Jorge Sampaio e Filhotes...
Soube-se a dia 27 de Agosto, pelo Público, que a jovem e distinta advogada Vera Sampaio (terminou o curso com média de 10 val) com uma carreira de 'dezenas de anos e larga experiência' foi contratada como assessora pelo membro do Governo, Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira, distinto Ministro da Presidência....
Como a tarefa não é muito cansativa foi autorizada a continuar a dar aulas numa qualquer universidade privada onde ganha uns tostões para compor o salário e poder aspirar a ter uma vidinha um pouco mais desafogada.
O facto de ser filha do Senhor Ex-Presidente da República das Bananas que também dá pelo nome de Portugal, não teve nada a ver com este reconhecimento das suas capacidades. Nada! Juro pela saúde do Sr. Engenheiro Sócrates.
Há famílias a quem a mão do Senhor toca com a sua graça. Ámen.
Já agora, como se devem recordar, ainda relativamente a esta família,
soube-se há tempos que o filhote, depois de se ter formado, foi logo para consultor da Portugal Telecom, onde certamente porá 'toda a sua experiência ao serviço de todos nós.
Agora, como já ontem se disse, calhou a sorte à maninha e lá vai ela toda lampeira em part-time para o desgoverno, onde certamente porá também 'toda a sua experiência ao serviço de todos nós.
O papá para não fugir à regra, depois de escavacar uns bons centos de milhares de euros nossos na remodelação do um palacete ali para os lados da Ajuda, onde instalará um gabinete, vai ser transportado pelo nosso carro, com o nosso motorista e onde certamente, para não fugir ao lema familiar, porá, de novo, toda a sua experiência ao serviço de todos nós.
Agora, foi nomeado Administrador da Gulbenkian...
Tudo isto, por mero acaso, se passa num sítio mal frequentado que se chama PORTUGAL, onde um milhão e duzentas mil pessoas
vivem com uma reforma abaixo dos 375 Euros por mês.
Parece mentira, não parece ?
ESTE É MAIS UM CASO, ENTRE MUITOS, REVELADOS E DIVULGADOS ATRAVÉS DA INTERNET,
PORQUE AS TELEVISÕES DESTE PAÍS, ESTÃO BEM CONTROLADAS
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
BOM EXEMPLO DE MOITA FLORES
Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome.
Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete.
Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolo-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de solidariedade social, com excepção das flores. No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam portrês grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos provocador,resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de
produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico:flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal.
Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito,alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei
enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.
Francisco Moita Flores, Professor Universitário e Presidente da Camara
Municipal de Santarém
Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete.
Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolo-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de solidariedade social, com excepção das flores. No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam portrês grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos provocador,resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de
produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico:flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal.
Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito,alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei
enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.
Francisco Moita Flores, Professor Universitário e Presidente da Camara
Municipal de Santarém
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
OUVI DIZER - 42
Cunhada de Sócrates é assessora na EPAL
A EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes. A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.
O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do ‘Águas Livres’, na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD.
A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".
COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! looooooooooooooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!! É para isto que servem os Institutos Públicos, Empresas Municipais, Fundações..
Eis a razão porque não as extinguem. É aqui que é roubado o nosso dinheiro para dar aos familiares da bandidagem.
A EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes. A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.
O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do ‘Águas Livres’, na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD.
A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".
COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! looooooooooooooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!! É para isto que servem os Institutos Públicos, Empresas Municipais, Fundações..
Eis a razão porque não as extinguem. É aqui que é roubado o nosso dinheiro para dar aos familiares da bandidagem.
domingo, 31 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
ATÉ QUANDO ESTE REGABOFE?
Portugal tem hoje 349 Institutos Públicos, dos quais 111 não pertencem ao sector da Educação. Se descontarmos também os sectores da Saúde e da Segurança Social, restam ainda 45 Institutos com as mais diversas funções. Há ainda a contabilizar perto de 600 organismos públicos, incluindo Direcções Gerais e Regionais, Observatórios, Fundos diversos, Governos Civis, etc. cujas despesas podiam e deviam ser reduzidas, ou, em alternativa – que parece ser o mais sensato – os mesmos serem pura e simplesmente extintos. Para se ter uma noção do despesismo do Estado, atentemos apenas nos supra-citados Institutos, com funções diversas, muitos dos quais nem se percebe bem para o que servem.
Veja-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:
ORGANISMOS DESPESA (em milhões de € )
• Cinemateca Portuguesa ----------------------------------3,9
• Instituto Português de Acreditação ---------------------4,0
• Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos ---6,4
• Administração da Região Hidrográfica do Alentejo -------7,2
• Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias --------------7,4
• Instituto Português de Qualidade -----------------------7,7
• Administração da Região Hidrográfica do Norte ----------8,6
• Administração da Região Hidrográfica do Centro ---------9,4
• Instituto Hidrográfico --------------------------------10,1
• Instituto do Vinho do Douro ---------------------------10,3
• Instituto da Vinha e do Vinho -------------------------11,5
• Instituto Nacional da Administração -------------------11,5
• Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural --------12,3
• Instituto da Construção e do Imobiliário --------------12,4
• Instituto da Propriedade Industrial -------------------14,0
• Instituto de Cinema e Audiovisual ---------------------16,0
• Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional --18,4
• Administração da Região Hidrográfica do Algarve -------18,9
• Fundo para as Relações Internacionais -----------------21,0
• Instituto de Gestão do Património Arquitectónico ------21,9
• Instituto dos Museus ----------------------------------22,7
• Administração da Região Hidrográfica do Tejo ----------23,4
• Instituto de Medicina Legal ---------------------------27,5
• Instituto de Conservação da Natureza ------------------28,2
• Laboratório Nacional de Energia e Geologia ------------28,4
• Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu -----------28,6
• Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público ---32,2
• Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos ---------32,2
• Instituto de Informática ------------------------------33,1
• Instituto Nacional de Aviação Civil -------------------44,4
• Instituto Camões --------------------------------------45,7
• Agência para a Modernização Administrativa ------------49,4
• Instituto Nacional de Recursos Biológicos -------------50,7
• Instituto Portuário e de Transportes Marítimos --------65,5
• Instituto de Desporto de Portugal ---------------------79,6
• Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres --89,7
• Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana ---------328,5
• Instituto do Turismo de Portugal ---------------------340,6
• Inst. Apoio P.as e Médias Empresas e à Inovação ------589,6
• Instituto de Gestão Financeira -----------------------804,9
• Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas ---920,6
• Instituto de Emprego e Formação Profissional -------1.119,9
• TOTAL-----------------------------------------------5.018,4
- Se se reduzissem em 20% as despesas com estes – e apenas estes – organismos, as poupanças rondariam os 1000 milhões de €, e evitava-se a subida do IVA.
- Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas, a poupança seria da ordem dos 4.000 milhões de €, e não seriam necessários cortes nos salários.
- Se, para além disso, em outros tantos Institutos se procedesse de igual forma, o PEC 3 não teria sequer razão de existir.
Veja-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:
ORGANISMOS DESPESA (em milhões de € )
• Cinemateca Portuguesa ----------------------------------3,9
• Instituto Português de Acreditação ---------------------4,0
• Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos ---6,4
• Administração da Região Hidrográfica do Alentejo -------7,2
• Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias --------------7,4
• Instituto Português de Qualidade -----------------------7,7
• Administração da Região Hidrográfica do Norte ----------8,6
• Administração da Região Hidrográfica do Centro ---------9,4
• Instituto Hidrográfico --------------------------------10,1
• Instituto do Vinho do Douro ---------------------------10,3
• Instituto da Vinha e do Vinho -------------------------11,5
• Instituto Nacional da Administração -------------------11,5
• Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural --------12,3
• Instituto da Construção e do Imobiliário --------------12,4
• Instituto da Propriedade Industrial -------------------14,0
• Instituto de Cinema e Audiovisual ---------------------16,0
• Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional --18,4
• Administração da Região Hidrográfica do Algarve -------18,9
• Fundo para as Relações Internacionais -----------------21,0
• Instituto de Gestão do Património Arquitectónico ------21,9
• Instituto dos Museus ----------------------------------22,7
• Administração da Região Hidrográfica do Tejo ----------23,4
• Instituto de Medicina Legal ---------------------------27,5
• Instituto de Conservação da Natureza ------------------28,2
• Laboratório Nacional de Energia e Geologia ------------28,4
• Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu -----------28,6
• Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público ---32,2
• Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos ---------32,2
• Instituto de Informática ------------------------------33,1
• Instituto Nacional de Aviação Civil -------------------44,4
• Instituto Camões --------------------------------------45,7
• Agência para a Modernização Administrativa ------------49,4
• Instituto Nacional de Recursos Biológicos -------------50,7
• Instituto Portuário e de Transportes Marítimos --------65,5
• Instituto de Desporto de Portugal ---------------------79,6
• Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres --89,7
• Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana ---------328,5
• Instituto do Turismo de Portugal ---------------------340,6
• Inst. Apoio P.as e Médias Empresas e à Inovação ------589,6
• Instituto de Gestão Financeira -----------------------804,9
• Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas ---920,6
• Instituto de Emprego e Formação Profissional -------1.119,9
• TOTAL-----------------------------------------------5.018,4
- Se se reduzissem em 20% as despesas com estes – e apenas estes – organismos, as poupanças rondariam os 1000 milhões de €, e evitava-se a subida do IVA.
- Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas, a poupança seria da ordem dos 4.000 milhões de €, e não seriam necessários cortes nos salários.
- Se, para além disso, em outros tantos Institutos se procedesse de igual forma, o PEC 3 não teria sequer razão de existir.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
IDEIA SOCRATINA
"O leitinho com chocolate passa de 6% para 23% de IVA. O vinho mantém-se a 13%. Os meus netos vão passar a levar Porta da Ravessa para a escola..."
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
FAMILIA NUMEROSA
Sigam este link:
http://www.sic.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2010/10/edicao-de-17-10-2010-2-parte-dia-da-erradicacao-da-pobreza-familia-numerosa-faz-contas-a-crise17-10-.htm
http://www.sic.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2010/10/edicao-de-17-10-2010-2-parte-dia-da-erradicacao-da-pobreza-familia-numerosa-faz-contas-a-crise17-10-.htm
domingo, 17 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
OUVI DIZER - 41
A vergonha do que se passa neste momento em Portugal é tanta que os actuais governantes socialistas esquecem-se do seguinte:
"Acórdão do Tribunal Constitucional nº 141/02
"(...)
Nestes termos, decide-se:
a. declarar, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade da norma constante do artigo 11º da Lei nº 2/92, de 9 de Março (Lei do Orçamento do Estado para 1992), na medida em que operou uma redução da remuneração global auferida por pessoal por ela abrangido e que se encontrava já em exercício de funções à data da sua entrada em vigor, por violação do princípio da confiança, ínsito no princípio do Estado de direito democrático, consagrado no artigo 2º da Constituição;
b. declarar, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade da norma constante do artigo 9º da Lei nº 30-C/92, de 28 de Dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 1993), na medida em que manteve a referida redução da remuneração global auferida pelo mesmo pessoal antes da entrada em vigor da Lei nº 2/92. "
Para quem nunca quis mudar a Constituição agora quer corrigir erros de governação.
Afinal sempre tive razão que este cidadão que é Primeiro-Ministro nunca deveria ter chegado ao cargo, os factos e História serve de prova
"Acórdão do Tribunal Constitucional nº 141/02
"(...)
Nestes termos, decide-se:
a. declarar, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade da norma constante do artigo 11º da Lei nº 2/92, de 9 de Março (Lei do Orçamento do Estado para 1992), na medida em que operou uma redução da remuneração global auferida por pessoal por ela abrangido e que se encontrava já em exercício de funções à data da sua entrada em vigor, por violação do princípio da confiança, ínsito no princípio do Estado de direito democrático, consagrado no artigo 2º da Constituição;
b. declarar, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade da norma constante do artigo 9º da Lei nº 30-C/92, de 28 de Dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 1993), na medida em que manteve a referida redução da remuneração global auferida pelo mesmo pessoal antes da entrada em vigor da Lei nº 2/92. "
Para quem nunca quis mudar a Constituição agora quer corrigir erros de governação.
Afinal sempre tive razão que este cidadão que é Primeiro-Ministro nunca deveria ter chegado ao cargo, os factos e História serve de prova
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