Autoridades requereram à Sérvulo & Associados documentos sobre aquisição de material militar
O escritório de advogados Sérvulo & Associados confirmou que "as autoridades competentes" requereram hoje "a entrega de documentos relativos à investigação" sobre aquisição de material militar pelo Ministério da Defesa Nacional.
"No cumprimento do mandato judicial que lhe foi apresentado e dentro dos limites previstos no Estatuto da Ordem dos Advogados, a Sérvulo & Associados procedeu à entrega dos elementos requeridos e, de harmonia com o disposto no art. 72 do referido Estatuto, requereu a selagem dos documentos, sem leitura nem exame prévio, para serem apreciados pelo presidente do Tribunal da Relação de Lisboa", adianta o escritório em comunicado.
Explica também que "as diligências hoje realizadas nas instalações da Sérvulo & Associados incidiram exclusivamente sobre o dossier acima referido, estando esta sociedade perfeitamente tranquila no que respeita ao escrupuloso cumprimento da lei por parte dos seus sócios e colaboradores, neste como em todos os outros assuntos em que prestou e continua a prestar assessoria jurídica".
A Sérvulo & Associados informa que "desde 1998 até à presente data vem prestando continuamente serviços jurídicos ao Ministério da Defesa Nacional, nomeadamente no que respeita à aquisição de material militar".
O comunicado indica que "os serviços jurídicos prestados pela Sérvulo & Associados ao Ministério da Defesa Nacional são semelhantes aos prestados a outras entidades públicas ou privadas no âmbito de procedimentos de contratação pública".
Uma equipa de investigadores do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) desenvolveu hoje diligências em escritórios de advogados de Lisboa.
No escritório de advogados Vieira de Almeida & Associados estiveram hoje cerca de 10 investigadores, acompanhados por um magistrado e por um representante da Ordem dos Advogados, adiantou à Lusa uma fonte ligada ao processo.
A notícia foi avançada pela Sábado on-line, segundo a qual a operação a operação das autoridades está relacionada com "suspeitas de corrupção, tráfico de influências e financiamento ilegal de partidos políticos no processo de aquisição dos dois submarinos U-214 adquiridos pelo Estado português ao Germain Submarine Consortium (GSC)".
DCIAP na Vieira de Almeida para "recolha de elementos relativos a clientes" - escritório
O escritório de advogados Vieira de Almeida & Associados confirmou que "uma equipa do DCIAP" se deslocou às suas instalações em Lisboa "para proceder à recolha de elementos relativos a clientes" da sociedade.
"Esta diligência respeita a um assunto específico desses clientes e, por conseguinte, não visa esta sociedade de advogados, os seus sócios ou demais colaboradores, não tendo sido constituídos quaisquer arguidos", adianta em comunicado da Vieira de Almeida & Associados.
Esta sociedade de advogados garante que, "na defesa do interesse dos seus clientes e de acordo com o princípio da transparência que a norteia, prestou e prestará toda a colaboração necessária para cabal apuramento da verdade material dos factos, sempre em estrito cumprimento da lei e dos seus deveres deontológicos".
No escritório de advogados Vieira de Almeida & Associados estiveram hoje cerca de 10 investigadores, acompanhados por um magistrado e por um representante da Ordem dos Advogados, adiantou à Lusa uma fonte ligada ao processo.
A notícia foi avançada pela Sábado on-line, segundo a qual a operação do Ministério Público decorreu também no escritório de advogados Sérvulo & Associados.
Segundo a revista, a operação das autoridades está relacionada com "suspeitas de corrupção, tráfico de influências e financiamento ilegal de partidos políticos no processo de aquisição dos dois submarinos U-214 adquiridos pelo Estado português ao Germain Submarine Consortium (GSC)".
A equipa que desenvolveu estas diligências nos escritórios de advogados é do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
VERDADE 62
Arguido ex-autarca que denunciou irregularidades
por Lusa21 Setembro 2009
O ex-autarca de Alcochete Zeferino Boal, alegado autor da carta anónima que desencadeou o caso Freeport, foi constituído assistente no processo, disse hoje o próprio à Lusa.
O pedido para ser constituído assistente no processo Freeport deu entrada em Março no Tribunal de Setúbal, recordou o ex-autarca, adiantando que hoje a sua advogada lhe comunicou a decisão do Tribunal.
Zeferino Boal, ex-militante do CDS/PP, é alegadamente o autor da denúncia anónima de alegadas irregularidades que originou a investigação da Polícia Judiciária (PJ) em volta do "caso Freeport", em 2004.
O ex-autarca questionou o processo de licenciamento para a construção do centro comercial Freeport enquanto membro eleito da Assembleia Municipal de Alcochete, para a qual foi eleito pelo CDS-PP nas eleições de Dezembro de 2001. Concorreu depois à presidência da Câmara em 2005, perdendo as eleições para o actual presidente, da CDU.
Boal chegou a ser constituído arguido em 2005, num processo de violação de segredo de Justiça, também relacionado com o Freeport, que foi "arquivado sem qualquer acusação de violação", explicou o próprio à Lusa.
O pedido do ex-autarca para se constituir assistente no processo Freeport junta-se a idênticos pedidos do jornalista José António Cerejo e do advogado José Maria Martins, em representação do empresário Fernando Lopes, emigrante em França.
O processo relativo ao Freeport envolve alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele centro comercial, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
por Lusa21 Setembro 2009
O ex-autarca de Alcochete Zeferino Boal, alegado autor da carta anónima que desencadeou o caso Freeport, foi constituído assistente no processo, disse hoje o próprio à Lusa.
O pedido para ser constituído assistente no processo Freeport deu entrada em Março no Tribunal de Setúbal, recordou o ex-autarca, adiantando que hoje a sua advogada lhe comunicou a decisão do Tribunal.
Zeferino Boal, ex-militante do CDS/PP, é alegadamente o autor da denúncia anónima de alegadas irregularidades que originou a investigação da Polícia Judiciária (PJ) em volta do "caso Freeport", em 2004.
O ex-autarca questionou o processo de licenciamento para a construção do centro comercial Freeport enquanto membro eleito da Assembleia Municipal de Alcochete, para a qual foi eleito pelo CDS-PP nas eleições de Dezembro de 2001. Concorreu depois à presidência da Câmara em 2005, perdendo as eleições para o actual presidente, da CDU.
Boal chegou a ser constituído arguido em 2005, num processo de violação de segredo de Justiça, também relacionado com o Freeport, que foi "arquivado sem qualquer acusação de violação", explicou o próprio à Lusa.
O pedido do ex-autarca para se constituir assistente no processo Freeport junta-se a idênticos pedidos do jornalista José António Cerejo e do advogado José Maria Martins, em representação do empresário Fernando Lopes, emigrante em França.
O processo relativo ao Freeport envolve alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele centro comercial, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
VERDADE 60
Para ouvir a entrevista cliquem em entrevista que está no fim do texto. Vale a pena!
Ouçam com atenção
Do Blogue do cachimbo
Esqueçam a "entrevista" com os Gato Fedorento - de resto, o tipo de programa que se molda a e favorece bem mais uma personagem histriónica como José Sócrates, do que figuras mais genuínas como Manuela Ferreira Leite ou Jerónimo de Sousa (ou mesmo Louçã, até certo ponto). Se querem conhecer melhor o secretário-geral do Partido Sócrates2009, ouçam (sentados) esta entrevista exemplar que ele deu ontem a Maria Flor Pedroso, na Antena 1 (Sócrates não quis que as imagens filmadas ficassem on line - já perceberão porquê):
Na entrevista à Antena1, Sócrates é, por assim dizer, captado in vivo. Não há guião que lhe valha, porque é confrontado com alguém que, efectivamente, lhe faz as perguntas que se espera sejam feitas a um político. E é precisamente por isso que ele reage tão mal. Pessimamente. Ouça-se, ao longo de quase toda a entrevista, o tom impaciente, duma insolência insuportável, contrariado, que atinge a má-criação para com a jornalista. (Logo nos primeiros minutos, quando ela, como é natural, lhe vai cortando as suas intermináveis melopeias entoadas de cor.)
Para o primeiro-ministro, reconhecer erros políticos é "ridículo" [sic] e um "exercício académico" [sic] (isto quando Flor Pedroso citava anteriores entrevistas - as da fase da "delicadeza", post-eleições europeias...). Praticamente, chama estúpida à interlocutora (ela nem compreende o que lhe parece óbvio, diz, jocoso), a propósito das recusas continuadas em dar entrevistas (suas e dos seus ministros) à TVI. Ridiculariza-a, imitando-lhe a voz - tudo num registo de bobo, dir-se-ia de estrebaria, não de corte. Sempre que a entrevistadora toca em pontos politicamente relevantes (demissão de Correia de Campos, consequências das políticas na Educação, etc), impedindo-o de se estender nas suas divagações (aquilo que Sócrates, na sua semântica peculiar, entende por 'respostas'), acusa-a de "só querer falar desses pequenos nadas [sic] e não dos problemas do país [sic]". Nem sei o que poderia ter acontecido naquele estúdio, caso Flor Pedroso se desse ao atrevimento de fazer alguma perguntinha sobre o assunto Fripor, esse "pequeno nada".
A pura agressividade do entrevistado chega a tal ponto, que a jornalista tem de dizer, como desculpando-se: 'Estou só a perguntar...' Tudo se passa como se, diante dela (e de nós), não estivesse um responsável político, mas antes uma criatura intratável. É o velho Sócrates, que desconsiderava insultuosamente os deputados das oposições com troças, momices e impropérios.
Sem responder às perguntas, lá se entreteve com as suas habituais falácias e analogias coxas a respeito da "avaliação dos professores" e disse, sem se rir, que "foi humilde" e "estendeu a mão". Depois, sobre tudo e sobre nada, como é seu costume, falou muito acima dos problemas, com as suas generalidades rarefeitas: o "combater os privilégios", o ser "corajoso", a "facilidade", o "interesse geral", o "escolher o melhor para o meu país", os "interesses corporativos", etc. Enfim, toda aquela litania mitológica que o homem imagina justificar alguma coisa.
Chega a ser divertido ouvir-se alguém que não produz um discurso (só reproduz) vir, sentencioso, discorrer sobre a "substância da política". Um dos momentos mais interessantes, porque esclarecedores, a respeito do "pensamento" objectivo do primeiro-ministro, ocorre quando apresenta, como pólos mutuamente exclusivos, o "pretender ganhar uns votos [sic]" e o "defender os interesses do país" - isto vindo do homem que, esbracejando nas suas arengas em sessão contínua, não faz mais nada do que insinuar a "reacção" nos outros e "citar" a famosa "suspensão da democracia".
O tom azedo e malcriado do primeiro-ministro na entrevista é compreensível. Como não, se ele nunca está preparado para manter uma conversa, responder efectivamente a perguntas, mas só para descarregar frases decoradas, chavões, inanidades – tudo imersas num imenso e enjoativo discurso auto-elogioso e de auto-comiseração? O primeiro-ministro detesta que lhe façam perguntas. Ele apenas deseja que lhe ponham à frente pretextos para se espraiar nas suas vacuidades.
Esta é uma entrevista recomendada para o conhecimento político da personagem que nos tem governado estes quatro anos e meio. E pretende reincidir.
Ouçam com atenção
Do Blogue do cachimbo
Esqueçam a "entrevista" com os Gato Fedorento - de resto, o tipo de programa que se molda a e favorece bem mais uma personagem histriónica como José Sócrates, do que figuras mais genuínas como Manuela Ferreira Leite ou Jerónimo de Sousa (ou mesmo Louçã, até certo ponto). Se querem conhecer melhor o secretário-geral do Partido Sócrates2009, ouçam (sentados) esta entrevista exemplar que ele deu ontem a Maria Flor Pedroso, na Antena 1 (Sócrates não quis que as imagens filmadas ficassem on line - já perceberão porquê):
Na entrevista à Antena1, Sócrates é, por assim dizer, captado in vivo. Não há guião que lhe valha, porque é confrontado com alguém que, efectivamente, lhe faz as perguntas que se espera sejam feitas a um político. E é precisamente por isso que ele reage tão mal. Pessimamente. Ouça-se, ao longo de quase toda a entrevista, o tom impaciente, duma insolência insuportável, contrariado, que atinge a má-criação para com a jornalista. (Logo nos primeiros minutos, quando ela, como é natural, lhe vai cortando as suas intermináveis melopeias entoadas de cor.)
Para o primeiro-ministro, reconhecer erros políticos é "ridículo" [sic] e um "exercício académico" [sic] (isto quando Flor Pedroso citava anteriores entrevistas - as da fase da "delicadeza", post-eleições europeias...). Praticamente, chama estúpida à interlocutora (ela nem compreende o que lhe parece óbvio, diz, jocoso), a propósito das recusas continuadas em dar entrevistas (suas e dos seus ministros) à TVI. Ridiculariza-a, imitando-lhe a voz - tudo num registo de bobo, dir-se-ia de estrebaria, não de corte. Sempre que a entrevistadora toca em pontos politicamente relevantes (demissão de Correia de Campos, consequências das políticas na Educação, etc), impedindo-o de se estender nas suas divagações (aquilo que Sócrates, na sua semântica peculiar, entende por 'respostas'), acusa-a de "só querer falar desses pequenos nadas [sic] e não dos problemas do país [sic]". Nem sei o que poderia ter acontecido naquele estúdio, caso Flor Pedroso se desse ao atrevimento de fazer alguma perguntinha sobre o assunto Fripor, esse "pequeno nada".
A pura agressividade do entrevistado chega a tal ponto, que a jornalista tem de dizer, como desculpando-se: 'Estou só a perguntar...' Tudo se passa como se, diante dela (e de nós), não estivesse um responsável político, mas antes uma criatura intratável. É o velho Sócrates, que desconsiderava insultuosamente os deputados das oposições com troças, momices e impropérios.
Sem responder às perguntas, lá se entreteve com as suas habituais falácias e analogias coxas a respeito da "avaliação dos professores" e disse, sem se rir, que "foi humilde" e "estendeu a mão". Depois, sobre tudo e sobre nada, como é seu costume, falou muito acima dos problemas, com as suas generalidades rarefeitas: o "combater os privilégios", o ser "corajoso", a "facilidade", o "interesse geral", o "escolher o melhor para o meu país", os "interesses corporativos", etc. Enfim, toda aquela litania mitológica que o homem imagina justificar alguma coisa.
Chega a ser divertido ouvir-se alguém que não produz um discurso (só reproduz) vir, sentencioso, discorrer sobre a "substância da política". Um dos momentos mais interessantes, porque esclarecedores, a respeito do "pensamento" objectivo do primeiro-ministro, ocorre quando apresenta, como pólos mutuamente exclusivos, o "pretender ganhar uns votos [sic]" e o "defender os interesses do país" - isto vindo do homem que, esbracejando nas suas arengas em sessão contínua, não faz mais nada do que insinuar a "reacção" nos outros e "citar" a famosa "suspensão da democracia".
O tom azedo e malcriado do primeiro-ministro na entrevista é compreensível. Como não, se ele nunca está preparado para manter uma conversa, responder efectivamente a perguntas, mas só para descarregar frases decoradas, chavões, inanidades – tudo imersas num imenso e enjoativo discurso auto-elogioso e de auto-comiseração? O primeiro-ministro detesta que lhe façam perguntas. Ele apenas deseja que lhe ponham à frente pretextos para se espraiar nas suas vacuidades.
Esta é uma entrevista recomendada para o conhecimento político da personagem que nos tem governado estes quatro anos e meio. E pretende reincidir.
domingo, 27 de setembro de 2009
VERDADE 59
AÍ, VALENTE!!!...
(do advogado José Maria Martins)
Acção de Nulidade da Licenciatura de José Sócrates
Como todos sabem fui eu que entreguei uma queixa-crime para se
averiguar da veracidade ou falsidade da licenciatura de José Sócrates,
depois da investigação do Prof. António Caldeira, do blogue do "Portugal Profundo"
Apesar de o Ministério Público ter arquivado o processo (como vem sendo hábito quando se trata de Sócrates), com
argumentos que não nos convencem, decidi intentar acção judicial de
nulidade da licenciatura de José Sócrates.
Entendo que não é verdadeira,nem válida, face a todos os elementos disponíveis.
Desde logo a Universidade Independente não possuía o órgão legalmente
estabelecido para aprovar as equivalências, pelo que o processo está
viciado. Para além de vários outros dados que não posso aqui revelar.
Depois, não se pode dar equivalência a cadeiras que ainda não estavam feitas.
Por fim, a UNI não reunia os requisitos legais necessários.
Assim, logo que o Tribunal de Instrução Criminal me entregue a
certidão que já pedi - na semana passada - será intentada a competente
acção de nulidade da licenciatura em engenharia civil do actual
Primeiro Ministro.
Os portugueses necessitam de saber a verdade!
(do advogado José Maria Martins)
Acção de Nulidade da Licenciatura de José Sócrates
Como todos sabem fui eu que entreguei uma queixa-crime para se
averiguar da veracidade ou falsidade da licenciatura de José Sócrates,
depois da investigação do Prof. António Caldeira, do blogue do "Portugal Profundo"
Apesar de o Ministério Público ter arquivado o processo (como vem sendo hábito quando se trata de Sócrates), com
argumentos que não nos convencem, decidi intentar acção judicial de
nulidade da licenciatura de José Sócrates.
Entendo que não é verdadeira,nem válida, face a todos os elementos disponíveis.
Desde logo a Universidade Independente não possuía o órgão legalmente
estabelecido para aprovar as equivalências, pelo que o processo está
viciado. Para além de vários outros dados que não posso aqui revelar.
Depois, não se pode dar equivalência a cadeiras que ainda não estavam feitas.
Por fim, a UNI não reunia os requisitos legais necessários.
Assim, logo que o Tribunal de Instrução Criminal me entregue a
certidão que já pedi - na semana passada - será intentada a competente
acção de nulidade da licenciatura em engenharia civil do actual
Primeiro Ministro.
Os portugueses necessitam de saber a verdade!
VERDADE 58
MAIS UMA DESTA CORJA.....
VEJAM ESTE ESCÂNDALO !!!!!
Ora, então os professores e os outros trabalhadores que têm que se deslocar das suas residências, para trabalhar a quilómetros de distância, deixando filhos, cônjuge, pais com idade avançada... que paguem dos seus gordos, chorudos e imerecidos salários!!!!
Mas será possível que andemos todos numa de "zombies"????
Mas será possível que "essas coisas" voltem a ganhar eleições?
Chego a sentir náuseas só de pensar...
Pessoal, vamos lá a acordar!
Breve chegará a altura de escolher o que queremos para nós, para os nossos filhos e netos. Eu não quero isto, nem para mim nem para eles, nem para vós.
Assunto: Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!
Despacho n.º 9810/2009
Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sedeado o respectivo
organismo;
Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro:
Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte:
1 -- É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um
subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação
e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo.
2 -- O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008.
12 de Fevereiro de 2009. -- O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. -- Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da
Educação.
E os professores desterrados com família?
VEJAM ESTE ESCÂNDALO !!!!!
Ora, então os professores e os outros trabalhadores que têm que se deslocar das suas residências, para trabalhar a quilómetros de distância, deixando filhos, cônjuge, pais com idade avançada... que paguem dos seus gordos, chorudos e imerecidos salários!!!!
Mas será possível que andemos todos numa de "zombies"????
Mas será possível que "essas coisas" voltem a ganhar eleições?
Chego a sentir náuseas só de pensar...
Pessoal, vamos lá a acordar!
Breve chegará a altura de escolher o que queremos para nós, para os nossos filhos e netos. Eu não quero isto, nem para mim nem para eles, nem para vós.
Assunto: Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!
Despacho n.º 9810/2009
Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sedeado o respectivo
organismo;
Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro:
Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte:
1 -- É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um
subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação
e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo.
2 -- O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008.
12 de Fevereiro de 2009. -- O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. -- Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da
Educação.
E os professores desterrados com família?
CITANDO CLARA FERREIRA ALVES
“Este é o maior fracasso da democracia portuguesa”
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma “brilhante” que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os “dossiers”.
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com “testas de ferro” no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, “Contos Proibidos”, que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as “ligações perigosas” com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países (”record” absoluto para a Espanha – 24 vezes – e França – 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na… Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era… João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do “Público”, José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates “o pior do guterrismo” e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos “O Polvo” de Joaquim Vieira na “Grande Reportagem”, baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai… e não volta mais.
Contos Proibidos de Rui Mateus -PODE-SE FAZER O DOWNLOAD DO LIVRO NESTE LINK ABAIXO:
http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma “brilhante” que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os “dossiers”.
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com “testas de ferro” no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, “Contos Proibidos”, que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as “ligações perigosas” com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países (”record” absoluto para a Espanha – 24 vezes – e França – 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na… Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era… João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do “Público”, José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates “o pior do guterrismo” e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos “O Polvo” de Joaquim Vieira na “Grande Reportagem”, baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai… e não volta mais.
Contos Proibidos de Rui Mateus -PODE-SE FAZER O DOWNLOAD DO LIVRO NESTE LINK ABAIXO:
http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
SUPER FM - OIÇAM RÁDIO
Passou uma semana e o êxito é grande, os elogios são muitos as criticas também existem. No inicio do ano aceitei o desafio de presidir a uma cooperativa que estava moribunda e acreditei numa pessoa que neste momento está tornar-se um grande amigo, Rui Santos.
Conseguiu-se erguer um projecto, que é da sua inteira autoria para salvar a frequência de Rádio atribuída a Alcochete. Fizeram-se eleições, aprovaram-se alterações aos Estatutos da cooperativa e a rádio está a emitir.
Uma parte do projecto está em execução, outras vertentes seguir-se-ão.
Um longo caminho temos a percorrer.
Vamos continuar a crescer, a polir a pedra bruta e unir amigos neste grande espaço da rádio. Mas, em breve teremos outros Ecos na comunicação.
Conseguiu-se erguer um projecto, que é da sua inteira autoria para salvar a frequência de Rádio atribuída a Alcochete. Fizeram-se eleições, aprovaram-se alterações aos Estatutos da cooperativa e a rádio está a emitir.
Uma parte do projecto está em execução, outras vertentes seguir-se-ão.
Um longo caminho temos a percorrer.
Vamos continuar a crescer, a polir a pedra bruta e unir amigos neste grande espaço da rádio. Mas, em breve teremos outros Ecos na comunicação.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
VERDADE 57 - FREEPORT
FINALMENTE SAIU O DESPACHO QUE ME RECONHECE OS DIREITOS E DEVERES DE CIDADÃO: FUI CONSTITUÍDO ASSISTENTE DO PROCESSO DENOMINADO "FREEPORT" NO QUAL SE SUSPEITA TER HAVIDO ACTOS DE CORRUPÇÃO
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