.
O Governo nomeou, a 20 de Janeiro, uma equipa de missão com o objectivo de apresentar até Abril ou Maio deste ano um estudo comparativo da viabilidade operacional e económico-financeira das alternativas das bases aéreas de Alverca, Sintra e Montijo. As conclusões dessa análise, apesar de não terem sido divulgadas publicamente, terão indicado que a hipótese menos má seria a base aérea do Montijo funcionar como infra-estrutura complementar à Portela. O Governo comprometeu-se a tomar uma decisão definitiva sobre a matéria, mas tal ainda não ocorreu.
Até ao fecho da edição não foi possível obter comentários do Ministério da Economia sobre o assunto.
por Nuno Miguel Silva
O estudo "Aeroporto Complementar Lisboa Alcochete", a que o Diário Económico teve acesso, foi entregue à secretaria de Estado dos Transportes, em Maio, e já está na posse da Confederação do Turismo Português, TAP, ANA, Brisa, Lusoponte, BESI e câmaras municipais da Margem Sul, entre outras entidades.
"A solução do ‘Portela+1' está limitada no tempo, porque a partir de uma certa altura não há perspectivas de crescimento. E isso terá influência nas empresas que estiverem interessadas na privatização da ANA e da TAP, porque essas empresas também precisam de perspectivas de expansão dos seus negócios", defende Artur Ravara, um dos autores do estudo e um dos mais conceituados especialistas aeroportuários de Portugal.[CORTE_EDIMPRESSA]
As privatizações da ANA e da TAP estão em curso (ver texto ao lado), mas saber se as duas empresas poderão operar com infra-estruturas com capacidade de expansão futura é um factor decisivo nestes processos. Por razões físicas, a Portela não pode expandir-se a partir de dos 17 a 18 milhões de passageiros anuais sem perder os padrões de qualidade internacionais, enquanto a base aérea do Montijo implica uma série de constrangimentos.
"A solução que defendemos não é a construção de um novo aeroporto de Lisboa, com um valor de investimento de cerca de três mil milhões de euros, para o qual, neste momento, não há dinheiro disponível. É uma solução complementar que poderá no futuro vir a ser definitiva", acrescenta Artur Ravara (ver texto ao lado).
"Depois de analisarmos este estudo, percebemos que existe uma alternativa viável ao ‘Portela+1' defendido para Sintra, Alverca ou Montijo. Consideramos que todas essas três opções são más e que a única que pode ser exequível é a ‘Portela+Montijo'. Mas uma análise do funcionamento dos dois aeroportos em conjunto indica que existem sérias restrições em termos de funcionamento de movimentações por hora por questões de segurança e de incapacidade de controlo do espaço aéreo", defende o presidente da APPLA, Pedro Santa-Bárbara.
"A solução ‘Portela+Montijo' é muito mais onerosa para o País a médio e longo prazo do que a construção faseada no Campo de Tiro de Alcochete. O nosso objectivo é sensibilizar as pessoas que vão decidir para não tomarem decisões precipitadas, tendo em conta o aumento do volume de tráfego esperado para a Portela", sublinha Pedro Santa-Bárbara.
O Governo nomeou, a 20 de Janeiro, uma equipa de missão com o objectivo de apresentar até Abril ou Maio deste ano um estudo comparativo da viabilidade operacional e económico-financeira das alternativas das bases aéreas de Alverca, Sintra e Montijo. As conclusões dessa análise, apesar de não terem sido divulgadas publicamente, terão indicado que a hipótese menos má seria a base aérea do Montijo funcionar como infra-estrutura complementar à Portela. O Governo comprometeu-se a tomar uma decisão definitiva sobre a matéria, mas tal ainda não ocorreu.
Até ao fecho da edição não foi possível obter comentários do Ministério da Economia sobre o assunto.
por Nuno Miguel Silva
terça-feira, 7 de agosto de 2012
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