domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
CONTADORES
Aluguer de contadores de água, luz e gás acaba no próximo mês de Maio de 2011.
Os consumidores vão deixar de pagar os alugueres de contadores de água, luz ou gás a partir de 26 de Maio de 2011 próximo. Nesta data entra também em vigor a proibição de cobrança bimestral ou trimestral destes serviços, segundo um diploma que foi ontem publicado na edição do Diário da República.
A factura de todos aqueles serviços públicos vai ser obrigatoriamente enviada mensalmente, evitando o acumular de dois ou três meses de facturação, indica a Lei 12/2008, ontem publicada no boletim oficial e que altera um diploma de 1996 sobre os 'serviços públicos essenciais'.
A nova legislação passa a considerar o telefone fixo também como um serviço essencial e inclui igualmente nesta figura as comunicações móveis e via Internet, além do gás natural, serviços postais, gestão do lixo doméstico e recolha e tratamento dos esgotos.
O diploma põe fim à cobrança pelo aluguer dos contadores feita pelas empresas que fazem o abastecimento de água, gás e electricidade.
Também o prazo para a suspensão do fornecimento destes serviços, por falta de pagamento, passa a ser de dez dias após esse incumprimento, mais dois dias do que estava previsto no actual regime.
Outra mudança importante é o facto de o diploma abranger igualmente os prestadores privados daqueles serviços, classificando-os como serviço público, independentemente da natureza jurídica da entidade que o presta. Numa reacção à publicação do diploma em causa, a «"Deco" congratula-se com estas alterações, há muito reivindicadas», afirmou à
agência Lusa, Luís Pisco, jurista da Associação de Defesa do Consumidor.
O diploma publicado, para entrar em vigor a 26 de Maio de 2011, proíbe também a cobrança aos utentes de qualquer valor pela amortização ou inspecção periódica dos contadores, ou de «qualquer outra taxa de efeito equivalente».
Os consumidores vão deixar de pagar os alugueres de contadores de água, luz ou gás a partir de 26 de Maio de 2011 próximo. Nesta data entra também em vigor a proibição de cobrança bimestral ou trimestral destes serviços, segundo um diploma que foi ontem publicado na edição do Diário da República.
A factura de todos aqueles serviços públicos vai ser obrigatoriamente enviada mensalmente, evitando o acumular de dois ou três meses de facturação, indica a Lei 12/2008, ontem publicada no boletim oficial e que altera um diploma de 1996 sobre os 'serviços públicos essenciais'.
A nova legislação passa a considerar o telefone fixo também como um serviço essencial e inclui igualmente nesta figura as comunicações móveis e via Internet, além do gás natural, serviços postais, gestão do lixo doméstico e recolha e tratamento dos esgotos.
O diploma põe fim à cobrança pelo aluguer dos contadores feita pelas empresas que fazem o abastecimento de água, gás e electricidade.
Também o prazo para a suspensão do fornecimento destes serviços, por falta de pagamento, passa a ser de dez dias após esse incumprimento, mais dois dias do que estava previsto no actual regime.
Outra mudança importante é o facto de o diploma abranger igualmente os prestadores privados daqueles serviços, classificando-os como serviço público, independentemente da natureza jurídica da entidade que o presta. Numa reacção à publicação do diploma em causa, a «"Deco" congratula-se com estas alterações, há muito reivindicadas», afirmou à
agência Lusa, Luís Pisco, jurista da Associação de Defesa do Consumidor.
O diploma publicado, para entrar em vigor a 26 de Maio de 2011, proíbe também a cobrança aos utentes de qualquer valor pela amortização ou inspecção periódica dos contadores, ou de «qualquer outra taxa de efeito equivalente».
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
OUVI DIZER - 48

Os dados expostos são claros e demonstrativos do quanto urge acabar com os mentirosos na politica.
Começo a acreditar que muitos me dão razão, quando há alguns anos atrás decidi cumprir as minhas obrigações enquanto cidadão.
Este José Pinto de Sousa tem que ser afastado da acção governativa e sentar-se nos bancos da Justiça de tudo que de mal causou ao País
quarta-feira, 6 de abril de 2011
CAI A MENTIRA EM PORTUGAL
Os verdadeiros socialistas deviam ponderar bem o seu voto nas próximas eleições e aproveitarem para mandarem o pacóvio para a terra assinar projectos de barracas.
Uma certeza podem ter, acabaram-se os tachos porque já acabou o caroço, gastaram-no até aos próximos 40 anos.
Este Primeiro-Ministro não tem competência, não tem carácter, não tem palavra.
É um falso engenheiro pacóvio mentiroso compulsivo Só tem temperamento di capo.
Desgovernou com mentiras sucessivas, a cavalo da propaganda paga com o nosso dinheiro bem com a Imprensa paga que tanto o apoia, como um produto obsoleto do séc. XX.
Atacou, um a um, todos os pilares do Estado de Direito: a independência dos tribunais, a liberdade de imprensa, a separação de poderes, o respeito institucional. Instalou-se no poder espalhando o seu séquito de Varas, Penedos e Ruis Pedros Soares, dos Silvas (Santos e Pereira).
Afundou 40 anos do nosso futuro em parcerias público-privadas com consórcios e empresas onde pululam milhares de amigos e ex-ministros socialistas com vencimentos obscenos.
Passou o mandato de buraco em buraco, sempre a tentar tapar e sempre a tentar esconder, sem estratégia de crescimento ou projecto de país. E deixou-nos na banca rota oculta. Oculta, sim. Porque tudo no país está mais oculto e opaco, porque os números do Governo já não são fiáveis como vai acontecer com a revisão do défice de 2010.
Como se está a descobrir, no que é só o princípio de um buraco que, se descoberto, será maior, e que o Presidente e os partidos pretendem ocultar para evitar males maiores.
Esse altíssimo preço da perda global de credibilidade e soberania - é o que já estamos a pagar e vamos pagar mais ainda. E sai, falso ofendido, com um discurso de vitimização, a acusar os outros da crise que ele próprio criou, urdiu e que nos levou à bancarrota.
Votem em quem quiserem mas nunca votem em Sócrates.
É demasiado mau, sai demasiado caro.
Uma certeza podem ter, acabaram-se os tachos porque já acabou o caroço, gastaram-no até aos próximos 40 anos.
Este Primeiro-Ministro não tem competência, não tem carácter, não tem palavra.
É um falso engenheiro pacóvio mentiroso compulsivo Só tem temperamento di capo.
Desgovernou com mentiras sucessivas, a cavalo da propaganda paga com o nosso dinheiro bem com a Imprensa paga que tanto o apoia, como um produto obsoleto do séc. XX.
Atacou, um a um, todos os pilares do Estado de Direito: a independência dos tribunais, a liberdade de imprensa, a separação de poderes, o respeito institucional. Instalou-se no poder espalhando o seu séquito de Varas, Penedos e Ruis Pedros Soares, dos Silvas (Santos e Pereira).
Afundou 40 anos do nosso futuro em parcerias público-privadas com consórcios e empresas onde pululam milhares de amigos e ex-ministros socialistas com vencimentos obscenos.
Passou o mandato de buraco em buraco, sempre a tentar tapar e sempre a tentar esconder, sem estratégia de crescimento ou projecto de país. E deixou-nos na banca rota oculta. Oculta, sim. Porque tudo no país está mais oculto e opaco, porque os números do Governo já não são fiáveis como vai acontecer com a revisão do défice de 2010.
Como se está a descobrir, no que é só o princípio de um buraco que, se descoberto, será maior, e que o Presidente e os partidos pretendem ocultar para evitar males maiores.
Esse altíssimo preço da perda global de credibilidade e soberania - é o que já estamos a pagar e vamos pagar mais ainda. E sai, falso ofendido, com um discurso de vitimização, a acusar os outros da crise que ele próprio criou, urdiu e que nos levou à bancarrota.
Votem em quem quiserem mas nunca votem em Sócrates.
É demasiado mau, sai demasiado caro.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 13 de março de 2011
COMUNICADO ELEIÇÕES SPORTING
Comunicado da candidatura de Zeferino Boal
Perante o cenário de crispação que se tem vindo a verificar nos últimos dias na campanha para as eleições do Sporting Clube de Portugal, Zeferino Boal e o Movimento Acreditar decidiram transferir os seus contributos para a resolução dos problemas do clube para a candidatura de Sérgio Abrantes Mendes.
Partilhando dos mesmos ideais, e tendo dedicado os últimos anos a procurar soluções alternativas ao modelo de gestão do Sporting Clube de Portugal, Zeferino Boal e Sérgio Abrantes Mendes têm vindo a alertar há muito para a necessidade de implementação de medidas que visam defender os superiores interesses do clube e devolvam a ambição e a paixão a todos os sportinguistas.
Defendendo a necessidade conjunta de apresentar um modelo alternativo à continuidade e à resignação, e sendo este um momento critico da vida do clube, onde o surgimento de inúmeras candidaturas tem dividido a família sportinguista, este é um gesto de apelo à união.
As recentes trocas de acusações entre candidatos, que só podem contribuir para dividir e condicionar o processo eleitoral, exigem que se tornem claras as propostas alternativas ao modelo de gestão e a mobilização de todos os sócios em torno da candidatura de Sérgio Abrantes Mendes.
Queremos de volta a paixão pelo Sporting!
Lisboa, 13 de Março de 2011
Perante o cenário de crispação que se tem vindo a verificar nos últimos dias na campanha para as eleições do Sporting Clube de Portugal, Zeferino Boal e o Movimento Acreditar decidiram transferir os seus contributos para a resolução dos problemas do clube para a candidatura de Sérgio Abrantes Mendes.
Partilhando dos mesmos ideais, e tendo dedicado os últimos anos a procurar soluções alternativas ao modelo de gestão do Sporting Clube de Portugal, Zeferino Boal e Sérgio Abrantes Mendes têm vindo a alertar há muito para a necessidade de implementação de medidas que visam defender os superiores interesses do clube e devolvam a ambição e a paixão a todos os sportinguistas.
Defendendo a necessidade conjunta de apresentar um modelo alternativo à continuidade e à resignação, e sendo este um momento critico da vida do clube, onde o surgimento de inúmeras candidaturas tem dividido a família sportinguista, este é um gesto de apelo à união.
As recentes trocas de acusações entre candidatos, que só podem contribuir para dividir e condicionar o processo eleitoral, exigem que se tornem claras as propostas alternativas ao modelo de gestão e a mobilização de todos os sócios em torno da candidatura de Sérgio Abrantes Mendes.
Queremos de volta a paixão pelo Sporting!
Lisboa, 13 de Março de 2011
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