quinta-feira, 9 de setembro de 2010

RECORDANDO FORÇA AÉREA PORTUGUESA

LARGO BOAL


Conta-se que este é o local que homenageia o antepassado que deu origem ao apelido BOAL. Localiza-se na aldeia de Justes - Vila Real

terça-feira, 7 de setembro de 2010

ALCINO ROQUE


Hoje, redescobri a noticia acima apresentada. Unem-me laços de muita amizade e afinidade ao Cor. Alcino Roque. Foi um brilhante piloto militar, respeitado na hierarquia das Forças Armadas e foi sempre um homem de coragem. Ensinou-me muito!

Acompanhei muito do processo que o levou ao afastamento das funções que desempenhava com brilhantismo, rigor e imparcialidade nas decisões.
Foi com ele que aprendi a conhecer o lado bem nefasto do então Ministro de Defesa, Paulo Portas, a quem faltou coragem para ouvir um militar da craveira do Cor. Alcino Roque.

Paulo Portas com o afastamento do então Sub-Director da PJM e da forma vergonhosa como procedeu, deu cobertura a que certos processos de investigação sobre corrupção e de segurança do Estado não obtivessem os resultados desejados.

Espero um dia poder contar ainda muitos episódios daquela época!

domingo, 5 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

A SOPA DA PEDRA


Enconttrei esta narrativa sobre a história da famosa "Sopa na Pedra" tradicional de Almeirim e como homenagem as gentes daquelas paragens entendi colocar o texto respectivo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

OUVI DIZER - 36

19 Março 2009 - 00h30
Património: Sacerdote é membro do Conselho económico e social
Padre Melícias com pensão de 7450 euros



O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.
Vítor Melícias entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional em 2 de Fevereiro de 2009, mais de um ano após a instituição presidida por Rui Moura Ramos ter clarificado a interpretação da lei que controla a riqueza dos titulares de cargos políticos. A 15 de Janeiro de 2008, o Tribunal Constitucional deixou claro que, ao abrigo da lei 25/95, 'de entre os membros que compõem o CES, se encontram vinculados ao referido dever [de entrega da declaração de rendimentos] aqueles que integrem o Conselho Coordenador e a Comissão Permanente de Concertação Social, bem como o secretário-geral'.
Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente. 'Eu tenho uma pensão aceitável mas não sou rico', diz o sacerdote.
Melícias frisa que exerceu funções com 'remuneração acima da média, que corresponde a uma responsabilidade acima de director-geral', no Montepio Geral, na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros e noutros organismos.

domingo, 29 de agosto de 2010

FREEPORT 5



Carta aberta a José António Saraiva

Exmo. Sr.

No dia 6 de Agosto V. Exa. enquanto Director do Jornal Sol publicou um artigo intitulado “À terceira foi de vez”. Li-o e reli-o com redobrada atenção, decidi escrever esta mesma carta.

Como leitor atento há vários anos das escritas de V. Exa. nem sempre concordando com as mesmas, reconheço-lhe enormes capacidades de persuasão e de saber cumprir o seu papel de jornalista e comentador. Às vezes é um grande influenciador de opinião em momentos importantes. No artigo referido estou de acordo consigo, quase em pleno.

O seu artigo é um “mea culpa” do que fez no passado. Recordo-lhe o ano de 2005 em que enquanto director do Jornal Expresso publicou na primeira página a história de uma cabala, inexistente. Teve a desfaçatez de autorizar e colocar nomes de pessoas (por exemplo o meu) como tendo participado em reuniões secretas e coisas do género.

Na época era conveniente estar ao lado do poder! Na época ai de alguém que mantivesse a lucidez em afirmar coisas horrorosas sobre o novato primeiro-ministro, era um tresloucado e nem tinha direito à defesa da sua honra.
Hoje, pessoas como V. Exa. converteram-se à clareza e transparência dos poderes públicos. Hoje, já é hábito e comum opinar sobre determinado tipo de matérias e conteúdos que há cinco anos era impossível.

Sei que o V. Exa. é jornalista e também gestor de recursos, sejam eles humanos ou financeiros. O Jornal que V. Exa. dirige passou por enorme dificuldades (ou passa), para se impor teria que encontrar um caminho das pedras diferente da concorrência, conseguiu. A investigação ao caso Freeport, liderada pela excelente jornalista de seu nome Felícia Cabrita deu-lhe o brilho da luz, que em muito contribuiu para a sobrevivência do projecto.

Mas, também é de referir que no ano de 2005 o tipo de notícias publicadas no Jornal Expresso contribuiria para matar a concorrência.

O motivo desta carta não visa exigir-lhe um pedido desculpas. Como alguém afirma as desculpas evitam-se, não se pedem.

Depois de feitos estes reparos e sabendo de antemão que a sua alteração de princípios e de coerência têm em linha de conta a previsível mudança de poder na governação do país; venho por meio desta carta apelar para que não seja mais um dos cidadãos a cruzar os braços convencido que a investigação do famoso caso terminou.

Se todos os cidadãos contribuírem na defesa de um país mais transparente e de rigor no combate às fraudes e tudo mais subjacente, convictamente viveremos num Portugal mais próspero.

Os melhores cumprimentos

Zeferino Boal

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

VÍTOR DAMAS


Recordando uma grande visita de Vitor Damas a São Tomé e Princípe em jornada sportinguista.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010